São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  26/04/2008
  Besouro transforma floresta canadense em emissor de CO2
 

Uma invasão de besouros (Dendroctonus ponderosae) em pinheiros no Canadá está causando mais que a destruição de milhares de árvores, segundo uma pesquisa, por volta de 2020, os besouros terão causado tanta devastação que a floresta será um emissor líquido de dióxido de carbono (CO2).

"Quando as árvores são mortas, deixam de ser capazes de retirar carbono da atmosfera. Quando mortas, começam a se decompor, o que libera dióxido de carbono", disse Werner Kurz, do Serviço Florestal Canadense.

"Este é o tipo de feedback que nos preocupa muito no ciclo do carbono: um planeta mais quente que leva a, neste caso, uma infestação de insetos que libera mais carbono na atmosfera, o que pode elevar o aquecimento", disse um cientista especializado em ciclo do carbono, Andy Jacobson, da Administração Nacional de Oceano e Atmosfera (NOAA) dos EUA. "O efeito de longo prazo me parece assustador", disse Jacobson, que não tomou parte no estudo, publicado na revista Nature.

O estudo indica que ao longo de 21 anos, as árvores mortas pela infestação de besouros poderão emitir cerca de 990 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente a cinco anos de emissões do setor de transporte canadense. A praga já atinge cerca de 133 mil quilômetros quadrados de pinheiros canadenses e já causaram os mesmos danos em árvores dos EUA com cerca de 6 mil quilômetros quadrados no Colorado.

Divulgação

Associated Press/G1

 
  Postado às 18h29
 
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  26/04/2008
  Inventário aponta maiores indústrias emissoras de CO2
 

As oito primeiras colocadas no inventário das 100 maiores indústrias emissoras de gás do efeito estufa são responsáveis por 63% do total de emissões do Estado de São Paulo, o que equivale a mais de 18 milhões de toneladas de CO2 por ano. A informação foi divulgada durante a apresentação feita pelo diretor de Engenharia, Tecnologia e Qualidade Ambiental da CETESB, Marcelo Minelli, na reunião do CONSEMA - Conselho Estadual do Meio Ambiente, em São Paulo.

Conheça as empresas campeãs em poluição...

José Jorge/SMA

SMA-SP/Cetesb

 
  Postado às 18h29
 
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  26/04/2008
  A floresta de várzea no estuário do rio Amazonas
 

As florestas de várzea destacam-se no ambiente do estuário amazônico, no Estado do Amapá. Este rico ecossistema, repleto de palmeiras abundantes em açaí, murumuru e andiroba, foi a base de uma pesquisa acadêmica do engenheiro florestal José Antônio Leite de Queiroz, da Embrapa Amapá. O estudo deu origem à tese de doutorado em Ciências Florestais pela Universidade Federal do Paraná, intitulada "Estrutura e dinâmica em uma floresta de várzea do rio Amazonas no Estado do Amapá". Na manhã desta sexta-feira, 25, Antônio Leite vai apresentar uma palestra sobre o tema, no auditório da Embrapa Amapá.

A tese teve como objetivo estudar a composição florística, a estrutura e a dinâmica do componente arbóreo de uma floresta de várzea do estuário do rio Amazonas, especificamente no Estado do Amapá, comparando os resultados da parte interna da foz do rio Amazonas com os da parte externa da foz. No total foram encontradas 102 espécies e 82 gêneros, de 36 famílias botânicas, num total de 5.421 indivíduos. Seis espécies ocorreram em seis amostras: andiroba, goiaba-braba, murumuru, açaí e capoteiro.

De acordo com Antônio Leite, a conclusão é de que existe diferença entre a floresta de várzea da parte interna da foz e da parte externa da foz do rio Amazonas. "A parte interna é mais rica em espécies, apresenta maior densidade e maior área basal, com possibilidades de incremento da produção de frutos de açaí, madeiras e frutos e sementes para extração de óleo, mediante a aplicação de técnicas silviculturais", descreveu. Já na parte externa da foz, ele afirma que foi observado potencial para obtenção de produtos não-madeireiros, como açaí, murumuru, andiroba e pracaxi.

