São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  20/03/2008
  Veja como foi o Mutirão Azul...
 

O Mutirão Azul - Água Viva, realizado no Parque Ecológico do Guarapiranga, no dia 19 de março, celebrou o Dia Mundial da Água. O evento que teve a participação do Pick-upau, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Sabesp, AES Eletropaulo, Tetra Pak, Policia Ambiental de SP, entre outros parceiros, ofereceu 15 atrações aos visitantes de todas as idades que compareceram ao parque. Desde passeio de escuna, pela represa do Guarapiranga, passando por oficina de reciclagem, palestras, jogos ambientais, peça teatral até o encerramento das atividades com o plantio de mudas de espécies nativas da mata atlântica. Saiba mais sobre este evento.
 
Pick-upau/Wilson Mahana
Público participa das cyberações Planeta Terra e Angra 3, deixa pra lá..., do Pick-upau durante evento no Parque Ecológico do Guarapiranga.
 
Alunos de escolas públicas recebem informações sobre recursos hídricos, reciclagem e coleta seletiva, educação ambiental e consumo consciente.
   
Lembranças do parque: visitantes recebem mudas de árvores em garrafas PET.
 
Espaço Saúde atende público do evento.
   
Estação Ciência: Curiosidades e experiências logo na entrada do parque.
   
Exposição sobre a Represa do Guarapiranga atrai público jovem.
   
De garrafas PET a carcaças de veículos: Exposição de lixo retirado da represa impressiona os visitantes.
   
Crianças aprendem e se divertem com jogos e brincadeiras ambientais do NICA (Núcleo Interdisciplinar de Ciências Biológicas) da Universidade de Santo Amaro.
   
Oficina de reciclagem do Pick-upau e da Tetra Pak mobilizam alunos de escolas públicas durante o evento.
   
Palestra sobre segurança e eficiência energética ensina e diverte a criançada.
   
Polícia Ambiental do Estado de São Paulo participa do Mutirão Azul - Água Viva com educação ambiental para crianças e adolescentes.
   
Passeio de escuna pela represa do Guarapiranga foi uma atrações do evento.
   
Peça de teatro sobre meio ambiente diverte a platéia.
   
Plantio de mudas de espécies nativas da mata atlântica é realizado no Parque Ecológico do Guarapiranga.
   
Voluntários monitoram visitantes na Trilha da Vida.

Fotos: Pick-upau/Wilson Mahana
Do Pick-upau

 
  Postado às 23h15
 
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  19/03/2008
  Pesquisas da Embrapa Pantanal agora contemplam saneamento
 

Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água, comemorado neste sábado, dia 22 de março, tem como tema escolhido pela ONU (Organização das Nações Unidas) o saneamento. A Embrapa Pantanal vai iniciar no próximo mês uma pesquisa que envolve justamente esta temática: o uso de fossas sépticas biodigestoras nos assentamentos de Corumbá.

A responsável pelo projeto de pesquisa é a agrônoma Márcia Toffani, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A pesquisa será desenvolvida com apoio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Segundo Márcia, o Brasil está investindo na infra-estrutura básica, financiando estações de coleta e tratamento de esgoto em diversos municípios com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Em Corumbá essas obras também estão em fase inicial. “É uma meta do governo federal e uma preocupação da ONU”, disse.

Ela explica que o tratamento gera resíduos sólidos, conhecidos como lodo de esgoto. Na área urbana, esse material pode ser reaproveitado como fertilizante de plantas, em vez de ser simplesmente disposto no solo ou despejado em rios ou aterros.
“Para as comunidades rurais, entre as tecnologias para tratamento de dejetos humanos, existe a fosse séptica biodigestora. Vamos testá-la em substituição às fossas comuns, que apresentam riscos de contaminação de lençóis freáticos”, afirmou.

A fossa séptica biodigestora, desenvolvida pela Embrapa, trata somente os resíduos de vasos sanitários. O tratamento transforma o resíduo bruto em biofertilizante para uso no solo. “É rico em material orgânico e nutrientes.”

