São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  24/07/2007
  Degradação de pastagens é o principal problema ambiental da criação de búfalos no Amapá
 

Na pecuária do Amapá, o rebanho de búfalos já é três vezes maior do que o bovino. Porém, a quantidade não é proporcional à qualidade do manejo dos animais e da pastagem. Essa distorção provoca problemas ambientais como degradação das pastagens, diminuição de animais silvestres e surgimento de plantas invasoras, principalmente o algodão bravo. De acordo com o pesquisador da Embrapa Amapá, Paulo Meirelles, toda atividade humana causa impacto ao meio ambiente. "No caso da pecuária, o impacto é minimizado ou ampliado dependendo da gestão da propriedade onde são criados os animais", ressalta Meirelles.

Embrapa
Algodão bravo: problema ambiental no Amapá

O rebanho de búfalos no Amapá é estimado em torno de 180 mil pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), enquanto o de gado bovino está em cerca de 60 mil cabeças. Os bubalinos estão distribuídos em áreas inundáveis do Estado, nos municípios de Amapá, Pracuúba, Cutias do Araguary, entre outras localidades da costa do Amapá.

A realidade mostra que a maioria dos criadores de búfalos não faz o manejo adequado das pastagens, mantendo um número de animais maior do que a pastagem suporta. É por isso que acontece a degradação da pastagem, ou seja, a cada ano o pasto vai perdendo a produtividade e esta condição por sua vez causa os impactos ambientais. "É necessário que os produtores ajustem os animais à quantidade de pastos, é uma mudança de foco procurar a qualidade em vez de quantidade. As áreas de pastos estão sendo manejadas com número de animais superior ao que a pastagem suporta", observou Paulo Meirelles.

Embrapa
Búfalos no Amapá

ALGODÃO BRAVO - Um dos problemas que resultam do modo equivocado na criação de búfalos no Amapá é o aparecimento da planta chamada algodão bravo. Esse problema já se acumula há cerca de 25 anos. Hoje é a principal planta invasora dos pastos do Amapá. Estudiosos do assunto apontam que existem cerca de 100 mil hectares de pastagem nativa do estado atingidos pelo algodão bravo, um arbusto que se dissemina rapidamente, e por ser uma planta tóxica mata o animal.

O uso de herbicida no algodão bravo, entretanto, não é recomendado, porque no Ministério da Agricultura não existe registrado nenhum princípio ativo para matar esta planta. Uma forma de combate recomendado pela Embrapa é a roçagem controlada, um processo lento, mas que é necessário para tentar controlar o avanço intenso do algodão bravo nos pastos do estado. "No Amapá, o problema atingiu uma proporção tão grande que está difícil o controle. Tem que haver uma mudança de consciência e não achar que a natureza é quem tem de cuidar dos búfalos. A solução é ajustar o número de animais à área de pastagem. Quando põe animais demais, o pasto enfraquece e morre e o algodão bravo toma conta", diz Paulo Meirelles.

Embrapa
Algodão bravo invade campos inundáveis

HISTORICO - Os fatores que incentivaram a criação de búfalos no Amapá são a rusticidade e adaptação a ambientes inundáveis, resistência a doenças, e manejo simplificado. O programa de incentivo a bubalinocultura nasceu em 1975, ou seja, há 32 anos. A quase totalidade do rebanho bovino tem por finalidade a produção de carne (95%), sendo o restante destinado a uma inexpressiva produção de leite, cuja média é de apenas três litros por vaca por dia.

