São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  22/08/2007
  Expedição desbrava a Amazônia e descobre novas espécies
 
Pesquisadores encontram novas espécies durante realização de expedição na Amazônia brasileira. Veja as imagens.
   
Eduardo Henrique Wienskoski/Divulgação
Eduardo Henrique Wienskoski/Divulgação
Besouro do grupo Escarabídeos
Nova espécie de aracnídeo
   
Eduardo Henrique Wienskoski/Divulgação
Mario Cohn-Haft/Divulgação
Verme terrestre
Várias espécies de aranhas são descobertas
   
Pedro Lage Viana/Divulgação
Pedro Lage Viana/Divulgação
Amblipígeo de hábitos noturnos
Espécie de borboleta descoberta durante expedição
   
Pedro Lage Viana/Divulgação
Pedro Lage Viana/Divulgação
Expedição encontra novas espécies
Pesquisador segura urutau
   
Pedro Lage Viana/Divulgação
Pedro Lage Viana/Divulgação
Novas espécies descobertas na Amazônia
Pesquisadores registram novas espécies

Da Folha de São Paulo/Portal G1

 
  Postado às 12h37
 
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  22/08/2007
  Esquilo esquenta rabo para enfrentar cascavel
 

Fofinhos, gorduchos e aparentemente indefesos, os esquilos terrestres da Califórnia criaram uma forma criativa e inusitada para defender seus filhotes das mortíferas cascáveis. Eles agitam suas caldas para esquentá-las e desta forma as cobras acreditam que o animal é maior do que parece. Isso porque as cascáveis identificam suas presas através do calor.

Divulgação

Os pesquisadores até o momento não conseguiam entender porque os esquilos balançavam suas caldas, quanto estavam próximos de cascáveis, durante a noite. Mas um grupo de cientistas liderado por Aaron Rundus, da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, suspeitou da atitude e descobriu que algo invisível aos olhos humanos estava acontecendo.

Para provar a teoria, os pesquisadores usaram uma câmera de infravermelho e filmaram vários encontros entre as cascáveis e os esquilos. Utilizando um pequeno robô, que também agitava o rabo constatou que as cascáveis ficavam apreensivas com a presença do dublê de esquilo.

Do Portal G1

 
  Postado às 12h29
 
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  22/08/2007
  Cientistas encontram aranhas-do-mar jurássicas
 

Cientistas franceses encontraram fósseis de 160 milhões de anos. Segundo os pesquisadores as descobertas ajudarão a entender a evolução de espécies semelhantes que vivem nos dias de hoje.

Divulgação
Fóssil de aranha-do-mar encontrado próximo de Lyon, da espécie Palaeopycnogonides gracilis.

As descobertas foram feitas em La Voulte-sur-Rhone, próximo de Lyon, no sudeste da França. O resultado da pesquisa foi divulgado no periódico científico "Proceedings of the Royal Society B". Os pesquisadores disseram que essas descobertas preenchem uma lacuna de 400 milhões de anos sobre os seres estudados.

A equipe liderada por Sylvain Charbonnier identificou 70 aranhas-do-mar de três espécies distintas.

Do portal G1

 
  Postado às 12h22
 
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  22/08/2007
  Carros japoneses são menos poluentes
 

Um estudo publicado pelo cube automobilístico VCD revela que carros japoneses poluem menos que os modelos alemães. Mais eficientes e mais econômicos os carros orientais também fazem pouco barulho comparado com veículos produzidos na Alemanha.

A VCD destacou as marcas Honda, Toyota, Daihatsu e Mazda, que definiu como alternativa ecológica ao ADAC, clube automobilístico alemão. Segundo a lista, dos dez primeiros lugares, sete são japoneses. Um Volkswagen, o VW Pólo Blue Motion e dois franceses, o Citroën C1 1.0 Advance e o Peugeot 107 Petit Filou 70 completam a lista dos dez mais.

Dos 350 automóveis testados, o clube recomenda 71 modelos, que emitem no máximo 140 gramas de dióxido de carbono por quilômetro. A comissão Européia pretende reduzir este nível abaixo de 120 gramas como meta para 2012.

Da France Presse/Folha de São Paulo

 
  Postado às 12h13
 
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  22/08/2007
  Rio Grande do Sul quer preservação dos Pampas
 

O Bioma Pampa estende-se por boa parte do Rio Grande do Sul, seguindo pela Argentina e pelo Uruguai. É um Bioma único no mundo.

Em nenhum outro lugar encontraremos as espécies de plantas e de animais e, tampouco, as expressões socioculturais das populações associadas ao Pampa.

Este site foi criado com o objetivo de centralizar e divulgar as informações disponíveis sobre o Bioma Pampa ou "Campos Sulinos".

