São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  23/05/2009
  Depois de ser abandonado, bebê gorila vive feliz com nova mãe
 

O pequeno Hasani, que se tornou popular depois de ser abandonado por sua mãe, em dezembro do ano passado, no zoológico de São Francisco, nos Estados Unidos, agora vive feliz. Logo após a rejeição, os tratadores levaram o pequeno gorila para viver com Bawang, que aceitou a nova cria. Mãe e filho (adotivo) se deram tão bem que até os outros gorilas estão com ciúmes. Queridinho do zoo, Hasani tem seu próprio álbum de família.

Divulgação/Zoo de São Francisco
 
 
 
  Postado às 23h03
 
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  23/05/2009
  Filhote aye-aye nasce nos EUA
 

O zoológico de Denver, nos Estados Unidos, acaba de ganhar um filhote de aye-aye, uma espécie de primata nativo da Ilha de Madagascar, parecido com seus primos lêmures, o aye-aye possui hábitos noturnos e uma aparência bem estranha. O pequeno animal foi muito caçado por povos nativos e hoje está ameaçado de extinção.

Divulgação/Zoo de Denver
 
  Postado às 23h01
 
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  23/05/2009
  Gazela-girafa é atração em zoo americano
 

Duas fêmeas adultas de gazela-girafa são atrações no zoológico de Los Angeles, nos Estados Unidos. Os antílopes originários da África são conhecidos por sua rapidez e capacidade de escapar de seus principais predadores.

Divulgação/ Zoo de Los Angeles
 
  Postado às 23h00
 
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  23/05/2009
  Um hóspede do barulho
 

Cachorro, gato, porquinho da índia... Nada disso, Aniko Herlicska, tratadora do zoológico Nyiregyhaza, na Hungria, recebeu um hóspede bem incomum, a filhote de leão Nala, de apenas duas semanas. Enquanto sua mãe Kyara se recupera de uma cirurgia na pata direita a pequena leoa descobre as atrações da casa nova.

Divulgação/Zoo Nyiregyhaza
 
  Postado às 22h58
 
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  23/05/2009
  A família de girafas cresceu
 

Zoológico de Berlim, na Alemanha, abriga a família de Naruk, o papai girafa. Kibaya e seu filhote, Shani, nasceu há apenas alguns dias e já é atração do parque.

Divulgação/Zoo de Berlim
 
  Postado às 22h56
 
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  23/05/2009
  Depois de cair da bolsa da mãe, canguru ganha nova casa
 

Após cair, acidentalmente, da bolsa de sua mãe, um bebê canguru foi resgatado por funcionários do zoológico Assiniboine, no Canadá. Como não se sabe de qual bolsa ele caiu, o pequeno marsupial não pode ser devolvido a sua mãe verdadeira. Para não causar transtornos para as mamães e para o próprio filhote, os tratadores do zoo improvisaram uma nova ‘bolsa’.

Divulgação/Zoo Assiniboine
 
 
  Postado às 22h55
 
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  23/05/2009
  Trigêmeos são atração em zoo alemão
 

Atiero, Jumanes e Valdivia são os novos moradores do zoológico Tierpark, em Berlim. Os trigêmeos de onças-pintadas nasceram o mês passado e agora foram apresentados ao público.

Divulgação/Zoo Tierpark
 
 
  Postado às 22h52
 
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  23/05/2009
  Arte no zoo
 

Orangotangos do zoológico Heidelberg, no sudoeste da Alemanha, mostram que são artistas e arrecadam fundos para o jardim. A orangotango Grisella aprecia as aulas de pintura e os pincéis também.

Divulgação/Zoo Heidelberg
 
  Postado às 22h49
 
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  23/05/2009
  Cheia do rio Paraguai é comparável aos anos mais secos da década
 

A cheia do rio Paraguai deste ano é comparável às ocorridas em 2001 e 2005, anos mais secos da década que se encerra. A informação é do pesquisador Ivan Bergier, da Embrapa Pantanal, que acaba de realizar a segunda previsão de cheia com o Modelad (Modelo de Previsão do Nível do rio Paraguai em Ladário). O modelo utiliza a medição da régua de Ladário, cidade vizinha a Corumbá (MS), e a série histórica de dados coletados desde 1900 pela Marinha do Brasil.

A Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, divulgou a primeira previsão de cheia com o novo modelo na primeira semana de abril.