Embrapa
Rebanho de búfalos é três vezes maior que o bovino no Amapá

Quanto aos bubalinos, o Amapá conta com aproximadamente 180 mil cabeças (13,5% do rebanho nacional) e detém o segundo maior rebanho da Amazônia. A pecuária de corte ainda está fortemente marcada pelo uso extensivo da terra e por um baixo padrão zootécnico, o que se reflete na baixa rentabilidade por hectares. No Estado existem 16.709 km2 de pastagens nativas de terras inundáveis e algumas centenas de milhares de hectares de pastagens nativas nos cerrados, pastagens que representam a principal fonte de alimentação dos rebanhos. A integração dos sistemas de pastejo dos campos inundáveis com os de cerrado, tem grande potencial para incrementar a produção pecuária do Amapá, sem a necessidade de desmatar áreas de floresta densa.

Dulcivânia Freitas
Embrapa Amapá

 
  Postado às 20h22
 
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  24/07/2007
  “Jipônibus” ecológico
 

Makati, um município da região metropolitana de Manila, começou a testar o primeiro jeepney, uma mistura de jeep e ônibus. O veículo que é movido através de energia elétrica será ‘reabastecido’ com energia solar e com a combustão de resíduos orgânicos.

Segundo o vice-prefeito de Makati, Jejomar Binay, o jeepney fará um itinerário no distrito financeiro e devido a sua tecnologia ecológica, não emitirá gases poluentes.

Divulgação

Em entrevista a TV filipina ABS-CBN, Binay disse acreditar que esse “Poderia ser o começo de cidades filipinas mais limpas”. Se os testes forem favoráveis, um consórcio entre empresas privadas e públicas, liderado pela companhia de energia solar Solarco e também apoiado pela organização não-governamental Greenpeace, poderá implantar o veículo em outras cidades das Filipinas.

O jeepney é um veiculo comum e muito popular nas Filipinas. Produzido pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial, os filipinos construíam os chassis a partir de restos de jipes dos soldados americanos reforçados com chapas de alumínio. Junto com a idéia também surgiu um dos utilitários mais poluidores do mundo.

Cerca de 63 mil jeepneys “tunados” circulam pelas ruas da capital Manila. Com cores fortes e decorados com enfeites típicos daquele país, são uma atração para os turistas.

Da folha de São Paulo/EFE

 
  Postado às 10h48
 
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  24/07/2007
  Knut recebe milionésimo visitante
 

A holandesa Ilja Arends tornou-se a milionésima visita do urso mais famoso da atualidade. Knut que ficou conhecido em todo o mundo depois que ambientalistas pediram seu sacrifício logo após ser rejeitado por sua mãe no fim do ano passado.

Arends disse que ficou surpresa com a escolha. "Vi na televisão que estavam aguardando o milionésimo visitante. Nós já planejávamos ir ao zôo no dia seguinte", disse.

Reprodução

Recesso na visitação

Apesar do grande sucesso as visitas serão reduzidas. O ursinho, agora com 50 kg, começa a ficar mais perigoso. Por conta disso, seu “pai adotivo”, o criador Thomas Doerflein, que até então, dormia nos mesmo aposentos de Knut terá que mudar seus hábitos.

Knut seguirá agora em carreira solo.

Do Estado de São Paulo/AP

 
  Postado às 10h33
 
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  24/07/2007
  Giramundo apresenta ecologia nos palcos
 

O Grupo teatral mineiro Giramundo está apresentando um Mineteatro Ecológico. O projeto trabalha com bonecos, livros e vídeos. O principal tema da peça é a educação ambiental.

A apresentação que é dividida em cinco episódios será exibido na Ilha Grande, Paraty e Rio de Janeiro; em Regência, no Espírito Santo; Caravelas, Ponta de Areia e Praia do Forte, na Bahia e Ilha de Itamaracá em Pernambuco.

Divulgação

O grupo irá apresentar como principal assunto os diversos ecossistemas brasileiros: Caatinga, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. Além das quarenta apresentações o grupo pretende recolher dados e informações para os próximos episódios do Miniteatro Ecológico: Mangue e Atlântico.

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 09h58
 
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  24/07/2007
  EUA querem proteção para pingüins
 

Baseado nas mudanças climáticas, os Estados Unidos querem avançar na proteção de dez espécies de pingüins, através do Endangered Species Act.

