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Saí-azul (Dacnis cayana)
 
Pula-pula-ribeirinho
Myiothlypis rivularis    
     
Frequentemente em casal e não se junta a bandos mistos. Abre a cauda e balança com frequência. Seu canto é uma série vigorosa de notas musicais sonoras crescentes.
 
             
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Sanhaço-cinzento
Sabiá-do-campo Pica-pau-de-banda-branca
Tangara sayaca Mimus saturninus Dryocopus lineatus
     
Alimenta-se de frutos e insetos. Acompanha a frutificação sazonal de algumas espécies frutíferas e frequenta comedouro com frutas.

O ninho é construído em árvores e arbustos e colocam em média 2 a 3 ovos verde-azulados com manchas cor de ferrugem.

Preto com topete vermelho; pescoço com faixa branca lateralmente; garganta branca com estrias pretas; peito preto e a barriga barrada de branco e preto.

             
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Sanhaço-do-coqueiro
Socó-dorminhoco Rolinha-caldo-de-feijão

Tangara palmarum

Nycticorax nycticorax Columbina talpacoti
     
Tem cerca de 19 cm. Tangara palmarum palmarum ocorre por todo o Brasil extra-amazônico, Paraguai, norte da Argentina e em toda a Mata Atlântica.
Espécie cosmopolita e comum. Há quatro subespécies, Nycticorax nycticorax hoactli ocorre por toda a América, abrangendo toda a Mata Atlântica. Vive em rios, lagos e manguezais.
Habita campos, bordas de matas e cidades. Vive em casal ou em pequenos grupos, formando bandos maiores nas épocas de reprodução.
             
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Quero-quero
Tiriba-de-testa-vermelha Gralha-picaça
Vanellus chilensis Pyrrhura frontalis Cyanocorax chrysops
     
Vive em casal, trios ou em grupos pequenos, em áreas abertas como pastos e plantações. Também frequenta parques urbanos e praias.
Tem cerca de 25 centímetros e é a espécie de tiriba mais popular na região sudeste. Habita florestas e bordas de mata, tanto em áreas de baixada como áreas montanhosas.
Possui cerca de 34 centímetros. Apresenta a cabeça preta com as penas do píleo formando uma almofada de pelúcia elevada; acima do olho e faixa malar curta, azuis; nuca azul com a base esbranquiçada;
             
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Picapauzinho-verde-carijó
Chopim-do-brejo Coruja-buraqueira
Veniliornis spilogaster Pseudoleistes guirahuro Athene cunicularia
     
Verde escuro barrado e maculado de amarelo; lado dorsal fortemente barrado de claro e escuro; o macho possui o píleo avermelhado.
Vive em bandos pequenos e pode juntar-se ao pássaro-preto (Gnorimopsar chopi) e outros pássaros negros, inclusive na época da reprodução.
Possui cerca de 23 centímetros e é terrícola, vivendo em casais ou em grupos familiares. Ocorre em áreas abertas, parques e cidades e seus hábitos são diurnos e crepusculares.
             
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Alma-de-gato
Bem-te-vi-rajado Jacuaçú
Piaya cayana Myiodynastes maculatus Penelope obscura
     
Habita florestas, cerrados e áreas abertas com árvores esparsas. Vive solitária ou em casal e segue bandos mistos em florestas e capoeiras. Movimenta-se entre a folhagem e salta de galho em galho.
É considerado migratório no extremo norte e ao sul de sua distribuição e possivelmente realiza migrações altitudinais.
Possui 75 centímetros. Sua coloração é escura com a barriga marrom escura; pés pretos; barbela na garganta nua. Ocorre em matas subtropicais, matas de araucária, matas primárias e secundárias,
             
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Anu-branco
Urutau Gibao-de-couro

Guira guira

Nyctibius griseus Hirundinea ferruginea
     
Possui ampla distribuição pela América do Sul a leste dos Andes, ocorrendo do extremo leste da Amazônia e Bolívia ao sul da Argentina e em toda a Mata Atlântica.
Apresenta ampla distribuição, da Nicarágua ao norte da Argentina e Uruguai. Ocorrem duas subespécies, das quais uma ocorre no Brasil e em toda a Mata Atlântica.
Hirundinea ferruginea bellicosa se distribui pelo centro e leste da América do Sul, incluindo o leste do Paraguai, nordeste da Argentina e Uruguai, no sul e leste do Brasil inclusive em toda a Mata Atlântica.
             