Além da questão ambiental, a tecnologia favorece o produtor rural, que poderá economizar na compra de insumos.
A pesquisa é inovadora na Embrapa Pantanal, que tem trabalhado com a qualidade de alimentos, saúde e princípios de agroecologia, que enfatiza a reciclagem de nutrientes no sistema.

Água

Outras pesquisas sobre a água são desenvolvidas pela Embrapa Pantanal desde a década de 1980. “Temos uma base de dados consolidada com informações coletadas ao longo de 20 anos. Muitas dessas informações já estão à disposição dos interessados”, disse a pesquisadora Márcia Divina de Oliveira, da área de limnologia da Embrapa Pantanal. Limnologia é a parte da biologia que trata das águas doces e de seus organismos, principalmente do ponto de vista ecológico.

Todo esse conhecimento tem permitido que a Embrapa Pantanal contribua com informações nos diferentes segmentos da sociedade em questões relacionadas a recursos hídricos.

Segundo Márcia Divina, as informações incluem a caracterização limnológica, incluindo qualidade de água levantamentos sobre contaminantes, estudos sobre comunidades aquáticas, gestão de bacias hidrográficas, entre outras.

Um dos projetos de pesquisa em andamento é o PELD (Pesquisas Ecológicas de Longa Duração), que entra em seu oitavo ano. “Ele deve durar dez anos e faz um monitoramento amplo de toda a bacia. Pelo menos cinco pesquisadores da Embrapa Pantanal estão envolvidos com o PELD”, disse Márcia.

Segundo ela, estudos mais detalhados têm sido feitos em importantes sub-bacias, como a do Taquari e do Miranda, tributários do rio Paraguai, sempre com uma visão integrada entre as atividades presentes na bacia e sua influência na qualidade e quantidade de água.

“Além disso, temos estudado o entendimento de processos ecológicos voltados à área de inundação, como a importância do pulso de inundação, a ocorrência de fenômenos naturais como a decoada, e introdução de espécies exóticas. Procuramos sempre responder a questões apresentadas pela comunidade.”

De tudo o que foi pesquisado até o momento, Márcia Divina sintetiza: “a qualidade da água hoje em Corumbá é boa. Mas são extremamente preocupantes os sedimentos e contaminantes (fertilizantes e pesticidas, além de efluentes urbanos) que entram no Pantanal através dos tributários do rio Paraguai. Há presença de contaminação no início da área de inundação.”

Para Márcia Divina, o sistema tem capacidade de reter parte desses contaminantes por meio das plantas aquáticas, embora se mantenham no sistema e possam acumular e/ou causar danos aos organismos aquáticos. “A longo prazo não sabemos mensurar quais serão os reais impactos”, conclui.

Embrapa/Ana Maio
Projetos de pesquisa da Embrapa Pantanal monitoram a água da bacia do rio Paraguai

Ana Maio
Embrapa Pantanal

 
  Postado às 19h17
 
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  19/03/2008
  Pesquisa comprova qualidade do mel do Pantanal
 

Pesquisa concluída este mês, pela Embrapa Pantanal, Corumbá (MS), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), revela que a maioria dos méis silvestres produzidos na fazenda Nhumirim, no Pantanal da Nhecolândia, no período de 2006 a 2007, apresentaram padrões de qualidade compatíveis com as normas estabelecidas pela legislação em vigor.

O coordenador do projeto e pesquisador da Embrapa Pantanal, Vanderlei dos Reis, explica que esses dados são relevantes, pois foram obtidos através de análises químicas e sensoriais, que reforçam a excelente qualidade do mel silvestre obtido na região. Ele ressalta que a produção apícola na fazenda Nhumirim foi realizada em caráter experimental e que a Embrapa Pantanal não comercializa mel, atuando com ênfase nas pesquisas e na transferência de tecnologia sobre apicultura.

Reis disse que o principal destaque dos parâmetros analisados diz respeito ao baixo teor de umidade encontrado em todas as amostras e explica que esse dado revela o adequado tempo de validade dos produtos obtidos, já que o baixo teor de umidade propicia condição desfavorável ao crescimento de microrganismos que o deteriorariam.