Segundo o departamento responsável pela pesca e pela vida selvagem americano, durante 90 dias, dez espécies de pingüins serão estudadas. Entre os perigos que as aves enfrentam, estão a pesca comercial, a poluição, os contaminantes, a destruição de seu habitat e a mudança climática.

Apesar de nenhuma das espécies estudadas serem nativas dos Estados Unidos, o departamento informa que será "uma proteção limitada e indireta".

"A inclusão tornaria ilegal a participação de certas atividades como a importação ou exportação de espécimes sem permissão do departamento, que somente é dada se a atividade possui um benefício de conservação. Ela também chamaria a atenção internacional para a conversação das espécies", informou um comunicado de departamento.

Da Folha de São Paulo/Associated Press

 
  Postado às 09h47
 
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  07/07/2007
  Live Earth agita oito países na luta contra o aquecimento global
 
Festival para alertar sobre mudança climática, organizado por Al Gore, acontece simultaneamente em oito países: Rio de Janeiro (Brasil), Hamburgo (Alemanha), Londres (Inglaterra), Tóquio (Japão), Sidney (Austrália), Xangai (China), Johannesburgo (África do Sul), Nova York/Washington (EUA), além da Antártida. Veja imagens dos shows.
 
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Estádio de Hamburgo, na Alemanha, pronto para receber o Live Earth.
Kevin Wall, fundador do Live Earth e Al Gore, co-fundador do evento e ambientalista da vez.
   
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Imagem:Getty/Live Earth/Reprodução
Público do Live Earth em Sidney, Austrália.
Jack Johnson em performance na Austrália.
   
Imagem:Getty/Live Earth/Reprodução
Imagem:Live Earth/Reprodução
A banda Wolfmother na versão australiana do Live Earth.
Gary Lightbody do Snow Patrol no Live Earth em Londres, Inglaterra.
   
Imagem:Live Earth/Reprodução
Imagem:Live Earth/Reprodução

Fergie, do Black Eyed Peas, em show na capital londrina.
Phil Collins e Genesis tocam no Live Earth da Inglaterra.
   
Imagem:Live Earth/Reprodução
Imagem:Live Earth/Reprodução
Red Hot Chili Peppers se apresenta em Londres.
Johnny Borrell do Razorlight durante show no estádio de Wembley, em Londres.
   
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Imagem:Live Earth/Reprodução
A cantora colombiana Shakira se apresenta no Live Earth alemão, no estádio de Hamburgo.
Simon Le Bon, do Duran Duran, no Live Earth Londrino.
   
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
James Hetfield e Kirk Hammett do Metallica, durante show em Londres.
Madonna se apresenta no Live Earth Inglaterra.
   
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Dave Grohl, do Foo Fighters, um dos representantes do rock no Live Earth de Londres.
Pussycat Dolls
   
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Beastie Boys tocam em Londres.
Bianca Jagger e crianças de diferentes países pedem a proteção da Terra durante espetáculo do Live Earth em Hamburgo, na Alemanha.
   
Imagem:Getty/Live Earth/Reprodução
Imagem:Getty/Live Earth/Reprodução
Akon se apresenta na versão americana do Live Earth, shows aconteceram em Nova York e Washington.
O rapper Snoop Dogg em performance na arean de Hamburgo, na Alemanha.
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
Imagem:AP/Live Earth/Reprodução
O ator Leonardo DiCaprio apresenta o ex-vice-presidente norte-americano e idealizador do Live Earth, durante show em Nova Jersey (EUA)
Al Gore fala da importãncia do Live Earth e das conseqüências do aquecimento global no estádio dos Giants, Estados Unidos.