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Pé-vermelho
Socozinho Avoante
Amazonetta brasiliensis Butorides striata Zenaida auriculata
     
Há duas subespécies, ambas ocorrem no Brasil e na Mata Atlântica. Amazonetta b. brasiliensis ocorre no leste da Colômbia, norte e leste da Venezuela, Guiana Britânica e norte e nordeste e sudeste
Ocorrem vinte e uma subespécies, das quais uma ocorre no Brasil. É uma espécie cosmopolita. Butorides s. striata ocorre por toda a América do Sul, incluindo todo o Brasil e toda a Mata Atlântica.
Tem entre vinte e dois e vinte e oito centímetros. Possui o alto da cabeça cinza; garganta esbranquiçada; lado dorsal marrom-oliváceo; lado ventral com vináceo claro; ponta da causa esbranquiçada.
             
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Frango-d'água
Pica-pau-verde-barrado Tucano-de-bico-preto
Gallinula galeata Colaptes melanochloros Ramphastos vitellinus
     
Alimenta-se tanto na água quanto no solo e quando se assusta, “corre” rapidamente sobre a água batendo as asas até alçar voos curtos.
Ocorrem cinco subespécies, das quais três estão no Brasil e duas na Mata Atlântica. Distribui-se amplamente pelo leste da América do Sul, ocorrendo do extremo leste da Amazônia ao centro da Argentina
Tem entre 45 e 61 centímetros. Bico preto com faixa basal amarela; pela nua da cabeça vermelha; peito laranja-avermelhado; supracaudais vermelhas; olhos azuis
             
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Ema
Cavalaria Pitiguari
Rhea americana Paroaria capitata Cyclarhis gujanensis
     
A ema é endêmica da América do Sul e é a maior ave das Américas. Há cinco subespécies, das quais três ocorrem no Brasil. Pode medir até 1 metro e 60 centímetros.
Há duas subespécies, das quais uma ocorre no Brasil, Paroaria c. capitata. Com ocorrência no Paraguai, norte da Argentina, sudoeste e sudeste do Brasil.
Alimenta-se de insetos e às vezes lagartixas e filhotes de outras aves. É mais ouvido do que visto e vocaliza durante o dia todo, até mesmo nas horas mais quentes.
             
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Pintadinho
Cardeal Carcará
Drymophila squamata Paroaria coronata Caracara plancus
     
É endêmico do Brasil. Há duas subespécies, ambas ocorrem no Brasil. Atinge 11 centímetros. O macho de Drymophila s. squamata possui o alto da cabeça e faixa pós-ocular pretos.
Habita matas abertas, campos arbustivos e fazendas. Alimenta-se de sementes e insetos. Visita comedouros com sementes no Pantanal. Vivem em casais na época reprodutiva e em bandos com até 20 indivíduos em outras épocas do ano.
Espécie monotípica com ampla distribuição pela América do Sul, ocorrendo por todo o Brasil extra-amazônico, sul do Peru e Bolívia a Terra do Fogo, incluindo toda a Mata Atlântica.
             
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Cegonha-bico-de-sapato
Papagaio-verdadeiro Pombas goura
Balaeniceps rex Amazona aestiva Sofrem com a perda de habitat e caça para alimentação, uso de suas penas e comércio.
     
Parente próximo dos pelicanos, mas com aparência de cegonha. Seu bico em forma de tamanco deu origem a seu nome em inglês – shoebill.
O verde da plumagem de Amazona a. xanthopteryx é mais claro e as penas são marginadas de preto; a cabeça é amarela e azul bem claro; o encontro da asa é amarelo ou laranja.
As quatro espécies possuem diferenças na plumagem. Duas espécies estão ameaçadas e as outras duas estão quase ameaçadas pela avaliação global.
             