Grupo cria site para divulgação dos Pampas.

Reprodução

Juscelita Noetzold

 
  Postado às 12h07
 
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  13/08/2007
  Tilápia ajuda no combate da malária
 

A tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus), muito consumida no Quênia, pode ser a nova arma contra a malária, informou a rede britânica de televisão BBC. Pesquisadores quenianos descobriram que esses peixes, que foram levados para diversos tanques abandonados no oeste do país, ajudam a combater a doença comum em muitos países da África e da Ásia.

Segundo o estudo, publicado na britânica "BMC Public Health", o peixe consegue reduzir em até 94% a quantidade dos insetos transmissores da malária.

O apetite de tilápias por esses insetos já era conhecido desde 1917, mas somente agora cientistas divulgam informações sobre a utilização dos peixes no combate ao mosquito transmissor, que estão cada vez mais resistentes a pesticidas.

Divulgação

O parasita Plasmodium, agente da malária, é transmitido através da picada do mosquito. Na África Subsaariana, uma criança morre de malária a cada 30 segundos e é responsável por 90% dos casos da doença em todo o mundo.

Os pesquisadores do Centro Internacional de Fisiologia e Ecologia de Insetos, com sede no Quênia, dizem que a tilápia pode ser um grande investimento para o país, além de ajudar no combate da malária pode servir como alimento e fonte de renda.

Divulgação
Da EFE/Folha

 
  Postado às 17h22
 
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  13/08/2007
  Juventude das formigas
 

Formigas jovens da espécie Cerapachys biroi acumulam conhecimento durante a juventude que determinam seu comportamento para o resto da vida, é o que diz um estudo publicado na revista “Current Biology”.

Cientistas da Universidade de Paris separaram um grupo de formigas, todas em idade de buscar comida para as larvas. Cada grupo de formigas ficou com um tipo de opção para busca de alimentos: o primeiro com farta oferta de comida e outro sem nenhum tipo de alimento.

Depois de um mês, a primeira metade do grupo se especializou em encontrar alimentos, enquanto o segundo grupo se concentrou em ajudar os mais jovens no interior do ninho.

Divulgação

"A história individual possui um papel na organização das sociedades de insetos. A experiência vivida surge como uma variável fundamental no desenvolvimento do comportamento", disseram os biólogos.

As formigas Cerapachys biroi, vindas do Japão foram escolhidas para a experiência, pois se reproduzem sem fecundação, originando “cópias perfeitas”, diz o estudo.

Divulgação
Da France Presse

 
  Postado às 17h15
 
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  13/08/2007
  Anticoncepcional para pombos
 

Uma associação de Hollywood pretende usar pílulas anticoncepcionais no controle de pombos no famoso distrito de Los Angeles. Segundo Laura Dodson, presidente da Argyle Civic Association, a idéia foi aceita por grupos de defesa dos animais, e parece ser uma solução "mais humana" para o controle das aves.

O contraceptivo chamado OvoControl P, impede o desenvolvimento do ovo, deverá ser misturado à comida deixada para os pombos em telhados, praças e outros locais.

"Nós queremos que as pessoas entendam que têm de parar de alimentar pombos." Segundo o site da Argyle Civic Association, pombos (Columba lívia) podem transmitir doenças como ornitose, criptococose, dermatites, entre outras.

Reprodução

Estima-se que cerca de 5.000 pombos vivam na região de Hollywood, população que, segundo Dodson vem crescendo devido os hábitos das pessoas em alimentar as aves. O programa que deve ser implantado dentro de alguns meses pretende reduzir essa população pela metade.

Da BBC Brasil

 
  Postado às 17h10
 
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  13/08/2007
  Crematório quer reduzir emissão de carbono
 

Segundo uma reportagem do jornal britânico ''The Guardian'', um crematório da Inglaterra quer reduzir a emissão de gases do efeito estufa e para isso está acumulando cadáveres e fazendo uma cremação conjunta.

Com essa alternativa, diversos corpos ficam armazenados no crematório de Haycombe, "uma iniciativa que algumas funerárias temem que possa transtornar familiares dos mortos", diz a matéria.

"Há preocupação de que cremações prejudiquem o meio ambiente", relata o jornal, que diz que "em maio o crematório instalou suas novas fornalhas com equipamento que reduz emissões de mercúrio quando obturações são vaporizadas".

No entanto autoridades de Bath e North East Somerset dizem que a maior parte das cremações será realizada no mesmo dia do funeral, cumprindo normas nacionais, onde todos os corpos devem ser cremados e menos de 24 horas após o funeral, informou Duncan McCallum, da Federação dos Departamentos de Sepultamento e Cremação.