Do Live Earth

 
  Postado às 17h40 (atualizado às 23h45)
 
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  06/07/2007
  Live Earth x Live 8, segundo Bob Geldof
 

Chegou. Amanhã (07/07) acontece o Live Earth, evento que promoverá o combate a mudança climática do planeta. Promovido pelo ex-vice-presidente norte-americano Al Gore, os shows acontecerão simultaneamente em oito capitais mundiais...

Mas o que Bob Geldof, músico frustrado e organizador do Live 8 e Live Aid acha desta iniciativa? Veja o que Geldof disse: "Só organizaria esse evento se pudesse ir ao palco e anunciar medidas ambientais concretas aos candidatos à presidência americanos, ao Congresso ou a grandes corporações", informou o site de música NME.

Reprodução/Divulgação
Al Gore na apresentação de seu documentário
Capa de disco de Bob Geldof

Para ele, o show de Gore não tem um objetivo específico, e disse ter ficado “irritado” com o nome Live Earth, pois se parece muito com Live 8...Igualzinho... Aliás, para quem prega a bondade e a cooperação entre os semelhantes, Geldof se mostrou bem egoísta nesta declaração...

Três grandes ações de Bob Geldof:
1 ) Reunir o Black Sabbath (formação original) no Live Aid
2) Reunir o Pink Floyd (formação original) no Live 8
3) Desistir da carreira de músico

Saiba mais sobre o Live Earth.

Reprodução

O que foi o Live 8.

Reprodução

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 21h47
 
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  06/07/2007
  Mamíferos europeus correm risco de extinção
 

Um estudo realizado pela UICN (União Mundial para a Conservação da Natureza), afirma que os mamíferos da Europa correm grande risco de extinção.

Segundo o relatório, um a cada seis animais está em perigo de extinção no continente. Cerca de um quarto (27%) dos mamíferos estão perdendo indivíduos sistematicamente. Entre as espécies mais ameaçadas estão o bisão europeu, a raposa do Ártico, a foca-monge e o lince ibérico.

Divulgação
Filhotes de lince ibérico, uma das espécies mais ameaçadas

O principal motivo desta ação é a destruição e degradação de seus habitats naturais, por conta de desmatamentos, poluição, escassez de água e exploração predatória das espécies e da região como um todo.

O relatório que foi divulgado pela Comissão Européia, aconselha que políticas de conservação natural sejam aplicadas o mais rápido possível e que o desenvolvimento sustentável e equilibrado seja incorporado às atividades européias.

Do Estado de São Paulo/EFE

 
  Postado às 21h31
 
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  06/07/2007
  Idioma dos golfinhos (irlandeses)
 

Cientistas acreditam que golfinhos da região de um estuário do sudoeste da Irlanda possam ter desenvolvido um dialeto próprio.

Segundo a Fundação para os Golfinhos de Shannon (SDWF, na sigla em inglês), que estudou cerca de 120 animais que vivem no rio Shannon, os animais ‘falam a mesma língua’ e que essa comunicação pode ser apenas dos indivíduos daquela região.

"Estamos elaborando um catálogo dos diferentes tipos de assobios que os golfinhos usam, tentando associá-los a determinados comportamentos, como rastrear, descansar ou estabelecer contato com os outros", disse o professor Simon Berrow, diretor do projeto.

Divulgação
Golfinho nariz-de-garrafa

A espécie conhecida como nariz-de-garrafa, que também ocorre no Brasil, teve seus assobios estudados pelo pesquisador Ronan Hickey, qua analisou 1.882 assobios de golfinhos irlandeses e de golfinhos da baía de Cardigan, no País de Gales.

Durante a experiência, Hickey encontrou 32 tipos de assobios que podem ser divididos em seis grupos, e que são usados por os dois conjuntos de golfinhos. No entanto, oito dos assobios só eram usados pelos animais irlandeses.

Segundo o biólogo, os golfinhos utilizam os assobios para se orientarem e localizar presas. "Quando escutei pela primeira vez os sons parecidos com disparos, me surpreendi. Pensava que os cachalotes [cetáceos] eram os únicos que os utilizavam", disse o diretor do projeto.