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Saíra-sete-cores
A vida dos rapinantes: O fenômeno da migração Canário-da-terra
Tangara seledon Alguns rapinantes chegam ao Brasil durante o inverno do hemisfério sul ou do hemisfério norte Sicalis flaveola
     
A espécie saíra-sete-cores (Tangara seledon) pertence à família Thraupidae e é monotípica, ou seja, não há subespécies. Endêmica da Mata Atlântica, sua distribuição ocorre de modo contínuo
Ocorrem migrações entre diversas famílias de rapinantes como Falconidae, Accipitridae, Pandionidae e Cathartidae. Entre os Strigiformes, que abrange as corujas e suindaras não há relatos no Brasil de espécies migratórias.
Espécie com ampla distribuição pela América do Sul. O canário-da-terra (Sicalis flaveola) pertence à família Thraupidae e mede em torno de 14 centímetros de comprimento.
             
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Tuiuiú
A vida dos rapinantes: Morfologia e anatomia A vida dos rapinantes: Reprodução
Jabiru mycteria A visão, audição, os diferentes formatos de bicos, pés e asas relacionam-se aos modos de vida Conhecer os hábitos reprodutivos é importante para os programas de reprodução e conservação das aves de rapina
     
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Apresenta ampla distribuição pela América Central e América do Sul a leste dos Andes. Populações esparsas ocorrem do sul do México até o norte da Argentina e Uruguai.
O termo rapina tem origem latina e está relacionado à forma como algumas aves predadoras obtêm alimento. As espécies possuem algumas características em comum, mas a morfologia varia entre as ordens.
Os padrões reprodutivos dos rapinantes são bastante diversos, devido aos diferentes grupos taxonômicos. Conhecer estes padrões é importante para a conservação das espécies.
             
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A vida dos rapinantes: Famílias
Gavião-belo Tucano-de-bico-verde
Os rapinantes estão distribuídos em 7 famílias com características peculiares Busarellus nigricollis Ramphastos dicolorus
     
A palavra rapina, de origem latina significa o ato de roubar com violência, mas refere-se apenas a maneira de obtenção do alimento de algumas aves predadoras.
Busarellus n. nigricollis ocorre desde o México para o sul até a Amazônia, do oeste até o leste do Equador, leste do Peru, Venezuela, Guianas, Trinidad e para o sul até o leste da Bolívia e em todo o Brasil.
Atinge 50 centímetros. O lado dorsal, as asas, cauda e baixo abdômen possuem coloração preta com pouco brilho azul; bico verde-amarelado com faixa basal preta; o peito é amarelo com grande mancha central laranja; faixa vermelha
             
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Seriema
Saracura-do-mato Arara-azul-grande
Cariama cristata Aramides saracura Anodorhynchus hyacinthinus
     
Espécie monotípica, restrita a região leste da América do Sul. Leste da Bolívia, Paraguai, Uruguai, centro da Argentina, nordeste, sudeste e centro-oeste do Brasil.
A saracura-do-mato (Aramides saracura) pertence à família Rallidae da Ordem Gruiformes. É uma espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies e é endêmica da Mata Atlântica.
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Ocorre no sudeste da Bolívia e nordeste do Paraguai. No Brasil, está presente no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Piauí, Pará
             
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Periquito-de-cabeça-preta
Martim-pescador-da-mata João-pinto
Aratinga nenday Chloroceryle inda Icterus croconotus
     
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Apresenta distribuição pelo sudeste da Bolívia, sudoeste do Brasil através do centro do Paraguai até o norte da Argentina.
Tem 24 centímetros. Chloroceryle i. inda tem o lado dorsal verde-escuro; macho com garganta ocre e lado ventral marrom-avermelhado; fêmea com o peito barrado de branco e preto.
Há duas subespécies, ambas ocorrem no Brasil. Icterus c. strictifrons incide no leste da Bolívia até o sudoeste do Brasil, no estado do Mato Grosso e no Chaco do Paraguai e também no norte
             
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Mutum-de-penacho
Martim-pescador-grande Arara-canindé
Crax fasciolata Megaceryle torquata Ara ararauna
     
Habita florestas, matas abertas, matas de galeria, capoeiras e pântanos. Terrícola e em geral tímido. Quando assustado refugia-se em árvores e emite finos assobios.
Apresenta ampla distribuição, do sul dos Estados Unidos a Terra do Fogo. Há três subespécies, das quais uma ocorre no Brasil. Megaceryle t. torquata.
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Sua distribuição é ampla, ocorria historicamente do leste do Panamá até o sul do Brasil e norte da Argentina.
             