Para chegar a esta conclusão, ele realizou pesquisa bibliográfica e de campo. "Embora os estudos em áreas de extrativistas ribeirinhos deixe os resultados susceptíveis a interferências, resultante da relação do homem com a floresta, é o ambiente que melhor reflete a dinâmica florestal, quando se trata do ecossistema estuarino amazônico", ressalta Antônio Leite. Ele constatou, entre outra situações, que uma prática comum entre os extrativistas é o corte de árvores de pequenos diâmetros e a limpeza das touceiras de açaizeiros para facilitar o acesso aos cachos, o que traz reflexos na dinâmica do ambiente e impacto negativo sobre a diversidade florística da área.

Antônio Leite relata ainda que a palmeira açaí se destaca por ocupar os três estratos da floresta e ser a primeira na posição sociológica. "Os resultados indicam maior possibilidade de utilização econômica dos recursos florestais na parte interna da foz do rio Amazonas, inclusive para o manejo florestal madeireiro. Na parte externa da foz o potencial é limitado ao manejo florestal não-madeireiro". O que faz o açaizeiro sobreviver e manter alta densidade no estuário amazônico do rio Amazonas? Os resultados desta pesquisa constatam que isso acontece devido à elevada produção de sementes e facilidade de germinação do açaizeiro. "Além disso, a estratégia desenvolvida pela espécie, com as raízes elevando o estipe acima do nível máximo alcançado pela água durante o período de inundação do solo, e o elevado número de perfilhos que a touceira pode chegar a emitir, favorece sua sobrevivência", acrescentou o engenheiro florestal.

Nesta pesquisa para doutorado observou-se também que a constante derrubada da palmeira bassu, para a retirada do "tururi", utilizado na confecção artesanal de bolsas, tocas e outros acessários, começa a causar prejuízos na população da espécie. "Isso mostra que algumas atividades familiares, mesmo o artesanato, quando realizadas de forma não-sustentável, pode causar danos para a diversidade florestal", avalia Antônio Leite.

Embrapa/Divulgação

Entre as recomendações do doutor em Ciências Florestais estão a realização de eventos para discutir inventários fitossociológicos na floresta de várzea do estuário amazônico, a fim de aplicar os resultados da pesquisa; a continuidade a pesquisas em dinâmica florestal, ampliando os dados pesquisados para outras áreas do estuário amazônico, a realização de estudos voltados para sementes e mudas de espécies florestais de várzea do estuário amazônico, a produção de mudas visando melhorar o conhecimento sobre a identificação botânica da regeneração e coleta de sementes visando compreender a dispersão das mesmas na área e a sucessão ecológica das espécies. A tese de doutorado de José Antônio Leite de Queiroz foi orientada pelo professor doutor Sebastião do Amaral Machado e teve como co-orientadores os professores doutores Roberto Tuyoshi Hosokawa e Ivan Crespo Silva.

Dulcivânia Freitas
Embrapa Amapá

 
  Postado às 18h15
 
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  12/04/2008
  Raposa Serra do Sol: Terra da discórdia
 

Terra Indígena Raposa Serra do Sol vive dias de tensão e guerrilha...

Roosewelt Pinheiro/Abr
Vila Surumu (RO) - Barreira montada por moradores da terra indígena Raposa Serra do Sol para impedir entrada de policiais federais na área.
Terra Indígena São Marcos (RR) - Igreja e escola na comunidade do Milho, vizinha à Raposa Serra do Sol.
   
Roosewelt Pinheiro/ABr
Boa Vista - Policial federal durante a preparação de equipamentos a serem usados em caso de confronto na Terra Indígena Raposa Serra do Sol
Boa Vista (RR) - Quarenta e cinco agentes da Força Nacional chegam à capital de Roraima para participar da Operação Upatakon 3, que prevê a retirada dos não-índios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol
 
Roosewelt Pinheiro/ABr
Boa Vista - Caminhonetes transportam equipamentos a serem usados em caso de confronto na Terra Indígena Raposa Serra do Sol.
Boa Vista - Policiais federais preparam equipamentos a serem usados em caso de confronto na Terra Indígena Raposa Serra do Sol
 