Do Estado de São Paulo/France Presse

 
  Postado às 21h17
 
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  06/07/2007
  O aquecimento global é bom...
 

É o que acha Michael Griffin, administrador da Nasa. A declaração gerou controvérsias dentro da própria agência espacial.

Griffin declarou não estar certo sobre o combate ao aquecimento global. "Não estou certo de que seja justo dizer que é um problema que devemos combater", disse ele à National Public Radio. Ele classificou de ‘arrogante’ a tentativa de mudar a ‘mudança do clima’.

"Creio que perguntaria quais seres humanos, quando e onde, deveriam ter o privilégio de decidir que este clima em particular que temos aqui hoje, agora, é o melhor clima para todos os outros seres humanos. Creio que é uma posição muito arrogante para as pessoas adotarem", disse.

Já James Hansen, o principal pesquisador da Nasa sobre mudança climática, disse ter ficado surpreso com as declarações do colega. "Quase caí da cadeira", disse Hansen. "Foi uma declaração escandalosa pelo nível de ignorância que mostra em relação à situação atual", concluiu.

Hansen disse ainda, que seu colega Griffin parece desconhecer que 170 países concordam que a mudança climática é um problema grave que deve ser combatido. Mas Griffin afirma que não é responsabilidade da Nasa cuidar da mudança climática. "Não é missão da Nasa fazer política sobre possíveis estratégias para atenuar a mudança climática", informa a nota.

Da France Presse/Folha de São Paulo

 
  Postado às 21h05
 
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  04/07/2007
  Taj Mahal sofre com poluição
 

O famoso monumento construído no século 17, na cidade de Agra, na Índia, está ficando amarelado por causa da ação de poluentes.

Segundo um relatório apresentado por uma comissão do parlamento local, o Taj Mahal deve passar por uma intervenção imediata, caso contrário, a camada de poluição que envolve o mármore branco não poderá ser mais retirada.

Divulgação
Taj Mahal, na Índia.

A construção que foi erguida pelo imperador ShaJahan em memória de sua esposa, é patrimônio tombado pela Unesco. O governo local, já veta a instalação de indústrias no raio de 14 quilômetros ao redor do Taj Mahal e proíbe a circulação de veículos automotores próximos ao monumento.

Mesmo com as restrições, equipamentos que monitoram a região, registram altos índices de dióxido de enxofre entre outros poluentes. Segundo especialistas, a mudança climática também afeta a construção.

O relatório da comissão pede providências à Archeological Survey of Índia, para que o monumento mais visitado da Índia não seja danificado pelos poluentes.

O Taj Mahal é um forte candidato a uma das novas setes maravilhas do mundo.

Do Estado de São Paulo/ANSA

 
  Postado às 18h16
 
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  04/07/2007
  Lago desaparece no Chile
 

Habitantes do extremo sul do Chile ficaram surpresos com o desaparecimento misterioso de um lago na região.

"Em março, patrulhamos a zona e tudo estava normal. Em abril, não pudemos ir. Fomos em maio e encontramos a surpresa de que o lago tinha desaparecido completamente", disse Juan José Romero, diretor regional da Corporação Nacional Florestal à agência de notícias Reuters.

O lago de tamanho médio, ficava na região de Magallanes e era abastecido pelo degelo de glaciares que ficavam a sua volta, e que comumente podia se ver blocos de gelo flutuando.

Agora só restou uma cavidade seca e uma gigantesca fenda. "Só ficaram os icebergs no leito seco do lago e uma rachadura enorme", completou. Segundo Romero, o rio do qual nascia o lago, também desapareceu.

Correm boatos na região que um terremoto ocorrido na área vizinha Aysén, em abril, tenha causado a fenda e, conseqüentemente a vazão da água. A Corporação Nacional Florestal contratou pesquisadores para investigar o fenômeno.

