São Paulo, SP – Brasil
 
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  07/09/2007
  Pardal e porco-espinho correm risco de extinção
 

Uma lista produzida pelo grupo "Plano de Ação pela Biodiversidade" (PAB), cadastrou 1.149 espécies e 65 habitats naturais em perigo no Reino Unido. O porco-espinho e o pardal engrossaram a lista de animais em risco de extinção e o principal motivo é justamente a redução de seus habitats.

O pardal é uma das 59 espécies de aves do Reino Unido na lista de perigo de extinção. Entre os mais ameaçados estão 10 espécies de répteis, 59 de aves, 14 de peixes, 18 de mamíferos terrestres, 441 de invertebrados, além de 337 espécies de plantas.

Divulgação

A lista ainda traz 88 espécies de e fauna marinha e 212 de plantas vasculares, informou a agência Ansa. Segundo, Joan Ruddock, ministra para Biodiversidade do Reino Unido, a pesquisa auxiliará as políticas de conservação do governo "Conservar a biodiversidade é essencial se quisermos deixar um meio ambiente saudável às gerações futuras", completou.

Da Ansa/Folha de São Paulo

 
  Postado às 20h20
 
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  07/09/2007
  Mais de 1 milhão de pepinos-do-mar são capturados
 

Cerca de 1,25 milhão de pepinos-do-mar foram capturados na reserva marinha de Galápagos. Esse foi o balanço do Parque Nacional Galápagos que pertence ao Equador.

Segundo informações do parque, 12.508 pepinos-do-mar foram confiscados, pois não tinham tamanho mínimo permitido. Desses 9.973 foram devolvidos ao mar.

Reprodução
Apesar do nome, o pepino-do-mar é um animal.

Cerca de 160 embarcações e 436 pescadores participaram da pesca dos pepinos-do-mar (Isostichopus fuscus), equinodermos da família das holotúrias, que durou 50 dias. Em Galápagos existem 36 espécies de holotúrias.

As ilhas Galápagos estão a cerca de mil quilômetros do litoral, o arquipélago foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 1978.

Da Folha de São Paulo/EFE

 
  Postado às 20h10
 
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  07/09/2007
  Macacos usam “fala de bebê” com seus filhotes
 

Seres humanos e macacos têm muito mais em comum do que se imagina. Segundo um estudo do jornal “Ethology”, os macacos rhesus adultos modificam sua fala para se comunicar com seus bebês.

A pesquisa diz que as fêmeas utilizam o “baby talk” (fala de bebê), para chamarem a atenção de seus filhotes. "Esse tipo de fala é mais alto e cantado", diz Dario Maestripieri, autor do estudo, da Universidade de Chicago.

Divulgação

As mães utilizam diferentes tons de voz, volume e ritmo, desta forma uma palavra pode ter muitos significados para uma criança, o que também acontece com os macacos.

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 20h02
 
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  07/09/2007
  Vírus mortal ameaça golfinhos-listrados
 

Um vírus letal ameaça uma espécie de golfinhos no Mediterrâneo, disse o Ministério do Meio Ambiente da Espanha. "Esse vírus, chamado morbilivírus, foi detectado em vários golfinhos listrados [ou riscados, nome científico: Stenella coeruleoalba] encontrados encalhados nas últimas semanas em praias espanholas", afirma o ministério através de comunicado.

Divulgação

As informações foram coletadas por uma unidade especializada da Universidade de Valência. Segundo o comunicado do ministério, o vírus é parecido ao que provocou uma epidemia durante a década de 90 no Mediterrâneo, que também ameaçou outras espécies de cetáceos.

Da France Presse/Folha de São Paulo

 
  Postado às 19h48
 
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  07/09/2007
  Gavião-real será monitorado via satélite
 
Um projeto de monitoramento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) em parceria com o Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e o Ibama, irá acompanhar o gavião-real.

Nos próximos três anos as aves serão monitoradas através de satélite, o gavião-real, também conhecido como harpia, é a maior águia das Américas. O objetivo da pesquisa é acompanhar a relação do desmatamento e do avanço das grandes cidades sobre os biomas onde a ave vive.

Divulgação

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 19h30
 
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  07/09/2007
  Crédito carbono pode aumentar desmatamento
 

Segundo um estudo publicado pelo periódico "PLoS Biology" (www.plosbiology.org), o mercado de crédito carbono pode incentivar o desmatamento. O relatório indica que países e empresas podem utilizar o mercado para ganhar dinheiro e desmatar florestas.

Conforme os parâmetros do Protocolo de Kyoto, que regulamenta a redução mundial das emissões de gás carbônico, países que desmataram muito se beneficiariam das regras.

"Esses países têm cerca de 20% das florestas tropicais ainda intactas no mundo, mas não conseguem fazer dinheiro com a floresta em pé", disse Gustavo Fonseca, ex-presidente da divisão brasileira da ONG Conservation International, um dos autores do artigo, à Folha de São Paulo.

Divulgação/Polícia Rodoviária Federal

"Eles não têm nada para vender. É irônico, mas isso pode criar um incentivo perverso e acabar fazendo com que esses países desmatem para poderem se igualar aos demais", completou Fonseca. Panamá, Colômbia, República Democrática do Congo, Peru, Belize, Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Gabão, Butão e Zâmbia são os países citados no estudo.

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 19h18
 
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  07/09/2007
  Berçário do zôo do Rio abriga 25 filhotes
 

Patos, corujas, jacarés, morcegos, tamanduás entre outros animais são os novos moradores do zoológico do Rio de Janeiro. Vinte e cinco bebês disputam a atenção dos tratadores do parque.

"Os répteis são mais independentes, não precisam muito do cuidado parental, já os mamíferos dão mais trabalho", disse a bióloga Gabriela Landau.

Divulgação
Bebê tamanduá ganha mamadeira de tratadora

O casal de bebês tamanduás Malu e Maneco são os preferidos do público que podem visitar o berçário do zôo.

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 19h05
 
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  07/09/2007
  Índia cria Arca de Noé
 

Para garantir a preservação e a manutenção de algumas espécies, e não deixar que a lista de animais cresça, a Índia pretende criar uma “arca de Noé” congelada.

Os indianos pretendem evitar a extinção de animais como guepardo asiático e para isso cientistas estão recolhendo embriões e células germinais de espécies ameaçadas de extinção. Os pesquisadores já organizaram cerca de 2.000 amostras biológicas.

Divulgação

"Após já termos perdido o guepardo asiático, devemos trabalhar para salvar as outras espécies que estão lutando pela sobrevivência. Se nós conservarmos seus óvulos, estaremos seguros de não os perder nunca", disse B.R. Sharma, responsável pelo projeto.

O Laboratório para a Conservação das Espécies em Risco, já realizou procedimentos de reprodução assistida de animais como cervos, agora planejam estender a pesquisa com tigres, que estão desaparecendo em grande quantidade nos últimos anos. Os pesquisadores não descartam a possibilidade de clonagem de animais com perigo de extinção.

Da Ansa/Folha de São Paulo

 
  Postado às 18h45
 
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