Outro resultado positivo, salientado pelo estudioso, foi o baixo teor de hidroximetilfurfural (HMF), uma substância formada naturalmente, durante o processo de armazenamento do produto, em função da desidratação da frutose do mel, e que pode alterar o valor nutricional desse produto apícola. “Esse dado indica que o transporte e o armazenamento do mel foram conduzidos de forma adequada em relação às condições climáticas da região, que de forma geral, são muito quentes e que poderiam afetar na qualidade do mesmo. Além disso, vale informar que em méis adulterados o HMF apresenta teor elevado, em função da adição de xarope de milho ou beterrada”, explica Reis.

O pesquisador destaca ainda que o teor de minerais encontrado nas amostras analisadas confirma que a produção foi realizada numa área geograficamente “limpa”, ou seja, isenta de contaminação por metais pesados. “O conteúdo de minerais gera dados inéditos, que poderão auxiliar na classificação do mel do Pantanal, a partir da correlação da composição dos metais com a origem geográfica. Cabe ainda destacar que a predominância de cores claras nas amostras, aliada ao resultado positivo de aprovação dos participantes das análises sensoriais, em relação ao sabor e impressão geral dos méis pesquisados são favoráveis, e podem resultar num produto de alta aceitação nos mercados nacional e internacional”, afirma Reis.

Através desses resultados, a equipe de pesquisadores concluiu que a produção do mel da Embrapa Pantanal, na fazenda Nhumirim, é conduzida de forma adequada, tanto no que diz respeito ao manejo apícola quanto em relação às boas práticas de fabricação. “Sendo assim, esperamos que os conhecimentos validados neste trabalho possam contribuir com novas diretrizes para a expansão da apicultura com qualidade no Pantanal, fornecendo subsídios para a consolidação da cadeia produtiva apícola regional e o desenvolvimento de um produto de alto valor agregado, através de futuras ações como, por exemplo, a certificação de origem geográfica do mel obtido no Pantanal”, salientou Reis.

Embrapa/Vanderlei dos Reis
Abelhas de apiário da fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal

Reis agradece a todos os colegas da Embrapa Pantanal que gentilmente participaram da análise sensorial dos méis e acrescenta que essa pesquisa foi financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), através do Programa de Recursos Humanos para Atividades Estratégicas em Apoio à Inovação Tecnológica (RHAE - Inovação - Processo nº 555365/2005-0).

Christiane Rodrigues Congro Bertoldi
Ana Maio
Embrapa Pantanal

 
  Postado às 17h31
 
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  14/03/2008
  Mutirão Azul: Água Viva no Parque Ecológico do Guarapiranga
 

Dos 1,3 bilhão de km3 de água existente no mundo apenas 2,7% são doce, e desse total somente 0,01% se encontra nos rios. O Brasil, que mereceu um farto quinhão na repartição desse recurso da natureza, possui 13,7% da água doce do planeta. Mas, um problema, 80% dessas águas encontram-se na Amazônia. São Paulo ficou com apenas 1,6% para tocar a locomotiva da nação, que responde por 35% do PIB e 22% da população nacionais.

O cenário se torna um pouco mais cinza se fecharmos o foco sobre a Região Metropolitana de São Paulo, que concentra 50% do PIB e da população estaduais. Aqui, a carência de água já é uma realidade. Quase a metade dos 70 m3 por segundo de água consumida é bombeada do Rio Juqueri, levando a ameaça de colapso também para as cidades da bacia do Piracicaba-Capivari-Jundiaí. A situação, em menor grau, se repete no Vale do Paraíba e na Baixada Santista.

Os participantes serão induzidos a refletir sobre as responsabilidades individuais e coletivas na poluição de rios e lagos, a utilização racional da água e a necessidade de preservação de matas ciliares, tratamento de esgotos, assoreamento dos corpos d’água e outras questões, para garantir a qualidade das águas. Saiba mais!