Da Folha de São Paulo/Reuters

 
  Postado às 18h11
 
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  04/07/2007
  Vila japonesa abre temporada de matança de baleias
 

Parece mentira, mas com o intuito de manter a tradição dos negócios, a vila de Wada, no Japão, convida excursões escolares para assistir o primeiro corte de baleia da nova temporada de caça.

De facas empunhadas e crianças na platéia, os japoneses de Wada retalharam as primeiras vítimas da temporada de caça 2007, e ainda defendem a prática e criticam a comunidade internacional.

Duas baleias foram erguidas com cordas e polias, depois retalhadas em cubos para a venda. Está foi a primeira captura, desde a reunião da CIB (Comissão Internacional Baleeira), que rejeitou a solicitação do Japão para expandir a caça.

Segundo o chefe da Companhia Baleeira Gaibo Hogei, Yoshinori Shoji, as baleias deveriam ter o manejo como qualquer outro recurso natural e rejeita a idéia de que os mamíferos sejam protegidos a qualquer preço.

"Capturamos esta baleia a apenas 20 km da costa, e os europeus e americanos vêm aqui e: ‘Parem! ’”, queixou-se ele. "Eles podem interferir com tanta facilidade?"

Esta prática é exercida na região de Wada desde o século 17, Shoji é um caçador de baleias de terceira geração. No entanto a CIB representa um entrave para Wada e mais três vilas.

Desde 1986, quando foi imposta pela CIB uma moratória da caça à baleia, o Japão tenta derrubar as restrições sem sucesso. Porém, a cada ano o governo japonês libera, por conta própria, a caça de 66 baleias por ano, com a desculpa de que os exemplares capturados são utilizados em pesquisas.

Proteção na América Latina

Já em Montevidéu, no Uruguai, representantes de governos e organizações não-governamentais, discutem formas de exploração não letal dos cetáceos .

Eles querem promover iniciativas na América Latina em prol da preservação das baleias. O encontro chamado "Baleias, Um Recurso Compartilhado", defende o direito das nações para utilizar os recursos baleeiros com sua proteção integrada.

Segundo Miguel Iñiguez, da ONG Cethus da Argentina, um dos pontos discutidos foi a adequação e regulamentação da observação dos cetáceos, como forma de ecoturismo e fonte de renda. Iñiguez destacou que a Argentina já desenvolve essa atividade desde 1983.

Argentina, Brasil, Chile Peru e México são países que nos últimos anos fortaleceram a CIB e defendem a proteção das baleias e o fim da caça comercial e científica em todo o mundo

Da Folha de São Paulo/Ansa

 
  Postado às 18h01
 
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  02/07/2007
  Crocodilo em lua de mel
 

Jantan, um crocodilo de 4,7 metros e 470 quilos, segundo registros do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais, o maior gavial-da-malásia, terá uma viagem de lua de mel.

O crocodilo foi levado para um centro de reprodução no estado de Selangor, onde terá companhia de quatro fêmeas a sua escolha.

"Ele tem a força e a agressão necessárias então estamos esperançosos", disse o veterinário Zainal Zahari à agência de notícias AP.

Segundo os veterinários, a reprodução do gavila em cativeiro é muito difícil, pois essa espécie necessita de um ambiente semelhante ao seu habitat natural, os pântanos e rios das florestas de Sumatra e Bornéu.

Zahari, diz que o gavial, ou Tomistoma schlegelli é inofensivo e sua dieta é composta basicamente de peixes.

Estudos mostram que existam apenas 2 mil exemplares desta espécie no sudeste da Ásia. As fêmeas depositam cerca de 16 ovos e monitoram o ninho a quatro metros de distância.

Despejo de jacaré

Já em Los Angeles, na Califórnia (EUA), um jacaré que vivia desde 2005 em um lago da cidade foi capturado depois de escapar várias vezes das autoridades.

