Gralha-do-pantanal (Cyanocorax cyanomelasa)
 
Cegonha-bico-de-sapato
Papagaio-verdadeiro Pombas goura
Balaeniceps rex Amazona aestiva Sofrem com a perda de habitat e caça para alimentação, uso de suas penas e comércio.
     
Parente próximo dos pelicanos, mas com aparência de cegonha. Seu bico em forma de tamanco deu origem a seu nome em inglês – shoebill.
O verde da plumagem de Amazona a. xanthopteryx é mais claro e as penas são marginadas de preto; a cabeça é amarela e azul bem claro; o encontro da asa é amarelo ou laranja.
As quatro espécies possuem diferenças na plumagem. Duas espécies estão ameaçadas e as outras duas estão quase ameaçadas pela avaliação global.
             
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Saíra-sete-cores
A vida dos rapinantes: O fenômeno da migração Canário-da-terra
Tangara seledon Alguns rapinantes chegam ao Brasil durante o inverno do hemisfério sul ou do hemisfério norte Sicalis flaveola
     
A espécie saíra-sete-cores (Tangara seledon) pertence à família Thraupidae e é monotípica, ou seja, não há subespécies. Endêmica da Mata Atlântica, sua distribuição ocorre de modo contínuo
Ocorrem migrações entre diversas famílias de rapinantes como Falconidae, Accipitridae, Pandionidae e Cathartidae. Entre os Strigiformes, que abrange as corujas e suindaras não há relatos no Brasil de espécies migratórias.
Espécie com ampla distribuição pela América do Sul. O canário-da-terra (Sicalis flaveola) pertence à família Thraupidae e mede em torno de 14 centímetros de comprimento.
             
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Tuiuiú
A vida dos rapinantes: Morfologia e anatomia A vida dos rapinantes: Reprodução
Jabiru mycteria A visão, audição, os diferentes formatos de bicos, pés e asas relacionam-se aos modos de vida Conhecer os hábitos reprodutivos é importante para os programas de reprodução e conservação das aves de rapina
     
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Apresenta ampla distribuição pela América Central e América do Sul a leste dos Andes. Populações esparsas ocorrem do sul do México até o norte da Argentina e Uruguai.
O termo rapina tem origem latina e está relacionado à forma como algumas aves predadoras obtêm alimento. As espécies possuem algumas características em comum, mas a morfologia varia entre as ordens.
Os padrões reprodutivos dos rapinantes são bastante diversos, devido aos diferentes grupos taxonômicos. Conhecer estes padrões é importante para a conservação das espécies.
             
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A vida dos rapinantes: Famílias
Gavião-belo Tucano-de-bico-verde
Os rapinantes estão distribuídos em 7 famílias com características peculiares Busarellus nigricollis Ramphastos dicolorus
     
A palavra rapina, de origem latina significa o ato de roubar com violência, mas refere-se apenas a maneira de obtenção do alimento de algumas aves predadoras.
Busarellus n. nigricollis ocorre desde o México para o sul até a Amazônia, do oeste até o leste do Equador, leste do Peru, Venezuela, Guianas, Trinidad e para o sul até o leste da Bolívia e em todo o Brasil.
Atinge 50 centímetros. O lado dorsal, as asas, cauda e baixo abdômen possuem coloração preta com pouco brilho azul; bico verde-amarelado com faixa basal preta; o peito é amarelo com grande mancha central laranja; faixa vermelha
             
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Seriema
Saracura-do-mato Arara-azul-grande
Cariama cristata Aramides saracura Anodorhynchus hyacinthinus
     
Espécie monotípica, restrita a região leste da América do Sul. Leste da Bolívia, Paraguai, Uruguai, centro da Argentina, nordeste, sudeste e centro-oeste do Brasil.
A saracura-do-mato (Aramides saracura) pertence à família Rallidae da Ordem Gruiformes. É uma espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies e é endêmica da Mata Atlântica.
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Ocorre no sudeste da Bolívia e nordeste do Paraguai. No Brasil, está presente no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Piauí, Pará
             
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Periquito-de-cabeça-preta
Martim-pescador-da-mata João-pinto
Aratinga nenday Chloroceryle inda Icterus croconotus
     
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Apresenta distribuição pelo sudeste da Bolívia, sudoeste do Brasil através do centro do Paraguai até o norte da Argentina.
Tem 24 centímetros. Chloroceryle i. inda tem o lado dorsal verde-escuro; macho com garganta ocre e lado ventral marrom-avermelhado; fêmea com o peito barrado de branco e preto.
Há duas subespécies, ambas ocorrem no Brasil. Icterus c. strictifrons incide no leste da Bolívia até o sudoeste do Brasil, no estado do Mato Grosso e no Chaco do Paraguai e também no norte
             
