São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  28/05/2008
  Mutirão da Carona Solidária movimenta São Paulo
 
Ampla cobertura da imprensa e muitas 'multas legais' marcam o Mutirão da Carona Solidária, realizado em oito importantes cruzamentos da cidade de São Paulo. Com o intuito de conscientizar os motoristas para a prática de dar carona para amigos, vizinhos e parentes, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, em parceria com várias empresas, instituições de ensino e o Pick-upau realizou uma ação divertida e informativa aos motoristas paulistanos. Vários veículos de comunicação estiveram presentes na ação, TV Globo, Rede TV, GNT, TV Brasil, Portal Terra, Rádio Eldorado, Jornal O Estado de São Paulo, Rádio Band News entre outros. Veja a seguir a cobertura fotográfica da ação feita no cruzamento da Avenida Brasil com a Avenida Rebouças.
 
Pick-upau/Wilson Mahana
Palhaços 'aplicam multas' aos motoristas paulistanos que não estavam dando carona. Marc Tawil, da Band News FM, entrevista motoristas.
 
Telejornal "Bom Dia São Paulo" da TV Globo, faz link ao vivo da ação no cruzamento das avenidas Rebouças e Brasil. Alguns motoristas não ficaram satifeitos com a 'Multa Legal'
   
Maioria dos motoristas abordados gostou da iniciativa e ganhou a 'Multa Legal' com bom humor.
 
Motoristas solidários ganharam parabéns e brindes da organização do mutirão.
   
Ponto Negativo!!! Paulistanos recebem multas de brincadeira por estarem sozinhos nos veículos.
   
Repórter da Rádio Eldorado entrevista motoristas, durante Mutirão da Carona Solidária realizado na Avenida Brasil x Rebouças.
   
Ativistas do Pick-upau abordam motoristas em São Paulo para falar sobre a carona solidária. Repórter da Rede TV entrevista motorista na Av. Brasil, zona sul da capital.
   
Portal Terra acompanha ação do Mutirão da Carona Solidária em São Paulo. Motoristas ganham 'multas legais' e brindes em cruzamento da capital.
   
Rosana Jatobá (TV Globo) entrevista motoristas para novo programa da GNT.
   
Marc Tawil, da Rádio Band News FM, fala com J. Andrade, diretor-executivo do Pick-upau e com Evelyn Araripe da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

Saiba mais sobre o Mutirão da Carona Solidária.
Ouça reportagem da Rádio Eldorado
Ouça a entrevista da Rádio Band News

 
  Postado às 19h15
 
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  24/05/2008
  Agenda ambiental... Fique ligado....
 

Mutirão da Carona Solidária
Fique esperto!

No dia 28 de maio, mostre que você é um cidadão consciente de suas responsabilidades, participando das medidas propostas para melhorar a qualidade de vida em nossa cidade. Dê carona aos seus vizinhos e colegas de trabalho, ou faça os seus deslocamentos nos carros de seus amigos, contribuindo para reduzir o número de veículos circulando nas ruas e avenidas.

Ativistas do Pick-upau, voluntários e funcionários da Secretaria Estadual de Meio Ambiente de São Paulo farão uma grande mobilização como forma de conscientizar a população para o grave problema do trânsito e da poluição na cidade de São Paulo. Saiba mais!


Semana do Meio Ambiente 2008
Participe!


O Pick-upau realizará um grande evento para comemorar a Semana de Meio Ambiente 2008, de 02 a 15 de junho, o Shopping SP Market receberá o estande da organização com diversas atividades ambientais. E nós queremos sua participação nesta celebração ao Meio Ambiente e ao Ano Internacional do Planeta Terra. Veja como você pode participar desta grande ação em favor da natureza. Saiba mais!

Do Pick-upau/Redação

 
  Postado às 15h32
 
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  13/05/2008
  Marina Silva pede demissão do Ministério do Meio Ambiente
 

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (PT), pediu demissão nesta terça-feira. Carta foi entregue ao presidente da República no horário do almoço. Depois de muitos embates e desacordos com outros ministérios, Marina não resistiu às pressões contra a sua pasta.

Marina Silva ocupava a pasta desde o primeiro mandato de Lula e durante os cinco anos que comandou o ministério enfrentou pressões do Ministério da Agricultura, sobre o desmatamento na Amazônia, do Ministério de Ciência e Tecnologia sobre a construção da Usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro, sobre a derrota com os transgênicos e a divisão do Ibama foram apenas alguns dos problemas enfrentados pela ministra.