Do Pick-upau

 
  Postado às 15h20
 
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  13/03/2008
  “Wolverine” sem proteção
 

Governo norte-americano divulgou que o “wolverine”, também conhecido como "carcaju" ou "glutão", não receberá nenhuma proteção especial, segundo os americanos, não há necessidade de tal assistência porque o animal não está ameaçado de extinção.

"De acordo com as regras da Lei das Espécies Ameaçadas, a população americana não é significativa para a viabilidade da espécie como um todo", disse a porta-voz do Serviço de Vida Selvagem e Pesca, Diane Katzenberger.

A decisão não foi bem aceita por pesquisadores, que dizem que o raro e agressivo animal pode desaparecer. Os cientistas acreditam que isso é um retrocesso e ressaltam que outros animais dos Estados Unidos são protegidos por lei, mesmo tendo populações grandes no Canadá, como os ursos cinzentos e as águias carecas.

"Este país nunca abriu mão de proteger o que está em suas fronteiras", afirmou Jamie Rappaport Clark, que dirigiu o órgão durante o governo Clinton e hoje trabalha em um grupo ambientalista. "A administração atual está jogando essa responsabilidade para os países a norte e a sul de nós", afirmou.

Organizações não-governamentais ambientalistas estão planejando um processo legal. "Não vivemos no Canadá. Vivemos em Washington, Montana e Idaho e é importante termos wolverines aqui", disse Joe Scott, do grupo Conservation Northwest.

Reprodução
Carcaju ou 'wolverine' registrado em um refúgio nos EUA

Do Portal G1/AP

 
  Postado às 21h10
 
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  13/03/2008
  Jumentos de 5.000 anos
 

Pesquisadores dinamarqueses, alemães e americanos encontraram os esqueletos dos mais antigos jumentos domésticos, animais que viveram em Abidos, no Médio Egito, há cerca de 5.000 anos. A descoberta foi publicada na revista científica “PNAS”.

Os cientistas dizem que os bichos são bem parecidos com seus primos selvagens da Etiópia e da Núbia (atual Sudão) e apresentam lesões nos ossos e nas cartilagens, o que indica uma vida inteira carregando peso. No entanto, os antigos egípcios enterraram os jumentos no cemitério do faraó, em túmulos só para eles.

Divulgação/PNAS
Esqueletos dos animais achados em sepulturas de Abidos, Médio Egito.

Do Portal G1

 
  Postado às 20h18
 
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  09/03/2008
  Turista é atacada por leão no Zimbábue
 

A turista inglesa, Kate Drew, 28, sobreviveu ao ataque de um leão em uma reserva do Zimbábue, o felino mordeu seu pescoço e só desistiu da turista depois da ação dos guardas do parque.

Socorrida, precisou levar 13 pontos, mas ainda sim não perdeu o bom humor. Segundo reportagem do jornal britânico “Daily Mail”, o leão queria apenas brincar, atraídos por seu cabelo loiro. Drew, que é professora, fazia trabalho voluntário na Tanzânia desde setembro de 2007, quando decidiu viajar para a África.

Reprodução/Daily Mail
Instantes antes do ataque, a turista alisava os 'mansos' leões.
 
Imagem mostra o momento exato do ataque do leão à professora inglesa
 
Depois do ataque, ainda com marcas de sangue e curativo na cabeça, Drew sorri para a câmera

Do Portal G1

 
  Postado às 22h10
 
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  09/03/2008
  Nova espécie de macaco é descoberta no Amazonas
 

Brasileiros descobrem nova espécie de macaco no norte do Amazonas. O uacari vive em florestas ás margens do alto rio Negro, próximo da fronteira com a Venezuela. A descoberta do macaquinho (Cacajao ayresi, ou uacari-do-aracá) que tem pelagem preta foi publicada na revista especializada "International Journal of Primatology".

"Os índios e os caboclos da região comentaram com a gente que havia esse uacari [nome popular dado aos macacos do gênero Cacajao] de rabo preto. Numa das expedições, nós subimos e descemos a serra do Aracá, que tem mais de 1.000 metros de altitude. E, na descida da serra, vimos o grupo de uacaris", diz conta o carioca Jean Boubli, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia.