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Mutum-de-penacho
Martim-pescador-grande Arara-canindé
Crax fasciolata Megaceryle torquata Ara ararauna
     
Habita florestas, matas abertas, matas de galeria, capoeiras e pântanos. Terrícola e em geral tímido. Quando assustado refugia-se em árvores e emite finos assobios.
Apresenta ampla distribuição, do sul dos Estados Unidos a Terra do Fogo. Há três subespécies, das quais uma ocorre no Brasil. Megaceryle t. torquata.
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Sua distribuição é ampla, ocorria historicamente do leste do Panamá até o sul do Brasil e norte da Argentina.
             
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Gavião-preto
Aracuã-do-pantanal Gralha-do-pantanal
Urubitinga urubitinga Ortalis canicollis Cyanocorax cyanomelas
     
Sua distribuição é ampla, do México ao norte da Argentina. Há duas subespécies, das quais uma ocorre no Brasil. Urubitinga u. urubitinga ocorre no leste do Panamá a oeste dos Andes até o oeste do Equador
Tem entre 50 e 56 centímetros. Apresenta plumagem apagada, parte nua da garganta avermelhada; cabeça e pescoço cinza; cauda escura com retrizes externas (penas da cauda) marrom-avermelhado (visível em voo).
Espécie monotípica, ou seja, não há subespécies. Ocorre no sudeste do Peru, leste da Bolívia, Paraguai, norte da Argentina, Uruguai; oeste, sudoeste, sudeste e sul do Brasil.
             
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Tucano-toco
Fogo-apagou Periquito-rei
Ramphastos toco Columbina squammata Eupsittula aurea
     
Ramphastos toco toco ocorre no sudeste do Peru, Guianas e norte do Brasil para o sul ao longo da costa até o Pará e Maranhão, subindo o Rio Amazonas até Manaus. Ocorre nos estados do Amapá, Pará, Maranhão.
Espécie restrita a América do Sul. Há duas subespécies, das quais uma ocorre no Brasil. Columbina s. squammata ocorre no leste da Bolívia, Paraguai e nordeste da Argentina (Missiones).
Espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Restrita a região centro-leste da América do Sul. Sudeste do Peru; sul do Suriname; leste da Bolívia, Paraguai; norte da Argentina; norte, nordeste, centro-oeste e sudeste do Brasil.
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Arara-vermelha Urubu-de-cabeça-preta Dia do (Martim) Pescador
Ara chloropterus Coragyps atratus Conheça uma família de exímios pescadores
     
A arara-vermelha é uma espécie monotípica, ou seja, não ocorrem subespécies. Sua distribuição atinge o leste do Panamá através das planícies da Colômbia, Venezuela, Guianas e Brasil
Os urubus são aves, muitas vezes mal compreendidas por se alimentarem de animais mortos. Cercado de crendices, geralmente envolvendo má sorte e morte.
A Família Alcedinidae, que reúne os martins-pescadores, pertence a Ordem Coraciiformes, que é composta por mais 5 famílias: Coraciidae, Brachypteraciidae
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Pinguim-imperador Tico-tico Pica-pau-do-campo
Aptenodytes forsteri Zonotrichia capensis Colaptes campestris
     
Entre as várias espécies de pinguins, o imperador se destaca por seu tamanho e sua capacidade incrível para nadar, mas como outras espécies também corre risco
O pequeno topete, as estrias da cabeça e o colar ferrugíneo são característicos da espécie que mede 15 centímetros, geralmente menos pronunciados no sexo
Colaptes campestris é um pica-pau grande, atinge 32 centímetros. Ocorrem duas subespécies, Colaptes c. campestris que habita desde o Sul do Suriname, leste
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Gavião-carijó João-de-barro A vida dos psitacídeos
Rupornis magnirostris Funarius rufus Psittacidae
     
Rupornis magnirostris ocorre em todo o país e é o gavião mais abundante do país. Habita campos, cerrados, bordas de matas e áreas urbanas, até 2.000 metros
O João-de-barro é uma das aves mais populares do Brasil e é conhecido por muitos por causa de seu ninho em formato de forno. A espécie possui 19 centímetros.
Poucos grupos de aves são tão fáceis de serem reconhecidos, quanto os psitacídeos. Das araras da América do Sul até as cacatuas da Austrália
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Príncipe (Pyrocephalus rubinus)
 
 
 

 

     
       
       
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