São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  17/08/2008
  Site 'TMZ' faz brincadeira com celebridades e animais
 

Reprodução / Reprodução
Tori Spelling (atriz de Barrados no Baile) e sua sósia.

Reprodução / Reprodução
Quem tem o maior nariz, Gérard Depardieu?

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Com a cantora Amy Winehouse dá zebra.

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A atriz Christina Ricci seria parente próxima dos lêmures?

Do G1

 
  Postado às 01h45
 
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  17/08/2008
  Elefante-marinho vira sensor ambulante
 

Pesquisadores franceses transformam elefantes-marinhos em ‘sensores’. Cerca de 60 animais da espécie receberam transmissores de dados que foram colados com epóxi.

Essa foi a forma que os cientistas acharam para monitorar as características físicas e químicas dos oceanos. A prática foi testada por Jean-Benoit Charrassin e seus colegas do Museu Nacional de História Natural da França. O experimento foi bem mais útil que as tradicionais bóias, pois os elefantes-marinhos chegam a mergulhar até 2 km de profundidade, o que tornou possível a medição da temperatura, pressão e salinidade dos mares. A pesquisa foi publicada na revista especializada “PNAS”.

Divulgação
Fêmea da espécie recebe transmissor

Do G1

 
  Postado às 01h37
 
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  17/08/2008
  "Fóssil vivo" de 111 anos será papai
 

Um animal considerado um fóssil vivo é um caso raro na natureza, o espécime Henry, uma tuatara de 111 anos terá bebês após várias tentativas em muitas décadas.

Henry teve ‘encontros’ com Mildred e botou 11 ovos no mês passado no Southland Museum (South Island), onde mora desde 1970. Essa foi a segunda vez que o velho Henry aceitou companhia. Ao longo de 40 anos sempre foi avesso ao convívio social e tinha reações agressivas a aproximações. Segundo os pesquisadores, os ovos devem eclodir em seis meses.

O animal que possui cerca de meio metro de comprimento e assemelha-se a um lagarto é uma espécie encontrada somente nas ilhas da Nova Zelândia.

Divulgação
Tuataras são animais endêmicos das ilhas da Nova Zelândia

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 01h28
 
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  17/08/2008
  Casal de chimpanzés ganha filhote no Beto Carrero World
 

O Parque Beto Carrero World acaba de ganhar um novo morador. O casal de chimpanzés Lucas, 14 e Kelly, 10 ganhou seu primeiro filhote. O pequeno primata, que nasceu com 800 gramas ainda não tem nome.

Kátia Cassaro, bióloga do parque, afirma que os dois estão bem. "Precisamos monitorar se o pequeno chimpanzé mamará normalmente e como a fêmea se comportará nas próximas horas", disse.

O Centro de Primatologia do parque possui outras três fêmeas e dois machos, que convivem há cerca de dez anos.

Divulgação
Kelly e seu filhote recém-nascido

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 01h20
 
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  11/08/2008
  Embrapa transfere informações ao Museu do Pantanal
 

Visitantes de todo o Brasil e do exterior que visitam Corumbá (MS) ganham, nesta terça-feira, dia 12 de agosto, mais uma opção de turismo: o Muhpan - Museu de História do Pantanal. Instalado no edifício Wanderley & Baís (construído em 1876), em frente ao rio Paraguai, o museu reúne informações históricas, arqueológicas, ambientais e culturais.

A montagem do Muhpan foi realizada pela Fundação Barbosa Rodrigues, com incentivo da Lei Rouanet, que concede benefícios fiscais a empresas que financiam atividades culturais.

A Embrapa Pantanal, instalada em Corumbá desde 1975, acompanhou o processo de montagem da sala Os Pantanais, que reúne informações sobre o ecossistema. Pesquisadores da Unidade contribuíram para a instalação do ambiente e, nesta quarta-feira, dia 6 de agosto, estiveram no local para transferir informações aos estagiários que vão apresentar o museu aos visitantes.

Walfrido Tomás e Cristhiane Amâncio, pesquisadores da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, tiveram contato com seis estudantes dos cursos de geografia, biologia e turismo.