Roosewelt Pinheiro/ABr
Boa Vista - Arrozeiros e simpatizantes comemoram a decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu a desocupação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol pela Polícia Federal
Vila Surumu (RR) - A suspensão da operação Upatakon 3 resultou na liberação de acessos à Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Nos igarapés onde as pontes foram destruídas, a passagem foi refeita com terra jogada pelos arrozeiros. Na foto, uma grande bandeira brasileira hasteada na entrada da Vila Surumu, onde antes havia uma bandeira da Venezuela
Roosewelt Pinheiro/ABr
Vila Surumu (RR) - A suspensão da operação Upatakon 3 resultou na liberação de acessos à Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Nos igarapés onde as pontes foram destruídas, a passagem foi refeita com terra jogada pelos arrozeiros
Vila Surumu (RR) - A suspensão da operação Upatakon 3 resultou na liberação de acessos à Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Nos igarapés onde as pontes foram destruídas, a passagem foi refeita com terra jogada pelos arrozeiros. Na foto, uma grande bandeira brasileira hasteada na entrada da Vila Surumu, onde antes havia uma bandeira da Venezuela

Saiba mais sobre o conflito

Agência Brasil

 
  Postado às 17h15
 
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  12/04/2008
  Internet brasileira ganha site inédito de busca por pontos de coleta seletiva e reciclagem
 

Ferramenta online Rota da Reciclagem (www.rotadareciclagem.com.br), criada pela Tetra Pak com suporte do Google Maps, aponta cooperativas, pontos de entrega voluntária e comércios ligados à cadeia de reciclagem em todo o Brasil São Paulo, março de 2008 – Em uma iniciativa inédita para a Internet brasileira, a Tetra Pak disponibiliza o primeiro buscador específico de pontos de coleta seletiva e reciclagem de embalagens longa vida (caixas de leite, sucos, molhos de tomate e outros alimentos). O novo buscador, denominado Rota da Reciclagem, conta com a tecnologia do Google Maps para apontar a localização e o contato de cooperativas, pontos de entrega voluntária de materiais recicláveis e comércios ligados à cadeia de reciclagem de embalagens da Tetra Pak pós-consumo em todo o território
nacional.

O buscador ‘Rota da Reciclagem’ foi criado a partir da necessidade de encontrar pontos de entrega de materiais recicláveis em diversas cidades do País, vasculhando detalhadamente as regiões ao redor do endereço pesquisado. O funcionamento é simples: basta digitar o endereço e o buscador encontra os locais mais próximos onde é possível entregar as embalagens da Tetra Pak para reciclagem. “A Tetra Pak possui grande conhecimento na área de coleta seletiva e reciclagem, funcionando como catalisadora neste processo, criando mercado para os recicláveis e tecnologias de reciclagem”, afirma Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak. “mapeamos a cadeia de reciclagem no Brasil e a partir de agora, vamos dividir este conhecimento com todos os interessados no assunto. Essa é uma forma de disseminar o conceito da coleta seletiva e aumentar o volume de material pós-consumo reciclado”, completa Fernando.

A iniciativa conta com a tecnologia inovadora do Google Maps. “Ficamos felizes em ver o ótimo uso que a Tetra Pak fez do Google Maps”, diz Patrícia Pflaeging, diretora de marketing do Google Brasil. O Google Maps está disponível para utilização em iniciativas que estimulem a interação com os usuários e prestem serviço à comunidade. “No caso da Rota da Reciclagem, entendemos que se trata de um serviço à população e ao meio ambiente”, diz Patrícia.

Reprodução

O Google disponibiliza no site http://code.google.com os códigos para que programadores possam usar a base de informações de seus produtos, como o Maps, para enriquecer o conteúdo de um site. Esse recurso é conhecido como um “mashup” – um tipo de aplicação que funciona quando ferramentas tecnológicas do Google são embutidas em sites de terceiros. “A Tetra Pak é uma das pioneiras em usar esse serviço no Brasil e uma das empresas que melhor utilizou nossa tecnologia até agora”, afirma Patrícia.

Passo a passo – Ao digitar o endereço do buscador (www.rotadareciclagem.com.br), o internauta se deparará com uma página explicativa de como utilizar a ferramenta. Abaixo, seguem as orientações básicas:

1. Digitar o endereço pretendido no campo em branco
2. Escolher o tipo de iniciativa da qual quer informação, entre cooperativas, comércios e pontos de entrega voluntária;
3. Clicar em Pesquisar no Mapa
4. O mapa mostrará sua localização e as iniciativas escolhidas mais
próximas;
5. Clicar com o mouse sobre o ícone das iniciativas para ter mais
informações. Usar os botões + e - para alterar o zoom e as setas, ou o próprio mouse, para se movimentar.