A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) concede entrevista após assinatura de decreto com medidas de proteção para Amazônia e ações de combate ao desmatamento ilegal Foto: Antônio Cruz/ABr
Presidente Lula reunido com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, outros ministros e técnicos para discutir o desmatamento da Amazônia, que voltou a aumentar Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, discursa durante encontro de legisladores de países do G8, mais África do Sul, Brasil, China e Índia. O evento discute estratégias para reduzir as mudanças climáticas Foto: Elza Fiúza/ABr
Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participa da solenidade de posse dos conselheiros da Reserva da Biosfera do Pantanal. O Conselho Deliberativo da Reserva terá como principal tarefa conciliar interesses conflitantes, planejar e coordenar todas as atividades a serem desenvolvidas na região do Pantanal Foto: Antonio Cruz/ABr

O Pick-upau lamenta a saída de Marina Silva e acredita que a última resistência aos descasos do governo federal cai junto com a ministra. Segundo J. Andrade, diretor-executivo da Agência Ambiental Pick-upau, todos perdem com a saída da Marina, inclusive o governo. “Marina Silva, era mais que uma ministra, era uma referência, um ponto de equilíbrio no governo. Com ela o Brasil já vinha perdendo a batalha no desmatamento na Amazônia, na questão dos transgênicos, na política energética, no avanço predatório da agricultura e da pecuária e em tudo que está relacionado ao PAC. Se já era difícil com ela, agora a situação deve ficar ainda pior”.

Veja abaixo a íntegra da carta de demissão de Marina Silva.

“Caro presidente Lula,

Venho, por meio desta, comunicar minha decisão em caráter pessoal e irrevogável, de deixar a honrosa função de Ministra de Estado do Meio Ambiente, a mim confiada por V. Excia desde janeiro de 2003. Esta difícil decisão, Sr. Presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal.

Quero agradecer a oportunidade de ter feito parte de sua equipe. Nesse período de quase cinco anos e meio esforcei-me para concretizar sua recomendação inicial de fazer da política ambiental uma política de governo, quebrando o tradicional isolamento da área.

Agradeço também o apoio decisivo, por meio de atitudes corajosas e emblemáticas, a exemplo de quando, em 2003, V. Excia chamou a si a responsabilidade sobre as ações de combate ao desmatamento na Amazônia, ao criar grupo de trabalho composto por 13 ministérios e coordenado pela Casa Civil. Esse espaço de transversalidade de governo, vital para a existência de uma verdadeira política ambiental, deu início à série de ações que apontou o rumo da mudança que o País exigia de nós, ou seja, fazer da conservação ambiental o eixo de uma agenda de desenvolvimento cuja implementação é hoje o maior desafio global.

Fizemos muito: a criação de quase 24 milhões de hectares de novas áreas de conservação federais, a definição de áreas prioritárias para conservação da biodiversidade em todos os nossos biomas, a aprovação do Plano Nacional de Recursos Hídricos, do novo Programa Nacional de Florestas, do Plano Nacional de Combate à desertificação e temos em curso o Plano Nacional de Mudanças Climáticas.

Reestruturamos o Ministério do Meio Ambiente, com a criação da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Serviço Florestal Brasileiro; com melhoria salarial e realização de concursos públicos que deram estabilidade e qualidade à equipe. Com a completa reestruturação das equipes de licenciamento e o aperfeiçoamento técnico e gerencial do processo. Abrimos debate amplo sobre as políticas socioambientais, por meio da revitalização e criação de espaços de controle social e das conferências nacionais de Meio Ambiente, efetivando a participação social na elaboração e implementação dos programas que executamos.

Em negociações junto ao Congresso Nacional ou em decretos, estabelecemos ou encaminhamos marcos regulatórios importantes, a exemplo da Lei de Gestão de Florestas Públicas, da criação da área sob limitação administrativa provisória, da regulamentação do art. 23 da Constituição, da Política Nacional de Resíduos Sólidos, da Política Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais. Contribuímos decisivamente para a aprovação da Lei da Mata Atlântica.

Em dezembro último, com a edição do Decreto que cria instrumentos poderosos para o combate ao desmatamento ilegal e com a Resolução do Conselho Monetário Nacional, que vincula o crédito agropecuário à comprovação da regularidade ambiental e fundiária, alcançamos um patamar histórico na luta para garantir à Amazônia exploração equilibrada e sustentável. É esse nosso maior desafio. O que se fizer da Amazônia será, ouso dizer, o padrão de convivência futura da humanidade com os recursos naturais, a diversidade cultural e o desejo de crescimento. Sua importância extrapola os cuidados merecidos pela região em si, e revela potencial de gerar alternativas de resposta inovadora ao desafio de integrar as dimensões social, econômica e ambiental do desenvolvimento.