Eles detalharam informações sobre geomorfologia e sobre as características das dez sub-regiões do Pantanal. Falaram sobre as espécies nativas de peixes, sobre o curso dos rios e sobre a fauna. Os estagiários aproveitaram a visita dos pesquisadores para esclarecer dúvidas relacionadas ao ecossistema.

Ana Maio/Embrapa
Pesquisadores da Embrapa Pantanal repassam informações aos estagiários

No dia 18 de julho, a diretora executiva da Embrapa, Tatiana Deane Abreu de Sá, esteve em Corumbá participando de uma reunião do Comitê Assessor Externo da Unidade e conheceu as instalações do museu. Ela elogiou o trabalho e disse que a região ganha muito com a organização do Muhpan.

O museu dará mais visibilidade a Corumbá, cidade com alto potencial turístico. Nos últimos três anos, a movimentação de pessoas no município foi, em média, de 594 mil visitantes/ano. Os dados foram coletados pela Secretaria Municipal de Turismo, com base em registros do número de passageiros de vôos, de transporte rodoviário (ônibus) e de veículos que pagaram o pedágio próximo à ponte do rio Paraguai.

O museu foi montado com a supervisão do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional), apoio da Prefeitura de Corumbá, e patrocínio da Petrobras e Grupo Votorantim. A inauguração, nesta terça, será às 17h. A partir da abertura, o Muhpan estará pré-agendando visitas de grupos interessados em conhecer as instalações.

Ana Maio
Embrapa

 
  Postado às 17h50
 
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  11/08/2008
  Pantanal ganha primeiro guia de campo sobre sapos
 

O primeiro guia de campo sobre sapos, rãs e pererecas do Pantanal foi pré-lançado na semana passada, durante o 8º Intecol (Conferência Internacional sobre Áreas Úmidas), realizado de 20 a 25 de julho em Cuiabá (MT).

Numa linguagem atualizada e de fácil acesso, o “Guia de Campo dos Anuros do Pantanal e Planaltos de Entorno” descreve o ambiente físico do Pantanal e seu entorno, introduz o tema da biologia reprodutiva dos anuros e faz recomendações sobre a conservação das espécies.

São mais de 50 espécies descritas em inglês e português, seguindo as últimas modificações relevantes da literatura científica. Para cada espécie há um texto descritivo e uma foto auxiliando o leitor nas identificações. No final do guia há um glossário que auxilia os não-especialistas a entender termos técnicos relevantes.

Zilca Campos, pesquisadora da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e Domingos de Jesus Rodrigues, professor da UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso) são dois dos autores que realizaram o pré-lançamento.

Também assinam a publicação o professor Masao Uetanabaro, do Departamento de Biologia da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), e os biólogos Cynthia Prado, da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e Marcelo Gordo, da Ufam (Universidade Federal do Amazonas).

Na década de 1980, o professor Masao iniciou a pesquisa sobre as espécies nas regiões de Bodoquena e Miranda, no Mato Grosso do Sul. Nos anos de 1993 e 1994, os autores percorreram todo o Pantanal sul concluindo o levantamento.

O resultado de anos desta pesquisa está reunido neste guia, pioneiro no Pantanal, que atende pesquisadores, biólogos, estudantes, especialistas em turismo e demais interessados.

A pesquisadora Zilca se lembra da trajetória do trabalho, das dificuldades e da persistência de toda a equipe. “O guia é um sonho que se torna realidade”, afirma.

Domingos, que liderou a organização do livro, disse que, além de disseminar o conhecimento e auxiliar na conservação, o trabalho tem como intuito fomentar o turismo regional. Em relação a sua importância ecológica, o autor destaca que, por meio das espécies apresentadas no guia, é possível elaborar planos de manejo. “O mapeamento é realizado desde a década de 1980 e informa sobre a distribuição das espécies, sua importância, os habitats específicos.”