"Conseguimos uma autorização do Ibama e recolhemos alguns exemplares. Mas, na hora, não me pareceu que o bicho fosse tão diferente assim dos uacaris já conhecidos", completa o pesquisador.

Com alimentação a base de sementes, o uacari mede menos de 40 centímetros, fora cauda, que chega a 20 centímetros e pesa cerca de 2 kg. a recém descoberta já corre risco, "Se acontecer alguma perturbação ambiental mais grave, ou se a caça aumentar muito, ele pode correr perigo", alerta o pesquisador.

Italo Mourthe/Divulgação

Do Portal G1

 
  Postado às 21h45
 
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  09/03/2008
  Pepino-do-mar inspira plástico que pode revolucionar próteses
 

Uma das criaturas mais estranhas dos oceanos, o pepino-do-mar, foi a inspiração para a criação de um novo tipo de material que pode revolucionar os implantes médicos. Segundo os pesquisadores, o plástico é capaz de mudar de rígido para flexível e vice-versa em segundos, basta acrescentar água.

O procedimento é muito parecido com o mecanismo utilizado pelo do pepino-do-mar para se defender. O estudo foi publicado na revista “Science” e foi realizado por pesquisadores da Universidade de Cleveland, nos Estados Unidos.

Divulgação

Do Portal G1

 
  Postado às 21h23
 
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  09/03/2008
  Nova temporada de auroras boreais
 

A primavera está chegando no hemisfério norte e com ela a temporada de auroras boreais. A Nasa se prepara para intensificar os estudos sobre esse fenômeno natural. Embora ainda não saibam por que isso acontece, os pesquisadores sabem que as semanas em volta dos equinócios (20 de março e 23 de setembro) são as mais promissoras para o fenômeno.

As auroras boreais são causadas pela atividade do Sol, quando partículas solares interagem com a atmosfera terrestre. No ano passado, a Nasa lançou várias sondas (Missão Themis) para estudar melhor esta atividade natural.

Reprodução/Nasa

Do Portal G1

 
  Postado às 21h12
 
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  09/03/2008
  Bebê lêmur nasce em zoológico de Paris
 

Um bebê lêmur-coroado (Propithecus verreauxi coronatus), batizado de Kibongo, é o mais novo morador do zoológico de Paris. A espécie que é nativa da ilha de Madagascar, leste da África, está classificada como ‘vulnerável’.

Divulgação

Do Portal G1

 
  Postado às 20h58
 
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  09/03/2008
  Há 80 milhões de anos, Brasil era cercado por água
 

Cientistas da Universidade de Sydney, Austrália, desenvolveram um mapa que mostra como eram as bacias oceânicas do mundo há 80 milhões de anos. Na ilustração o Brasil aparece “cercado” por água.

O estudo publicado na revista científica “Science”, afirma que o nível do mar era 170 metros mais elevado do que o atual. Para reconstituírem as bacias oceânicas do período Cretáceo, os pesquisadores utilizaram dados geofísicos sobre as mudanças ocorridas com a produção da crosta oceânica, as fronteiras da placa tectônica e a acumulação de sedimentos.

Segundo os pesquisadores, o volume de água das bacias oceânicas era maior porque as temperaturas eram mais elevadas, o que levou ao derretimento das camadas atuais de gelo da Terra. O cientista Dietmar Müller, que liderou a pesquisa, acredita que esses dados ajudarão a entender o que irá acontecer com o planeta, "entender melhor como a Terra poderá mudar no futuro".

Dietmar Müller/Reprodução

Da Folha de São Paulo/BBC Brasil

 
  Postado às 20h37
 
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  09/03/2008
  A camuflagem da lagarta
 

A revista científica “Science” apresenta um estudo sobre o hormônio responsável pela transformação da camuflagem de uma espécie de lagarta. O hormônio diminui com o passar do tempo e faz a lagarta passar da fase “titica” para a fase “folha”, dizem os cientistas Ryo Futahashi e Haruhiko Fujiwara.