Reciclagem – As embalagens da Tetra Pak são 100% recicláveis e o Brasil é um dos grandes recicladores mundiais, além de pioneiro em algumas das tecnologias de reciclagem deste tipo de envase. As embalagens podem ser transformadas em caixas de papelão, telhas e placas para construção civil, canetas, vassouras, etc. Atualmente, mais de 30 empresas brasileiras reciclam a embalagem da Tetra Pak, gerando empregos e renda em uma cadeia de reciclagem que cresce ano a ano no País.

Da Tetra Pak

Liliana Morales

 
  Postado às 17h08
 
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  12/04/2008
  Exposição mostra “animais do futuro”
 

Reprodução/The Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational Trust
Daqui a 200 milhões de anos, 'oisson' seria um descendente dos peixes-voadores
 
Reprodução/The Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational Trust
Com sete metros de altura, o tortunossauro evoluiria a partir das modernas tartarugas-gigantes
Reprodução/The Future is Wild Limited - Pictural Charts Educational Trust
Lesma de pele endurecida desenvolveria defesa contra falta d'água

Da BBC/Portal G1

 
  Postado às 16h57
 
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  12/04/2008
  Embrapa Pantanal atua em projeto de gestão de bacia hidrográfica em Bonito
 

Pesquisadores da Embrapa Pantanal e a Área de Comunicação e Negócios da Unidade estão envolvidos no projeto GEF Rio Formoso, em Bonito (MS), e iniciam suas atividades no município. O projeto começou em 1997, passou por amplo processo participativo da comunidade e de capacitação do corpo técnico. As primeiras ações começaram a mostrar resultados no ano passado.

Financiado pelo Banco Mundial, o GEF (Gestão Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso) tem como objetivo o uso racional dos recursos naturais. Para isso, realiza ações em áreas demonstrativas para entregar a produtores locais tecnologias de geração de renda com proteção ambiental das propriedades.

Importante cidade turística do Brasil, Bonito é famosa por seus rios transparentes, cachoeiras e grutas. A maioria dos passeios turísticos fica em propriedades particulares. O projeto prevê, inclusive, a recuperação de áreas degradadas.

Três pesquisadores da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, já participaram de cursos oferecidos pelo projeto e vão iniciar suas atividades ainda neste semestre. São eles o zootecnista Frederico Lisita e os agrônomos Alberto Feiden e Márcia Toffani.

Lisita já participou de três cursos oferecidos pelo projeto. Ele vai trabalhar com sistema agrosilvopastoril (uso de árvores em faixas nas áreas agrícolas e plantio no meio de pastagens). "Também vamos atuar na recuperação de áreas de preservação permanente e de outras matas, além do uso de espécies forrageiras", disse ele. Segundo o pesquisador, a Embrapa Pantanal já enviou a Bonito sementes de melancia forrageira.

Os agrônomos Alberto Feiden e Márcia Toffani também participaram de um curso do projeto. Ela vai atuar no uso e aproveitamento de resíduos de esgoto e ele, na produção agroecológica dos assentamentos. "Vamos acompanhar a transição para a produção orgânica e o uso de adubos verdes", afirmou Alberto. O pesquisador disse que pretende implantar uma unidade de observação em Bonito ainda neste mês, com o apoio do zootecnista.

Visita

Na semana passada, comunicadores das três Unidades da Embrapa no Mato Grosso do Sul (Corumbá, Campo Grande e Dourados), da Fundação Cândido Rondon, da Conservação Internacional e do próprio projeto se reuniram em Bonito para conhecer as atividades.

O grupo conheceu os SAFs (Sistemas Agroflorestais) de diversas propriedades, a Usina de Processamento de Lixo, o Viveiro Municipal, nascentes de rios e o assentamento Santa Lúcia. O coordenador técnico local, Airton Garcez, mostrou os primeiros resultados práticos do GEF em Bonito.