Da Folha de SP

 
  Postado às 17h02
 
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  13/08/2007
  Site ajuda a escolher carro mais ecológico
 

O Departamento de Transporte do Reino Unido acaba de lançar um site que ajuda novos compradores de carros a escolherem veículos mais ecológicos de acordo com suas necessidades.

O "Best on CO2" que utiliza o sistema de feito pela revista "What Car?", disponibiliza um ranking com os modelos por categoria, emissão de poluentes e tipo de combustível.

"Ao escolher um carro com um uso de combustível mais eficiente em sua classe, os motoristas podem reduzir suas emissões de dióxido de carbono em 24% e potencialmente economizar um quarto nos custos de combustível", disse Jim Fitzpatrick, ministro britânico do Transporte.

As informações do site são baseadas em dados das emissões da Agência de Certificação de Veículos, entidade responsável por avaliar as emissões de dióxido de carbono no Reino Unido.

Da Reuters

 
  Postado às 16h55
 
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  13/08/2007
  Biocombustível de arroz
 

O Ministério da Agricultura do Japão quer produzir biocombustíveis a partir de partes não-comestíveis do arrozal. Por enquanto a tecnologia só funciona em escala de laboratório.

"Dispomos de tecnologias para fabricar etanol a partir de partes não aproveitadas do arroz, mas só conseguimos fazê-lo em laboratório", explicou o responsável pelo projeto, Eiichiro Kitamura.

Hoje o etanol é produzido a partir da beterraba, da cana-de-açúcar e do milho. Críticos deste tipo de biocombustível dizem que a tecnologia eleva os preços dos alimentos básicos e ajuda a promover a fome em países pobres.

Foto: Luciana Campos
Biocombustíveis têm a pretenção de preservar as florestas e poluir menos.

"Se conseguirmos fabricar biocombustíveis a partir das partes não-comestíveis das colheitas, este mercado não representará uma competição para os produtos alimentícios", acredita Kitamura.

A alternativa de usar partes não-utilizáveis de alimentos na fabricação de biocombustíveis já é utilizada em outros países, como no Canadá que emprega a palha de trigo.

Da France Presse

 
  Postado às 16h48
 
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  07/08/2007
  Ecologia e meio Ambiente são temas de aula inaugural de Pós-Graduação em Biodiversidade do Amapá
 

O governo brasileiro elaborou o Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) para enfrentar o desequilíbrio entre as regiões. Em torno de 48% dos professores universitários que atuam no Sudeste têm títulos de pós-graduação, enquanto na região Norte apenas 5% cursaram mestrado ou doutorado. O papel da área de ecologia e meio ambiente neste plano de pós-graduação é o tema da aula inaugural da segunda turma dos cursos de Mestrado e Doutorado em Biodiversidade Tropical, implantado ano passado no Amapá.

A aula será ministrada pelo representante da Área de Ecologia e Meio Ambiente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), professor Fábio Rubio Scarano, no auditório da Reitoria da Universidade Federal do Amapá (Unifap).

A oferta dos cursos de mestrado e doutorado fazem parte do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Tropical (PPGBIO) do Amapá, um modelo inédito no Brasil, resultado de uma parceria entre a Unifap, Instituto Estadual de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa), Embrapa Amapá e organização não-governamental Conservação Internacional (CI-Brasil).

Embrapa

Na manhã de segunda-feira, 6, Fábio Rubio Scarano, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, reunirá com os professores e o Conselho das instituições parceiras do PPBGIO e à tarde o encontro será com os alunos.

O PPGBIO está estruturado em três linhas de pesquisa que visam responder às seguintes questões: qual a composição da biodiversidade amazônica e como ela muda ao longo do tempo e do espaço; como conservá-la de forma eficiente; e como utilizá-la de forma sustentável. A ecologia é a ciência que integra as três linhas de pesquisa e serve como referência conceitual para o desenvolvimento de interações com outras disciplinas das Ciências Biológicas, Exatas e Humanas.

De acordo com a coordenadora do PPBGIO, Helenilza Cunha, dos 92 inscritos para a seleção da segunda turma do Programa, 16 foram classificados, a maioria é do Amapá e há também alunos do Rio de Janeiro e do Pará.

O pesquisador da Embrapa Amapá, Ricardo Adaime, integrante do grupo de professores do Mestrado, disse que a participação da instituição de pesquisa agropecuária faz parte da diretriz de atuar na formação de pessoal qualificado no próprio Estado do Amapá. "Colocamos à disposição do curso a estrutura dos nossos laboratórios e dos campos experimentais.

Além disso, os alunos poderão desenvolver projetos relacionados às área de interesse da Embrapa Amapá (agroflorestal e agropecuária)", explicou Adaime, orientador da disciplina Controle Biológico de Pragas Agrícolas.