Além do padrão geral de cores, o hormônio também parece influenciar o desenvolvimento de estruturas de superfície e a distribuição de pigmentos em pontos específicos do corpo.

Divulgação/Science
Três estágios do desenvolvimento da lagarta

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 20h22
 
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  09/03/2008
  Fóssil de réptil marinho é o maior já encontrado
 

Pliossauro gigante viveu na era jurássica, há mais de 150 milhões de anos e foi descoberto em uma das ilhas do arquipélago norueguês de Svalbard. Junto com o “monstro”, como foi apelidado, foram descobertos mais 40 répteis.

Com 15 metros de comprimento do focinho à nadadeira, o “monstro” é 20% maior do que o maior réptil marinho já encontrado então, disse paleontólogo o Jorn Hurum, da Universidade de Oslo.

"Nós fizemos uma ampla pesquisa e agora sabemos que temos o maior pliossauro já encontrado", disse Hurum à BBC. "A nadadeira tem três metros de comprimento e poucas partes estão faltando. Na segunda-feira, nós juntamos todos os ossos e ficamos impressionados, pois nunca havíamos visto a ossada completa", completa o paleontólogo.

"Se você comparar o crânio de um grande pliossauro com o de um crocodilo, fica claro que o do pliossauro é muito mais desenvolvido para morder. Tem músculos muito maiores e mandíbulas mais robustas", disse Forrest. "Um grande pliossauro era grande o suficiente para abocanhar um carro pequeno e parti-lo ao meio."

O fóssil foi escavado em agosto de 2007.

Reprodução

Do Portal G1/BBC

 
  Postado às 19h55
 
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  09/03/2008
  O domínio dos mamíferos
 

Um estudo publicado revela que os mamíferos antigos dominaram terra, água, ar e ainda caçavam e devoravam dinossauros.

Divulgação
Dois Repenomamus se alimentam com filhotes de dinossauro

“Não acho que os mamíferos grandes fossem comuns nessa época, mas me parece possível que encontremos espécies ainda maiores”, diz Yaoming Hu, pesquisador do Museu Americano de História Natural que colaborou para revelar os dois fósseis para o mundo. “O tamanho não é, em si, uma surpresa tão grande”, explica Anne Weil, paleontóloga da Universidade Duke (Estados Unidos). “Nos últimos dez anos, os pesquisadores têm achado várias evidências de mamíferos grandes no Mesozóico [nome dado à era dos dinos]. O problema é que eram só fragmentos. As espécies de Repenomamus são excepcionais porque esqueletos quase inteiros estão preservados.”

Divulgação
O Castorocauda parece ser tão desenvolto dentro d'água quanto uma lontra ou um castor

Mas o que pode mudar com esses achados para o que sabemos sobre a evolução do nosso grupo? “Significa essencialmente que ainda precisamos descobrir quase tudo sobre os mamíferos mesozóicos. Animais aquáticos, planadores, predadores de dinossauros etc. talvez constituam apenas a ponta do iceberg do que as investigações futuras trarão”, diz o paleontólogo Reinaldo José Bertini, da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Rio Claro.

Divulgação
O Volaticotherium planava como os esquilos-voadores ou colugos modernos

“Dava para dizer que o Repenomamus era um carnívoro só de olhar para o crânio dele, mas o que comia? Estamos acostumados a pensar nos dinossauros como predadores e nos mamíferos como presas. Claramente, os ecossistemas da época eram mais complicados do que isso”, diz Anne Weil. Veja mais no G1.

Divulgação
Par de Fruitafossor se banqueteia com insetos do Mesozóico

Do Portal G1

 
  Postado às 19h13
 
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  09/03/2008
  Ursa polar ganha gêmeos
 

Pela primeira vez desde que nasceram, os filhotes gêmeos de uma ursa polar do Zoológico de Schoenbrun, em Viena, na Áustria, saíram para dar um passeio.

Os dois machos nasceram no dia 30 de novembro e têm cerca de 80 centímetros de altura. Os novos moradores do zôo ainda não receberam nomes.

Reprodução/BBC

Do portal G1/BBC

 
  Postado às 15h45
 
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