SAFs são áreas dentro das propriedades reservadas a um plantio diferenciado, onde ocorre a exploração vertical do espaço. Nessa área é feita uma verdadeira mistura de espécies: mandioca, angico, mamão, café, cana, melancia, abacaxi, guandu, abóbora, pimenta, guariroba, aroeira, amora, bocaiúva, embaúba, flor de mel... enfim, uma grande variedade.

Airton explicou que, no início, todas as espécies se desenvolvem bem. Com o tempo, sobrevivem apenas as mais altas e as que suportam sombreamento. As plantas que morrem acabam servindo de matéria orgânica para ajudar no desenvolvimento das outras.

A vantagem do sistema é a possibilidade de recompor matas com a exploração simultânea de algumas espécies. Pela diversidade de plantas, o SAF atrai animais silvestres e pássaros (que dispersam sementes), altera a relação entre umidade e temperatura, principalmente a do solo, e melhora a qualidade do ambiente. “Com o SAF o proprietário produz o ano inteiro”, lembra Airton.

Ana Maio/Embrapa
Usina de processamento de lixo de Bonito vai trabalhar com material orgânico
 
Jornalistas, biólogas e integrantes do GEF visitam sistema agroflorestal

A desvantagem, segundo ele, é a necessidade de mão-de-obra. “Mas o SAF é importante para fixar o homem no campo.”

Lixo

A usina de lixo receberá investimentos do GEF ainda neste semestre e passará a processar o lixo orgânico (úmido). O resíduo obtido será reaproveitado na produção de substrato para o viveiro de mudas e como fertilizante natural para os assentamentos de Bonito. “Haverá um retorno econômico indireto”, explicou o agrônomo Paulo Sérgio Gimenes, da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) de Bonito. Além disso, o chorume (resíduo líquido do lixo orgânico) poderá ser utilizado para desentupimento de bicos de irrigação.

De acordo com Gimenes, também está prevista a implantação de um biodigestor na usina. Um triturador de galhos será instalado e vai reduzir a quantidade de queima de galhos na área urbana.

Todo esse trabalho será acompanhado de ampla atuação da equipe de educação ambiental do GEF, que já desenvolve atividades em Bonito. “É fundamental que a população colabore com a separação do lixo antes da coleta”, afirmou o agrônomo.

Ana Maio
Embrapa

 
  Postado às 16h45
 
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  12/04/2008
  Aquecimento global fará preço da cerveja aumentar
 

Preparem-se! O preço da cerveja irá aumentar nas próximas décadas e segundo cientistas da Nova Zelândia, a culpa é o aquecimento global. A pesquisa indica que áreas de plantio da cevada ficarão mais secas, o que reduzirá a safra da matéria-prima.

Pick-upau/Reprodução
Aquecimento Global: Cerveja ficará mais cara

Jim Salinger, especialista ambiental do Instituto de Água e Pesquisa Meteorológica neozelandês, diz que o aquecimento global destruirá grande parte do cultivo de cereal na Oceania e aposta em uma grande redução na produção de cerveja nos próximos 30 anos. "Nesse caso, os pubs terão de deixar de servir cerveja ou ela será muito mais cara", disse o cientista.

A cevada é um dos principais ingredientes da cerveja, junto com a água e o lúpulo.

Da EFE

 
  Postado às 16h31
 
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  07/04/2008
  ‘Wolverine da Califórnia’ tem genes desconhecidos
 

Testes de DNA realizados por cientistas americanos nas fezes do ‘wolverine’ fotografado nas montanhas da Califórnia, revelaram que o animal não pertence à espécie que vivia há décadas na região. Outros testes serão realizados para avaliarem a origem do misterioso bicho. Esta espécie havia desaparecido da Califórnia na década de 1920 e serviu de inspiração para o nome do mutante mais famoso dos X-Men.

Reprodução
Espécie registrada em cativeiro.

Do Portal G1

 
  Postado às 17h25
 
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  01/04/2008
  Elefantes cineastas
 
Cineastas contaram com a colaboração de elefantes para registrar imagens inéditas em um parque nacional na Índia. As cenas foram capturadas a partir de câmeras presas às trombas dos animais e controladas por controle remoto.

Disfarçadas de pedras e troncos de árvores, as câmeras também registraram imagens de animais bem de perto, como ursos, tigres e macacos. "Com essas filmadoras, aonde quer que os tigres fossem e o quer que fizessem, conseguíamos filmar", disse o produto John Downer.