Uma das características do mestrado ofertado no PPGBIO é a elaboração de programa de estudos que contemplam as próprias demandas do Amapá e da região Norte. Por exemplo, no primeiro semestre deste ano a primeira turma participou de uma aula prática de Ecologia do Campo na Estação Ecológica do Jari, que abrange áreas dos estados do Amapá e Pará.

O pesquisador da Embrapa Amapá, Marcelino Guedes, orientador de dois alunos no mestrado, disse que entre as várias atividades, foram feitos levantamentos e novas identificações de aves, répteis, anfíbios e mamíferos. "Os alunos fizeram também estudos de fatores abióticos, como microclima (temperatura, umidade e luz) e recuperação de áreas degradadas, usando a área de um garimpo desativado pela Ibama, que funcionou dentro da Estação Ecológica", detalhou Guedes.

Dulcivânia Freitas
Embrapa Amapá

 
  Postado às 20h20
 
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  07/08/2007
  Embrapa e IEPA ministram curso de manejo de açaizais em Mazagão
 

A produção de frutos de açaí, principal produto do agronegócio amapaense, pode aumentar em até cinco vezes em um período de sete anos, desde que seja feito um manejo adequado dos açaizais. A técnica vai ser demonstrada aos produtores da área do Igarapé Grande (Rio Mazagão), durante um curso realizado por pesquisadores da Embrapa Amapá e do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa).

O pesquisador Silas Mochiutti e o técnico agrícola Izaque Pinheiro, da Embrapa, junto com o pesquisador Marcelo Karin, do Iepa, vão trocar conhecimentos com os produtores em uma área de açaizal, no município de Mazagão. O ponto de encontro será o Centro de Lazer Araújo, à margem do Igarapé Grande. "O curso será prático, inclusive com preparação de uma área a ser manejada, fazendo uso de terçado, machado, fios e outros materiais necessários para orientar como faz o manejo", explicou Silas Mochiutti.

No dia 9 (quinta-feira) os produtores terão a oportunidade de tirar as dúvidas sobre linhas de crédito para financiamento agrícola e os procedimentos para solicitar a licença ambiental e poder manejar suas áreas. Quem vai explicar tudo isso são técnicos do Banco da Amazônia, do Rurap, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e da Agência de Desenvolvimento do Amapá (Adap). O curso conta com financiamento da Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA).

Embrapa

Este treinamento faz parte do projeto "Desenvolvimento de tecnologias para o manejo e cultivo de açaizais para produção de frutos", visando melhorar o desempenho da cadeia produtiva do açaí com ênfase para o aumento da renda das populações ribeirinhas do Estuário Amazônico. Para Marcelo Karin, pesquisador do Iepa, "a parceria com a Embrapa fortalece as ações de pesquisa, abrindo espaço para novas oportunidades no âmbito da agrofloresta".

A Embrapa já realizou este curso de manejo em outras comunidades produtoras de açaí do Amapá. Cerca de 400 pessoas do Bailique (município de Macapá) e do Camaipi (municípios de Santana e Mazagão) participaram dos treinamentos durante o ano de 2002. O resultado é que hoje nestas áreas houve aumento na produção de frutos de açaí, que passou a abastecer as amassadeiras de Santana e Macapá e também fábricas que exportam a polpa de açaí para o exterior.

O curso é importante porque vai orientar os produtores no jeito correto de ser fazer o manejo para que produzam mais frutos nos próximos anos. E quanto mais fruto, mas renda, claro. Só que é preciso se preocupar também em preservar nosso meio ambiente, deixar as várias outras árvores junto com aos açaizais. fato é que utilizando técnica correta e consciência ecológica, o açaizal produz mais frutos, palmito, madeira e outros produtos com melhor qualidade. Por exemplo, um açaizal bem manejado deve ter, em um hectare, mais ou menos 400 touceiras (com 5 açaizeiros adultos em cada touceira), 50 palmeiras de outras espécies e 200 árvores.

Etapas do manejo - Primeiro, deve obter autorização da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) para fazer a limpeza no açaizal e providenciar a seguinte lista de materiais: uma corda de 40 metros, três cordas de 25 metros, uma fita métrica de 150 centímetros, terçado, machado e lima, foice de lâmina fina tipo Gavião, bota, luva de raspa e capacete. Depois a limpeza, vem a demarcação dos blocos, a classificação das árvores, a seleção das árvores, a seleção dos açaizeiros e o plantio dos açaizeiros.

O açaízal deve ser mantido limpo por meio de roçagem das brotações de plantas de valor desconhecido. A cada 3 ou 4 anos, os açaizeiros com mais de 12 metros de altura devem ser cortados e o palmito aproveitado, com o objetivo de deixar os açaizeiros mais baixos e produtivos.


Dulcivânia Freitas
Embrapa Amapá

 
  Postado às 20h07
 
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