Outra importância é a capacidade de bioprospecção (técnica utilizada para localizar e calcular o valor econômico de recursos naturais) destas espécies nas áreas da medicina e da bioquímica. Uma espécie de perereca presente no guia, por exemplo, tem capacidade de sobreviver tranqüilamente a uma temperatura de 40 graus exposta ao sol.

Daniela dos Santos/Embrapa
Zilca Campos e Domingos de Jesus Rodrigues, no pré-lançamento

Os autores prestam uma homenagem ao professor Masao, pioneiro nos estudos com anfíbios do Pantanal sul-mato-grossense. Disseram que são privilegiados pela oportunidade de conviver com ele para a produção deste guia.

Walfrido Tomás, também pesquisador da Embrapa Pantanal, recebeu um livro autografado no pré-lançamento e declarou que um dos maiores problemas do Brasil é a deficiência de informação para o público, e até mesmo para os cientistas, pela falta de guias de campo.

“Este livro é um modelo a ser seguido, pode ser consultado por qualquer pessoa interessada em conhecer a biodiversidade. Esse guia quebra exatamente essa deficiência de informação e vai mudar a forma como os brejos, as lagoas e os riachos são vistos até agora.”

O livro recebeu apoio financeiro da Fapemat (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso), Conservação Internacional, UFMS e UFMT.

O lançamento oficial do Guia de Campo dos Anuros do Pantanal e Planaltos de Entorno será realizado em Manaus, durante o 6º Congresso Mundial de Herpetologia, de 17 a 27 de agosto.

O livro já está disponível para venda pela editora da UFMT e também estará à venda durante o congresso em Manaus. (Daniela dos Santos)

Ana Maio
Embrapa

 
  Postado às 17h45
 
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  11/08/2008
  Livro Peixes do Pantanal será apresentado na Bienal em SP
 

Embrapa Informação Tecnológica reúne especialistas na Bienal do Livro. Conservação de biomas e alterações do clima são destaque na pauta de lançamentos editoriais

Mudanças climáticas, bioma Cerrado e a rica diversidade de peixes do Pantanal são os temas principais dos lançamentos promovidos pela Embrapa Informação Tecnológica, durante a 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começa quinta-feira, dia 14 de agosto, na capital paulista. As publicações, resultado de trabalhos científicos coordenados por pesquisadores da Embrapa, estão entre os cerca de 500 títulos que a Unidade vai levar para o evento.

A participação dos autores de cada obra já está confirmada nos três eventos marcados para as noites dos dias 15, 18 e 19, no Café Universitário, da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (Abeu), no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

No dia 20 (quarta-feira), estará presente a diretora-executiva da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Tatiana Deane de Sá, representando o diretor-presidente da Empresa, Sílvio Crestana.

O primeiro livro a ser lançado, “Mudanças Climáticas – impactos sobre doenças de plantas no Brasil”, aborda de forma contextualizada um dos assuntos mais atuais da pauta científica de especialistas de todo o mundo. Por ser a responsável por grande parte das perdas na agricultura, as doenças de plantas correm o risco de ter alterada a sua incidência em função das alterações de temperatura, daí a necessidade e a importância de estudos de avaliação das conseqüências dos novos perfis ambientais. Doenças menos importantes -, até então consideradas de simples solução -, podem resultar em impactos negativos às lavouras, comprometendo tanto os cultivos familiares quanto os empresariais.

As análises que constam da publicação foram desenvolvidas com base em mapas e tabelas de análise, desenvolvidas a partir de dados de instituições como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Para falar sobre o assunto com o público, no dia 15 (sexta-feira), estará presente a pesquisadora do Laboratório de Microbiologia Ambiental da Embrapa Meio Ambiente e professora do curso de pós-graduação da Universidade Estadual Paulista (Unesp)/Botucatu, Raquel Ghini.

Conhecer para conservar - Na noite de segunda-feira (18), o biólogo, Ph.D em Ecologia, José Felipe Ribeiro, participa do lançamento do livro “Cerrado: Ecologia e Flora, Volume I.“ Resultado de estudos de 48 especialistas da Embrapa e instituições parceiras, ao longo de mais de três anos, a obra reúne informações fundamentais à adoção de estratégias de preservação e uso dos recursos naturais do bioma, principal alvo da degradação e da exploração indiscriminada nas três últimas décadas e cuja proteção até hoje não foi incorporada ao texto constitucional, ao contrário do que ocorre com os demais biomas brasileiros.