“A segunda previsão do Modelad aponta para um ano de seca na planície de inundação do rio Paraguai. A previsão realizada em abril, com erro médio de 29,5 cm, situa-se na porção inferior da previsão realizada em março, sugerindo que o rio Paraguai deve ter seu nível máximo ao redor de 3 metros na Base Naval da Marinha em Ladário”, explicou Ivan.

Com relação à data de ocorrência do pico de cheia, a mudança na previsão foi de apenas 1 dia e deverá ocorrer entre meados de maio e meados de junho. Caso o nível máximo observado seja inferior aos 3,15 metros verificados no ano de 2001, este ano deverá ser o ano mais seco desde 1973.

Ana Maio/Embrapa
Rio Paraguai:ano de seca na planície, segundo o Modelad

Isso deve se concretizar se o nível de rio subir no máximo 2 centímetros por dia ao longo do mês de maio. “Nos últimos 35 anos os três menores níveis máximos observados ocorreram nessa década”, afirmou o pesquisador.

Segundo ele, o verão de 2008-09 foi caracterizado por fortes tempestades em Santa Catarina, seca no Oeste das regiões Sul e Centro-Oeste e por elevada precipitação nas regiões Nordeste e Norte. Tudo isso sugere um forte indício da influência do fenômeno do El Niño Oscilação Sul (ENOS ou ENSO em inglês) em sua fase fria, isto é, Oceano Pacífico Equatorial mais frio ou condição de La Niña. “No Pantanal, em especial, pode também haver uma relação com padrões de oscilação atmosférica no Oceano Atlântico Norte (NAO em inglês), regulando a entrada de ventos e umidade pelo norte em direção ao centro-sul do continente sul-americano, auxiliado pela cordilheira dos Andes”, disse.

Essas relações conhecidas por teleconexões climáticas são objeto de estudo da Embrapa Pantanal. As previsões do nível mínimo em 2009, uma extensão do Modelad para o período de vazante da planície do rio Paraguai, deverão ser divulgadas a partir do segundo semestre.

Impactos

O Pantanal terá menor quantidade de peixes neste e nos próximos anos, segundo a pesquisadora Emiko Kawakami de Resende. De acordo com ela, a produção de peixes na região está diretamente relacionada à cheia. “Quanto maior a cheia, maior a produção. O inverso também é verdadeiro”, disse.

Os reflexos serão sentidos também nos próximos dois ou três anos, “quando os indivíduos produzidos neste ano estiverem em tamanho de captura”.

Emiko afirmou que o último ano de cheia reduzida foi 2005. “Parece que este ano está pior. Aqueles que dependem dessa atividade econômica – tanto o turismo, quanto o pescador profissional artesanal – devem se precaver”, disse.A pesquisadora Sandra Aparecida Santos, que trabalha com pesquisas sobre pecuária, disse que os impactos na produção das pastagens são variáveis. “Há regiões que podem ser beneficiadas e outras prejudicadas.”

No Pantanal, as pastagens são dinâmicas e dependem da distribuição das chuvas que ocorrem na região norte e sul, como também da localização da propriedade (se sofre influência de inundação fluvial e/ou pluvial).

Neste ano de 2009 as chuvas se concentraram no final do período chuvoso em ambas as regiões que terão reflexos diferenciados sobre cada região ou fazenda. “É cedo para avaliar os impactos na pecuária, pois o período de restrição alimentar está começando agora no início de maio”, afirmou Sandra. O importante é que cada fazendeiro conheça a dinâmica das suas pastagens de modo que ele possa tomar as decisões mais adequadas.

Segundo ela, o mais preocupante são os focos de incêndio em áreas de pastagens localizadas na beira dos rios, que neste ano começaram mais cedo. A pesquisadora disse ainda que considerou 2006 um ano bastante complicado para a produção pecuária, porque ali ocorreram cheia e seca extremas.

Decoada

De acordo com a pesquisadora Márcia Divina de Oliveira, especializada em ecologia de rios e áreas inundáveis, a 'decoada' não deverá ser significativa em 2009, por conta do baixo nível das águas na cheia.