O réptil batizado de Reggie chamou a atenção da imprensa local, quando apareceu pela primeira vez em abril de 2006. O animal estava vivendo no lago Machado, de 2,3 km², no jardim público Harbor City (sul de Los Angeles).

Depois de várias tentativas frustradas Reggie foi capturado e levado para o Zoológico de Los Angeles, há 50 km de sua casa (o lago). A impressa local acompanhou ao vivo o transporte até o zôo.

Segundo a prefeitura, cerca de US$ 200 mil foram gastos para capturar o jacaré. O animal chegou até o lago através, de um cidadão que o mantinha em cativeiro, mas resolveu abandoná-lo, depois de perceber que Reggie crescia demais.

Anthony Brewer, antigo dono de Reggie, foi condenado a 3 anos de liberdade condicional e a 45 horas de trabalhos comunitários. A condenação deveu-se a Reggie ser um aligátor, nativo da Flórida, portanto de posse ilegal, segundo as leis daquele estado.

Da Folha de São Paulo/France Presse

 
  Postado às 22h33
 
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  02/07/2007
  Taz em perigo
 

Um câncer devastador está reduzindo a população do maior marsupial carnívoro da Tasmânia, e a notícia fez com que a produtora Warner Brothers convocasse Pernalonga, Patolino e toda a turma de seus desenhos animados para salvar o diabo da Tasmânia.

E um dos integrantes da trupe de Pernalonga é o Taz (um demônio da Tasmânia). Segundo a agência australiana AAP, a Warner lançara 31 DVDs, com 11 novos títulos e parte dos lucros será destinado à campanha na ilha da Tasmânia. Por causa do câncer, a população do animal já caiu pela metade.

Wayne McLean/Domínio Público
Diabo-da-tasmânia

Os fundos obtidos com a campanha intitulada “Looney Tunes to the Rescue” serão administrados pela Universidade da Tasmânia. Os DVDs chegam às lojas a partir de 4 de julho em toda a Austrália.

Se a epidemia de câncer facial, que afeta a espécie desde a década de 90, não for controlada, o demônio da Tasmânia (Sarcophilus laniarius), que é o maior marsupial carnívoro do mundo, estará fadado a integrar a lista de animais ameaçados de extinção.

Divulgação
Taz, personagem da Turma do Pernalonga.

Apesar de não haver certeza, pesquisadores acreditam que a doença tem se transmitido através das mordidas, comuns na disputa de comida entre os demônios. Há ainda a concorrência com raposas, uma espécie que foi introduzida na ilha da Tasmânia há seis anos e pode estar agravando o problema.

Do Estado de São Paulo/EFE

 
  Postado às 22h17
 
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  02/07/2007
  Sheryl Crow: menos papel higiênico pela preservação do planeta
 

Uma visita ao banheiro, um quadrado de papel higiênico. É o que deseja a cantora.

O meio artístico parece ter entrado definitivamente na luta contra o aquecimento global. A cantora norte-americana Sheryl Crow, sugere que as pessoas economizem papel higiênico. Ela publicou em seu site a idéia de limitar o número de quadrados do papel higiênico em cada visita ao banheiro.

Segundo a cantora, ela tem pensado em maneiras simples de combater o aquecimento global e a destruição das florestas. "Minhas idéias ainda estão se desenvolvendo. Uma das minhas favoritas é na área de preservação de árvores", diz.

Reprodução/Divulgação
Cantora americana Sheryl Crow

"Proponho que se imponha um limite sobre a quantidade de quadrados de papel higiênico que usamos cada vez que vamos ao banheiro", disse. "Não quero privar os americanos de seus direitos sagrados, mas acredito que somos pessoas suficientemente aplicadas para que nos adaptemos a usar apenas um quadrado para cada ida ao banheiro, exceto, claro, nas ocasiões em que pode ser necessário usar dois ou três".