”Peixes do Pantanal: Manual de Identificação (2ª edição)” é a terceira publicação a ser apresentada durante a Bienal Internacional do Livro, no dia 19 (terça-feira). A obra -, síntese de ciência, biodiversidade e arte -, revela o potencial dos recursos pesqueiros regionais e indica as possibilidades de se conciliar economia, geração de emprego e renda e meio ambiente.

São 269 espécies nativas descritas e representadas por meio de fotos e 150 ilustrações (40 em aquarela e 110 em nanquim e bico-de-pena) do artista plástico Álvaro Evandro Nunes. O objetivo foi garantir a fidelidade e o maior nível de detalhamento possível de cada peixe, respeitando suas características físicas, não só os formatos de escamas mas a sutileza das variações de cores.

Dos principais autores, participam do bate-papo com o visitante e da sessão de autógrafos o biólogo Heraldo Britski, pesquisador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, o artista plástico Álvaro Nunes e o orientador iconográfico da obra, Agostinho Catella, pesquisador da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS).

Álvaro Nunes recebeu cinco vezes o Troféu Olho-de-Boi, da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, e foi premiado na categoria de Melhor Selo Múltiplo do Mundo, na Conferência Governamental de Impressores de Selos Postais, em 2002, em Seul, Coréia, além dos trabalhos expostos em museus estrangeiros, como o de Denver (Colorado, Estados Unidos).

A importância da publicação deve-se ao fato de o Pantanal ser a maior planície alagável do mundo, além de reconhecido como Patrimônio Nacional, pela Constituição de 1988, e Patrimônio Mundial Natural pela ONU, sem contar o seu significado para as populações ribeirinhas da região, que construíram em torno dele a sua cultura e transformaram seus recursos em fonte de subsistência.

Em português e tupi-guarani – Também entre os cerca de 500 títulos que o visitante vai encontrar no estande da Embrapa Informação Tecnológica, as publicações infanto-juvenis têm lugar garantido. /Clara, a pequena guardiã da natureza e Yvyra Poty, a protetora das águas /estão entre os destaques da programação destinada às crianças, nos dias 20 e 21, com a apresentação das peças teatrais adaptadas pela companhia Néia&Nando, no Auditório A (às 15h, do dia 20.08, e às 15h, do dia 21.08) e na Arena do Espaço “Ler é a minha praia” (às 17h, do dia 20.08, e às 17h do dia 21.08).

As duas publicações -, produzidas pelos pesquisadores Luiz Carlos Hernani e Karina Neoob, da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS) -, foram editadas em português e em tupi-guarani, e podem ser adotadas como complemento educativo em escolas de comunidades indígenas. Participa dos eventos, o autor Luiz Carlos Hernani.

Outras atividades estão programadas para a meninada, além das peças teatrais. Nos dias 19, 20 e 21, haverá as Oficinas “Brinque com Ciência”, desenvolvidas a partir da publicação da cartilha de mesmo nome, que contém figuras para colorir, jogos, palavras-cruzadas e várias outras brincadeiras voltadas ao estímulo da curiosidade e do interesse pelo tema. As oficinas serão na Arena do Espaço “Ler é a minha praia” (19.08, às 19h; 20.08, às 18h; e 21.08, às 10h e às 18h) e no Auditório A (20.08, às 16h; 21.08, às 16h)

Para atender pesquisadores, especialistas, estudantes, produtores rurais e donas-de-casa foram selecionadas opções sobre temas variados, que vão desde pesquisa agropecuária, agricultura, agroenergia, agroindústria, biotecnologia, floresta e silvicultura, geoprocessamento, informação e comunicação, produção animal e transferência de tecnologia até as coleções e séries especiais para a agricultura familiar, com receitas, dicas e orientação de cultivo.

Ana Maio
Embrapa

 
  Postado às 17h37
 
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