“Como o nível do rio deverá ficar em torno de 3 metros, não ocorrerá 'decoada' em grandes escalas. Ela tende a ser mais forte quando o nível do rio passa dos 3 metros, o que aumenta a interação entre o rio Paraguai e a planície. A decoada consiste principalmente por alteração nas características da água, com ênfase na baixa concentração de oxigênio dissolvido, resultante da decomposição da matéria orgânica seca inundada na planície quando as águas sobem”, explica. Costuma causar a mortandade de peixes. (Ana Maio e Saulo Coelho)

Ana Maio
Embrapa Pantanal

 
  Postado às 22h47
 
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  23/05/2009
  Embrapa Pantanal coordena resgate de onça em Corumbá
 

No final da tarde deste domingo, 17 de maio, apesar de alguns contratempos, terminou bem a operação de resgate de uma onça parda em Corumbá. O animal, um macho jovem com cerca de 40 quilos, estava no topo de uma árvore no bairro Aeroporto, a dez metros de altura, desde a noite de sábado.

Um morador chamou o Corpo de Bombeiros, que tentou espantar o animal com jatos de água, sem sucesso. Na manhã de domingo, a Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi contatada e as pesquisadoras Zilca Campos, Christiane Amâncio e Sandra Mara Crispim se mobilizaram. Elas foram até a Unidade para pegar material de captura, como anestésico, dardos de ar comprimido, zarabatanas, redes e cambões.

Embrapa/Saulo Coelho Nunes

No local, a Polícia Militar Ambiental isolou a área e auxiliou na instalação das redes para aparar o animal em caso de queda. Uma grande multidão acompanhava, ansiosa, pelo desfecho do episódio. O veterinário Alexandre Cavassa, acompanhado do colega Rogério Simões, também prestou auxílio durante a operação.

De São Paulo, por telefone, o especialista em felinos e grandes predadores do Centro Nacional de Animais Predadores (Cenap/Ibama), Peter Crawshaw, passava orientações de ação, enquanto as equipes aguardavam a chegada do pesquisador da Embrapa Pantanal, Walfrido Tomás, especialista em fauna silvestre, e que se encontrava em Campo Grande.

Ele veio num avião cedido pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, acompanhado pelo coordenador de fauna do Ibama/MS, Gerson Zahdi, e da bióloga dos institutos Homem Pantaneiro e Onça Pintada, Graziela Porfírio.

Resgate

A comitiva trouxe de Campo Grande rifles para disparo de dardos tranquilizantes, pois a zarabatana não seria suficiente para acertar a onça por conta da longa distância. A partir de então, Walfrido assumiu a coordenação da operação. Foram mobilizados, também, membros de organizações ambientais de defesa de felinos da região pantaneira, e o assistente de pesquisas com felinos do Pantanal, João Batista da Silva, que tem mais de dez anos de experiência com imobilização e tranquilização de animais, atuando no projeto ‘Onça Pantaneira’, na fazenda São Bento. O promotor do meio ambiente de Corumbá, Ricardo Melo, acompanhou todo o trabalho.

João foi designado para efetuar o disparo de rifle. Por volta das 16 horas, de cima da escada retrátil de um caminhão da empresa energética que opera no estado, Enersul, João fez um disparo certeiro. Acertada na paleta, a onça ficou inconsciente em cerca de três minutos, e se manteve enganchada nos galhos do topo da árvore.

Embrapa/Saulo Coelho Nunes

Os bombeiros e policiais militares, sob a coordenação do comandante do major Waldir Ribeiro, escalaram a árvore e laçaram o animal, na tentativa de descê-lo por cordas com o auxílio dos galhos. Nesse momento, o grande susto. A onça se soltou dos laços e despencou do topo da árvore, causando comoção na multidão. Mas as redes de contenção foram suficientes para amortecer a queda e evitar que o felino tivesse ferimentos mais graves ou fraturas.

O animal foi prontamente recolhido e levado para a Embrapa Pantanal, onde foi examinado por Walfrido, que é veterinário, e Graziela. Os especialistas constataram que a onça não teve fraturas ou escoriações graves, e a conduziram numa gaiola de metal em uma caminhonete para ser solta, ainda no domingo, no seu habitat.

Segundo Walfrido, a operação foi bem sucedida, principalmente diante do tipo de árvore (sete copas) e da altura em que a onça se encontrava. “Além da altura, havia uma grande multidão presente, e ela estava em situação de risco havia muitas horas. Todos esses são fatores de grande estresse para o animal e de risco para o resgate”, explica.

Queimadas

Pesquisadores da Embrapa Pantanal alertam para o aumento da freqüência nas aparições de animais selvagens nos perímetros urbanos do Pantanal, como conseqüência do crescimento acentuado das queimadas na região.