Hoje, as medidas adotadas tornam claro e irreversível o caminho de fazer da política socioambiental e da economia uma única agenda, capaz de posicionar o Brasil de maneira consistente para operar as mudanças profundas que, cada vez mais, apontam o desenvolvimento sustentável como a opção inexorável de todas as nações.

Durante essa trajetória, V. Excia é testemunha das crescentes resistências encontradas por nossa equipe junto a setores importantes do governo e da sociedade. Ao mesmo tempo, de outros setores tivemos parceria e solidariedade. Em muitos momentos, só conseguimos avançar devido ao seu acolhimento direto e pessoal. No entanto, as difíceis tarefas que o governo ainda tem frente sinalizam que é necessária a reconstrução da sustentação política para a agenda ambiental.

Tenho o sentimento de estar fechando o ciclo cujos resultados foram significativos, apesar das dificuldades. Entendo que a melhor maneira de continuar contribuindo com a sociedade brasileira e o governo é buscando, no Congresso Nacional, o apoio político fundamental para a consolidação de tudo o que conseguimos construir e para a continuidade da implementação da política ambiental.

Nosso trabalho à frente do MMA incorporou conquistas de gestões anteriores e procurou dar continuidade àquelas políticas que apontavam para a opção de desenvolvimento sustentável. Certamente, os próximos dirigentes farão o mesmo com a contribuição deixada por esta gestão. Deixo seu governo com a consciência tranqüila e certa de, nesses anos de profícuo relacionamento, temos algo de relevante para o Brasil.

Que Deus continue abençoando e guardando nossos caminhos.

Marina Silva”

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participa de audiência conjunta das comissões de Agricultura e do Meio Ambiente e Amazônia Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participa da solenidade de abertura da 1ª Conferência Nacional de Juventude Foto: Antonio Cruz/ABr
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participa da abertura do 1º Seminario Nacional de Combate à Desertificação Foto: Antonio Cruz/ABr
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, dá entrevista a emissoras de rádio no estúdio da Rádio Nacional Foto: Elza Fiúza/ABr

Carta aos servidores - ministra Marina Silva

14/05/2008 - Carta aos servidores do Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Instituto Chico Mendes, Agência Nacional de Águas, Serviço Florestal Brasileiro e Jardim Botânico Prezados servidores,
Acabo de entregar ao Presidente Lula carta na qual comunico minha decisão de deixar a honrosa função de ministra do Meio Ambiente e meu retorno ao Senado Federal. Estou fechando um ciclo no qual enfrentamos muitas dificuldades, mas, colhemos resultados gratificantes nesses cinco anos e meio em que estamos juntos.

Quero agradecer a colaboração de todos e afirmar que nada do que alcançamos seria feito sem a participação, o entusiasmo, as críticas, a competência de cada um de vocês. E não foi pouco: entre outras conquistas, a criação de quase 24 milhões de hectares de áreas de conservação federais, a definição de áreas prioritárias para conservação da biodiversidade em todos os nossos biomas, a estruturação do Plano Nacional de Mudanças Climáticas, a aprovação do Plano Nacional de Recursos Hídricos, do novo Programa Nacional de Florestas, do Plano Nacional de Combate à Desertificação. Também conseguimos aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas, da criação da área sob limitação administrativa provisória, da Política Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, entre outros marcos regulatórios importantes.

Com erros, acertos e muito aprendizado, acredito que conseguimos nos guiar pela quatro diretrizes traçadas quando aqui chegamos: a busca do desenvolvimento sustentável, do controle e participação social, do fortalecimento do SISNAMA e da política ambiental integrada pela prática da transversalidade.

Embora nunca tenha conseguido lhes dar a atenção que pretendia, dada a intensidade da agenda de que são testemunha, procurei fazer o possível para valorizar os servidores por meio de aumento salarial, enquadramento na carreira funcional, informatização e reforma das instalações físicas, realização de concursos públicos e reorganização das equipes de licenciamento. A reestruturação do Ministério, feita com o objetivo de aproximar mais o organograma das necessidades de nossas ações e programas, levou à criação da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, da Secretaria de Mudanças Climáticas, do Instituto Chico Mendes e do Serviço Florestal Brasileiro.

Assim como nossa gestão incorporou avanços de gestões anteriores, estou certa de que nosso trabalho terá continuidade sobretudo pela ação de vocês, servidores, os agentes verdadeiramente capazes de internalizar a política ambiental que melhor sirva ao nosso País.

Continuaremos em contato, agora que voltarei ao Congresso Nacional, na busca da sustentabilidade política fundamental para consolidação da agenda de desenvolvimento sustentável.
Um grande abraço,
Marina Silva

Veja a cobertura completa da saída da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, no Panorama Ambiental.