Menos lenços

A cantora vai além na preservação das árvores: "Desenhei uma linha de roupas que tem algo denominado 'mangas para jantar'. A manga é removível e pode ser substituída por outra após ser usada", tenta explicar.

"O desenho permitirá que a pessoa limpe a boca com a manga, em vez de usar outro produto de papel (...) Essa idéia também poderia ser usada por quem estiver com um forte resfriado", eca!

E para finalizar Crow quer realizar um “reality show”, onde o vencedor seria aquele que conseguir ser mais amigável a natureza, como prêmio um contrato de gravação.

Da France Presse/Folha de São Paulo

 
  Postado às 22h05
 
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  02/07/2007
  As aventuras de Knut
 

Condecoração ao alemão

Uma petição com mais de 500 assinaturas, pede a condecoração de Thomas Doerflein, 43, tratador do zoológico de Berlim, que “adotou” o ursinho polar Knut.

Desde seu nascimento, em 5 de dezembro de 2006, Doerflein, vem cuidando de Knut, que foi abandonando, junto com o seu irmão gêmeo, pela mãe Tosca, logo após o parto.

A petição disponível na internet, pede ao prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, que ajude na condecoração a Ordem do Mérito Federal (Bundesverdienstkreuz), em alemão.

O texto está disponível em nove línguas: inglês, finlandês, francês, grego, chinês, italiano, alemão, polonês e crioulo.

Separação

Segundo os responsáveis pelo zoológico de Berlim, está chegando a hora da separação de ‘pai’ e ‘filho’ entre o tratador Thomas Doerflein e o urso polar Knut.

Knut, que virou símbolo nacional está crescendo e logo desenvolverá defesas naturais o que colocará Doerflein em perigo. Patas fortes, garras afiadas e dentes pontiagudos serão um ‘empecilho’ entre os dois amigos que ficaram famosos em milhares de fotos juntos.

Reprodução/Divulgação
Ursinho Knut já acostumado com as câmeras.

"O período que Doerflein tem para continuar por perto sem correr nenhum perigo é de no máximo oito semanas. O contato direto com a boca e a mandíbula do animal poderá provocar graves ferimentos nas pessoas", disse Bernhard Blaszkiewitz, diretor do zoológico de Berlim ao jornal "Bild".

Knut já foi visto por mais de 750 mil pessoas nos últimos meses.

Knut vai virar literatura infantil

A editora norte-americana Scholastic, da série "Harry Potter", comprou os direitos de um livro infantil sobre Knut. O urso, que ficou famoso em todo mundo, já havia se transformado em mascote da campanha contra o aquecimento global da ONU, Organização das Nações Unidas.

O conto, escrito por Craig Hatkoff e suas filhas Juliana e Isabella, estará á venda na Alemanha e nos Estados Unidos em breve, informou a direção do zoológico de Berlim e o grupo americano Turtle Pond.

"Knut ganhará o coração de milhões de leitores no mundo todo e chamará a atenção para os perigos da catástrofe climática", disse o porta-voz do zôo, Gerald R. Uhlich.

Além do livro, a editora promete lançar um site e vários produtos com Knut como principal estrela.

A morte de Knut

Jogo online que mata o urso Knut gera protestos de zoológico de Berlim. Segundo o jornal britânico Metro, um jogo na internet, que tem o objetivo de matar o ursinho preferido da Alemanha, incitou a ira dos chefes do zôo.

O jogo em que o urso explode e dissolve em uma poça de sangue, quando atingido, foi classificado pelo jornal como ‘engraçado e doentio’. A cada assassinato de Knut o jogador ganha 300 pontos. O Metro ainda diz que cerca de 21 mil pessoas se registraram no site e atingiram altas pontuações.

O porta-voz dos criadores do jogo on-line disse que eles jamais torturariam ou matariam um animal de verdade.

Conheça o Blog do Knut

Da Folha de São Paulo/Ansa/EFE

 
  Postado às 21h51
 
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