O chefe geral da Unidade, José Anibal Comastri Filho, explica que, com os numerosos focos de queimada em toda a planície pantaneira, muitos animais ficam acuados e desorientados, e eventualmente vão parar nas zonas urbanas. “É importante conscientizar os proprietários, pescadores e turistas para prevenir e combater os pequenos focos e nunca provocar queimadas nesta época de pouca chuva. Pontas de cigarro e fogueiras em acampamentos podem provocar incêndios”, diz.

A pesquisadora Zilca Campos afirma que episódios como o deste domingo tendem a se tornar cada vez mais comuns, e alerta para a prevenção. “A tendência que cada vez mais tenhamos animais selvagens chegando à cidade. É importante que a população esteja conscientizada e acione rapidamente as autoridades, que devem estar equipadas e treinadas para agirem rápido, causando o mínimo de sofrimento ao animal e eliminando riscos de danos às pessoas”, disse.

O promotor Ricardo Melo informou que existem recursos disponíveis há cerca de dois anos para a aquisição de equipamentos e treinamento de policiais e bombeiros para operações envolvendo animais silvestres em áreas urbanas em Corumbá.

Saulo Coelho Nunes
Embrapa Pantanal, Corumbá (MS)
Ana Maio
Embrapa Pantanal

 
  Postado às 22h45
 
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  23/05/2009
  Fazenda Nhumirim se prepara para certificação em pecuária orgânica
 

A Embrapa Pantanal pretende certificar em pecuária orgânica o seu campo experimental, a fazenda Nhumirim, que fica localizada na região pantaneira da Nhecolândia, a 160 km de Corumbá (MS).

Dez de suas 16 invernadas – termo utilizado no Pantanal para pastagens, deverão ser alocadas para criação orgânica, o que corresponde a cerca de 60% de sua área total de mais de 4 mil hectares. Inicialmente o processo orgânico envolverá cerca de 50% das 1,2 mil cabeças de gado criadas na propriedade.

Desde o dia 12 de maio, funcionários da fazenda iniciaram o trabalho de gado na propriedade, já adequando as práticas de contagem, manejo, vacinação e documentação às exigências para certificação, seguindo as orientações do veterinário Marcelo Rondon, consultor técnico da Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), que visitou a propriedade nos dias 15, 16 e 17 de abril. A temporada lida com o gado durará um mês.

Para difundir o conceito de pecuária orgânica e sensibilizar os funcionários da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Rondon realizou uma pré-vistoria e uma consultoria interna sobre certificação em pecuária orgânica para os colaboradores da fazenda. A ação da ABPO ocorre por meio de parceria com o Sebrae de Mato Grosso do Sul.

Embrapa/Saulo Coelho Nunes

O pesquisador da Unidade, André Moraes, acompanhou toda a visita e coordenará o processo de adequação da fazenda para certificação.

Para ser certificada pelo Instituto Biodinâmico – IBD, entidade parceira da ABPO e de referência em certificação orgânica no país, a fazenda Nhumirim terá de seguir rígidos padrões de criação e manejo de gado, com normas que regulamentam desde o desenvolvimento do pasto ao tipo de alimentação e medicamento dispensados ao rebanho.

Tudo tem de ser feito sem a utilização de produtos químicos nas pastagens e no gado, e com a menor aplicação possível de medicação alopática, preocupando-se com o bem estar do rebanho e com a conservação do meio ambiente.

Vistoria

Durante a visita, o consultor da ABPO percorreu diversas áreas da fazenda, numa espécie de simulação do que o auditor do IBD fará no dia da primeira visita, circulando nos locais de criação e levantando as possíveis necessidades de adequações e não conformidades. Rondon emitirá um relatório da visita para a Embrapa Pantanal contendo um plano de trabalho para adequação e preparação para visita do auditor do IBD, que deve acontecer em cerca de 30 dias.

Na opinião do consultor, a Nhumirim tem, como diversas propriedades pantaneiras, uma afinidade histórica e natural com a pecuária orgânica. “As propriedades do Pantanal tem uma vocação natural para esse tipo de criação, e a Nhumirim não é diferente. O que há a fazer são pequenas adequações, melhorias na área de registros de rotinas de campo, acondicionamento e entrada e saída de alimentos, insumos e medicamentos”, afirma. “O cenário é positivo e o Pantanal já está inserido na cadeia produtiva orgânica. Animais já vêm sendo abatidos com certificado orgânico há mais de quatro anos”, complementa.

Rondon explica que o principal objetivo da pecuária orgânica é a obtenção de um produto com maior valor agregado, atendendo às demandas atuais de um mercado internacional preocupado com o meio ambiente e a segurança alimentar.