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Gavião-preto
Aracuã-do-pantanal Gralha-do-pantanal
Urubitinga urubitinga Ortalis canicollis Cyanocorax cyanomelas
     
Sua distribuição é ampla, do México ao norte da Argentina. Há duas subespécies, das quais uma ocorre no Brasil. Urubitinga u. urubitinga ocorre no leste do Panamá a oeste dos Andes até o oeste do Equador
Tem entre 50 e 56 centímetros. Apresenta plumagem apagada, parte nua da garganta avermelhada; cabeça e pescoço cinza; cauda escura com retrizes externas (penas da cauda) marrom-avermelhado (visível em voo).
Espécie monotípica, ou seja, não há subespécies. Ocorre no sudeste do Peru, leste da Bolívia, Paraguai, norte da Argentina, Uruguai; oeste, sudoeste, sudeste e sul do Brasil.
             
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Tucano-toco
Fogo-apagou Periquito-rei
Ramphastos toco Columbina squammata Eupsittula aurea
     
Ramphastos toco toco ocorre no sudeste do Peru, Guianas e norte do Brasil para o sul ao longo da costa até o Pará e Maranhão, subindo o Rio Amazonas até Manaus. Ocorre nos estados do Amapá, Pará, Maranhão.
Espécie restrita a América do Sul. Há duas subespécies, das quais uma ocorre no Brasil. Columbina s. squammata ocorre no leste da Bolívia, Paraguai e nordeste da Argentina (Missiones).
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Restrita a região centro-leste da América do Sul. Sudeste do Peru; sul do Suriname; leste da Bolívia, Paraguai; norte da Argentina; norte, nordeste, centro-oeste e sudeste do Brasil.
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Arara-vermelha Urubu-de-cabeça-preta Dia do (Martim) Pescador
Ara chloropterus Coragyps atratus Conheça uma família de exímios pescadores
     
A arara-vermelha é uma espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Sua distribuição atinge o leste do Panamá através das planícies da Colômbia, Venezuela, Guianas e Brasil
Os urubus são aves, muitas vezes mal compreendidas por se alimentarem de animais mortos. Cercado de crendices, geralmente envolvendo má sorte e morte.
A Família Alcedinidae, que reúne os martins-pescadores, pertence a Ordem Coraciiformes, que é composta por mais 5 famílias: Coraciidae, Brachypteraciidae
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Pinguim-imperador Tico-tico Pica-pau-do-campo
Aptenodytes forsteri Zonotrichia capensis Colaptes campestris
     
Entre as várias espécies de pinguins, o imperador se destaca por seu tamanho e sua capacidade incrível para nadar, mas como outras espécies também corre risco
O pequeno topete, as estrias da cabeça e o colar ferrugíneo são característicos da espécie que mede 15 centímetros, geralmente menos pronunciados no sexo
Colaptes campestris é um pica-pau grande, atinge 32 centímetros. Ocorrem duas subespécies, Colaptes c. campestris que habita desde o Sul do Suriname, leste
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Gavião-carijó João-de-barro A vida dos psitacídeos
Rupornis magnirostris Funarius rufus Psittacidae
     
Rupornis magnirostris ocorre em todo o país e é o gavião mais abundante do país. Habita campos, cerrados, bordas de matas e áreas urbanas, até 2.000 metros
O João-de-barro é uma das aves mais populares do Brasil e é conhecido por muitos por causa de seu ninho em formato de forno. A espécie possui 19 centímetros.
Poucos grupos de aves são tão fáceis de serem reconhecidos, quanto os psitacídeos. Das araras da América do Sul até as cacatuas da Austrália
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Príncipe (Pyrocephalus rubinus)
 
 
 

 

     
       
       
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