Imagem do documentário Tiger-Spy in the Jungle, BBC 1/ John Downer Productions)
O documentário produzido em ‘parceria com os elefantes será exibido pela TV britânica BBC.

Do Portal G1/BBC

 
  Postado às 10h45
 
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  01/04/2008
  Spray para ursos
 

O que pode ser mais eficiente se você se deparar com um urso, uma arma de fogo ou um spray de pimenta? Segundo uma pesquisa feita pela Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, a melhor maneira de se proteger é utilizar o spray.

O americano Thomas Smith que pesquisa ursos há 16 anos, diz que nunca precisou usar armas, no entanto afirma nunca ter encontrado com um urso nervoso e para comprovar sua tese, Smith realizou um levantamento sobre todos os ataques de ursos no Alaska.

Divulgação
Projetos de pesquisa da Embrapa Pantanal monitoram a água da bacia do rio Paraguai

Segundo o estudo, em 92% dos casos registrados, o spray de pimenta foi o suficiente para evitar o pior, das 175 pessoas envolvidas, apenas três se feriram e nenhuma precisou ser hospitalizada. Já com as armas, esse número cai para 67%, e a resposta para a diminuição é o fato da “vítima” ter que acertar a mira em um momento de pânico, e de acordo com Smith, são necessários quatro tiros para parar um urso.

Smith ainda afirma que muitas vezes não é necessário nem usar o spray. É muito importante manter a calma e tentar ficar parado, quando paramos os ursos também param e na maioria das vezes desiste do ataque, diz o pesquisador. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista especializada “Journal of Wildlife Management”.

Do Portal G1

 
  Postado às 10h31
 
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  01/04/2008
  Google Israel “apaga as luzes” por meio ambiente
 

Internautas que acessaram o buscador Google Israel na última semana tiveram uma grande surpresa. No lugar do tradicional fundo branco encontraram uma tela negra. Essa foi a maneira que o gigante da internet usou para colaborar com a campanha Earth Hour, uma iniciativa para reduzir o consumo de energia elétrica no planeta.

Reprodução

Por outro lado, um estudo divulgado no ano passado pelo próprio Google afirmava que o fundo negro da tela consumiria mais energia que o tradicional branco utilizado universalmente pelo grupo.

Reprodução
Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 10h25
 
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  01/04/2008
  Crocodilo pernambucano
 

Pesquisa conduzida por José Antonio Barbosa, da Universidade Federal de Pernambuco, Alexander Kellner, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Maria Somália Sales Viana, da Universidade Estadual Vale do Acaraú relata descoberta de um crocodilo pernambucano.

O fóssil foi encontrado em rochas de origem marinha e não estava completo. Os cientistas conseguiram recuperar crânio, mandíbula, ossos da pata da frente, vértebras e costelas, entre outros cacos, o suficiente para caracterizá-lo como uma nova espécie. O fóssil foi batizado de Guarinisuchus munizi e tinha cerca de 3 metros de comprimento.

Divulgação

Do Portal G1

 
  Postado às 10h07
 
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  01/04/2008
  Saúvas estão no Brasil há 10 milhões de anos
 

Uma dupla de pesquisadores americanos acaba de divulgar um estudo sobre as formigas saúvas. Segundo os cientistas, elas teriam evoluído há pelo menos 10 milhões de anos.

Ted Schultz e Seán Brady, da Instituição Smithsonian acompanharam as origens e a genealogia de todas as formigas. O artigo foi publicado na revista científica “PNAS”. A pesquisa indica que o sistema utilizado pelas saúvas, que cortam folhas para usar como adubo para “lavouras”, levou outros bichos a se tornarem herbívoros nos trópicos do Novo Mundo.

Divulgação

Do Portal G1

 
  Postado às 09h55
 
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  01/04/2008
  Leões de Guarulhos de casa nova
 

O casal de leões do zoológico de Guarulhos ganhou uma nova moradia, os moradores que pesam cerca de 200 quilos cada, agora têm mais espaço e uma ‘decoração’ com menos grades, concreto e um paisagismo mais agradável para os felinos.

Divulgação
Leões de casa nova.

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 09h42
 
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