Folha de São Paulo/G1/Agência Brasil

 
  Postado às 20h15
 
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  12/05/2008
  Humanos causam obesidade mórbida em macacos
 

Macacos resos (Macaca mulatta) que vivem no parque Sakai, região da cidade de Osaka, Japão, estão sofrendo com a obesidade mórbida. O problema está sendo causado por pessoas que visitam o local.

Cerca de 30% do bando já sofre com o problema. Os visitantes japoneses ignoram a regra de alimentar os animais e distribuem comida extra e não apropriada aos bichos.

Kazuhiro Nogi/France Presse/Reprodução
Membros da espécie são conhecidos por sua facilidade de se adaptar aos hábitos humanos
Um dos bichos fazendo o que aparentemente mais adora: comer
Organismo dos animais tem dificuldade para processar comida calórica

Da France Presse/G1

 
  Postado às 17h55
 
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  12/05/2008
  Livro mostra orangotango nadando
 

O livro Thinkers of the Jungle - the Orangutan Report, de Gerd Schuster, Willie Smits e Jay Ullal traz imagens que surpreenderam os pesquisadores. As fotos mostram orangotangos que habitam florestas equatorianas em Bornéu, na Indonésia, nadando e pescando.

Antes desse registro, especialistas acreditavam que símios de braços longos, que possuem 97% de seu DNA igual aos dos seres humanos, não eram capazes de nadar.

O livro também traz dados sobre a destruição do habitat natural do orangotango para a agricultura. Segundo os pesquisadores, a partir de 2010 não haverá mais orangotangos vivendo livres nas florestas de Bornéu e Sumatra.

Jay Ullal/Divulgação
Animais conseguem capturar peixes usando varas
Maioria dos primatas tem muito medo de água

Da BBC/G1

 
  Postado às 17h42
 
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  12/05/2008
  Urso de pelúcia serve de 'mãe adotiva' para macaco
 

Um macaquinho do zoológico de Londres que havia sido abandonado pela mãe, encontrou conforto e carinho com um urso de pelúcia. A mãe do pequeno Conchita estava muito doente e não tinha condições de cuidar de sua cria, foi então que os funcionários do zôo tiveram a idéia de “substituir” a mãe.

O macaco da espécie mangabei-da-nuca-branca (Cercocebus atys lunulatus), considerado raro, nasceu há quatro semanas em uma operação cesariana de emergência. Com a impossibilidade da mãe de cuidar de seu filhote, os tratadores tiveram que alimentar o bebê, mas ficaram com medo que o macaquinho se aproximasse demais de humanos e depois fosse rejeitado por sua mãe.

"(Conchita) abraça o urso dia e noite. Quando ela está assustada, ela corre para o brinquedo como se fosse sua mãe", disse Andrea Payne, funcionária do zoológico responsável pelo animal ao jornal The Times. O bicho de pelúcia foi escolhido por causa do tamanho e por ser feito de fibras que não provocam danos quando mastigadas.

Os tratadores dizem que artifício será temporário e esperam que em breve Conchita esteja de volta com sua mãe verdadeira. Esta espécie de macaco era muito comum em Gana, na África, agora está ameaçado de extinção.

Reprodução/Zoológico de Londres

Da BBC/G1

 
  Postado às 17h33
 
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  12/05/2008
  Bebê passarinho faz ‘gugu-dadá’
 

12/05/2008

Um trabalho cientifico coordenado por Michael S. Fee, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, que foi publicado na revista especializada "Science", sugere que pássaros também usam o ‘gugu-dadá’ quando bebês. Os cientistas americanos descobriram o circuito do cérebro que se especializa em orientar ‘balbucio’ das aves.

Segundo o estudo filhotes de diamante-mandarim (Taeniopygia guttata), não são diferentes de bebês humanos, pelo menos no quesito ‘gugu-dadá’. Um trio de pesquisadores americanos descobriu que os pássaros utilizam um circuito especifico do cérebro, o que pode mudar alguns conceitos de como o cérebro “aprende” as coisas.

Divulgação/Science
O diamante-mandarim (Taeniopygia guttata) foi usado no experimento

Os cientistas verificaram que no período de (de 30 a 45 dias depois do nascimento), os sons produzidos são um balbucio desordenado; (de 45 a 80 dias de vida), os filhotes já começam a cantar, mas ainda de forma variável, até chegaram a fase adulta onde o canto é estruturado e estereotipado. Veja mais no Portal G1.

Do G1

 
  Postado às 17h15
 
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