“A produção orgânica pode levar a um animal menos precoce, mais tardio para atingir padrões de cortes e dimensões exigidas pelo mercado. Mas em compensação o alimento tem uma maior garantia de qualidade diferenciada, voltada para a grande tendência no mercado mundial que é a segurança alimentar. Em países desenvolvidos hoje é lei que alimentação infantil contenha porcentagens de produtos orgânicos”, argumenta o veterinário, reforçando que o animal orgânico abatido vale entre R$ 80 e 100 a mais que o convencional.

Certificação

Os administradores da fazenda a ABPO trabalham juntos para montar o plano de trabalho para estabelecer as prioridades e as demandas mais longas de adequações e implementações. Após a inspeção pelo auditor do IBD, inicia-se um processo de 12 meses para conversão e adequação da propriedade às normas. “O processo é cíclico e anual, e a fazenda tem de manter melhorias contínuas nos seus processos produtivos para manter a certificação nos anos seguintes”, explica Rondon.

O auditor do IBD irá inspecionar as práticas ligadas ao manejo, sanidade e alimentação do gado, além de rotinas de gerenciamento da fazenda e do acondicionamento e registro de estoques de alimentos, insumos e medicamentos. O IBD faz, ainda, inspeções regulares nos produtos finais para manter ou revogar certificações.

Entre as principais exigências estão o uso de medicação alopática e fitoterápica prioritariamente, utilização de sementes orgânicas na pastagem e sal livre de uréia, além de cuidados no manejo – descarte de resíduos, qualidade da água e pastagem. “Para o animal ser abatido com certificação de orgânico, deve ter sido criado em sistema orgânico. Os períodos de quarentena são mais longos, e se ele receber mais de dois tratamentos alopáticos na vida é desqualificado”, explica Rondon.

Ele informa que no Mato Grosso do Sul, onde é sediada a ABPO, existem 20 fazendas associadas, com 16 já auditadas pelo IBD, das quais dez já foram certificadas e seis se encontram em período de conversão.

Segundo o consultor, existem diversos níveis de certificação no Brasil e no mundo O nível LB (Legislação Brasileira) é o mais elementar e certifica rebanhos para comercialização apenas no mercado interno. BR é o nível que segue padrões brasileiros mais rígidos, e é aceito em outros países em desenvolvimento. O padrão EU garante um produto certificado para comercialização na União Européia e há ainda o nível de certificação que atende às demandas do mercado do Estados Unidos. Rondon recomenda que as propriedades iniciem pelo padrão mais básico, o LB, e se desenvolvam gradativamente.

Resultados

A ABPO reforça que os benefícios da pecuária orgânica são amplos e diversificados, abrangendo a qualidade e o valor do produto final, o bem estar do rebanho, a conservação do meio ambiente, a melhoria dos processos na administração das propriedades e a responsabilidade social dos criadores e das comunidades.

“Ocorrem melhoras em todos os aspectos da fazenda e benefícios para todos, pois existem ainda exigências sociais que devem ser seguidas, como formalização dos empregados das fazendas e oferta de educação e moradia digna para as famílias deles”, argumenta o veterinário.

Hidelberto Petzold é assistente de pesquisa da fazenda Nhumirim e lida com o gado e os cavalos no campo. Para ele, o processo de certificação vai demandar um trabalho grande inicial de adequação de algumas práticas. “Mas quando todos os processos virarem rotina, tudo ficará mais fácil e a fazenda terá mais valor agregado”, acredita.

O pesquisador André Moraes acredita que a certificação da fazenda é muito importante para não apenas para agregar valor ao produto, mas também para qualificar a pesquisa científica, principal foco da Embrapa. “Teremos um campo de pesquisa já certificado para pecuária orgânica, para validar ainda mais nossas ações e mostrar cientificamente que o processo é viável, com melhora de produtividade sem a necessidade de destruir o Pantanal”, defende.

Saulo Coelho Nunes
Embrapa Pantanal
Ana Maio
Embrapa Pantanal

 
  Postado às 22h42
 
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  11/05/2009
  Orangotango faz bico na hora de comer
 

Um dos moradores mais famosos do zoológico de Budapeste, na Hungria, é o orangotango de 13 anos, o Mengala. Na foto, o primata faz bico para comer uma maçã.

Divulgação/Zoo de Budapeste
 
  Postado às 19h41
 
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  11/05/2009
  Casal de lontras ganha casa nova com piscina
 

Um casal de lontras ganhou uma moradia com 110 metros quadrados, piscina com 10 mil litros de água, além de uma ampla vista. Segundo o PESC, além do bem estar dos animais, a construção também previu a reutilização dos materiais.

O macho tem três anos e foi encontrado na região de São Carlos, enquanto a fêmea, com dois anos foi trazida de Manaus (AM). A dupla irá morar no Parque Ecológico da cidade.

O parque tem ao todo 650 animais de 94 espécies, e possui um programa de reabilitação de animais em cativeiro, que podem retornar a natureza.

Para saber mais sobre o local e obter informações sobre visitas, acesse o site oficial do Parque Ecológico de São Carlos: www.pesc.org.br/parque.

Divulgação
Lontras com três e dois anos agora vão morar em casa "ecologicamente correta" em parque no interior de SP

Da Folha de São Paulo
 
  Postado às 19h35
 
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  11/05/2009
  Novos moradores no Zoo de Berlim
 

Com apenas nove semanas de vida os irmãos Jasraj e Jeevana estão deixando o zoológico de Zurique, na Alemanha, de ponta cabeça. Nas fotos eles aparecem brincando e posando para a câmera.

Divulgação/Zoo de Zurique

Da Efe/Folha de São Paulo
 
  Postado às 19h33
 
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  11/05/2009
  Gavião-real tem programa de preservação
 

Essa ave bota dois ovos por vez, mas assim que nasce a mãe mata um para que não haja competição por alimento. O Museu Exploratório de Ciência da UNICAMP propôs o seguinte desafio, para alunos das escolas públicas e privadas: a criação de um equipamento que ajude na preservação da ave.

O desafio é retirar um dos ovos, antes que mais um exemplar seja extinto. O filhote resgatado será levado para cativeiro até que ele consiga se alimentar sozinho.

A Universidade de Campinas premiará os alunos que conseguirem desenvolver os desafios.

Mateus Hidalgo/Domínio público
Gavião-real, que põe dois ovos por vez; assim que um dos filhotes nasce, ele mata o outro para evitar a competição por alimento

Da Folha de São Paulo
 
  Postado às 19h28
 
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  11/05/2009
  Bebês do Zoo de Everland
 

Cherl Kim fotografou filhotes que nasceram em abril e postou em seu Flickr, Vale a pena conferir as imagens feitas pelo fotógrafo.

Divulgação/Cherl Kim/Zoo de Everland
 
  Postado às 19h26
 
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  11/05/2009
  Sem cortes radicais, aquecimento passará de 2 graus Celsius
 

Ninguém sabe ao certo em que nível o aquecimento global pode ser tolerado, sem que haja repercussões sérias para a humanidade e os ecossistemas. A maioria dos governos estabeleceu - como limite seguro - a elevação de 2 graus Celsius na temperatura global até o final do século.

Segundo estudos na revista “Nature”, sem os cortes radicais nas emissões do gás carbônico – 80% até 2050 – as chances de que o aquecimento global passe desse limite são muito altas.

As equipes de Myles Allen, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e Malte Meinshausen, da Universidade de Potsdam, na Alemanha; usaram metodologias diferentes para chegar aos resultados. Levando em conta projeções da queima de combustíveis fósseis e simulações da reação do clima com a entrada de carbono na atmosfera puderam calcular qual o tipo de intervenção seria necessária para impedir que o aquecimento ultrapasse os 2 graus Celsius.

A pesquisa de Meinshausen mostra que se, por exemplo, 1.400 gigatoneladas de gás carbônico forem produzidos de 2000 a 2050, 50% de probabilidade de que passe o limite de 2 graus Celsius. Como quase 250 gigatoneladas já foram produzidas, só até 2007 a emissão total do dióxido de carbono ficaria em torno de 1.750 gigatoneladas até metade do século.

O presidente norte-americano Barack Obama já fala em reduções na casa dos 80% das emissões. Só o cumprimento dessas metas tem chances de evitar o aquecimento catastrófico.

Reprodução
Icebergs se desfazendo perto do cabo York, na Groenlândia
Do G1
 
  Postado às 19h22
 
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  11/05/2009
  Suricatos abandonados pela mãe são tratados por funcionários
 

 

Lia e Roo foram abandonados pela mãe ainda filhotes, mas agora estão bem e morando no zoológico de Londres, na Inglaterra. Suzi Hyde e outros funcionários estão cuidando dos bebes.

Divulgação/Zoo de Londres

 
  Postado às 19h18
 
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