São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  25/06/2009
  Zoo no Japão apresenta bebê rinoceronte
 

Ueno Zoological Garden, o parque mais antigo do Japão, apresenta filhote de rinoceronte

Divulgação/Ueno Zoological Garden
 
 
 
  Postado às 23h03
 
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  25/06/2009
  Raposinhas na Dinamarca
 

Filhotes de raposa-prateada brincam sob o sol em um zoológico da Dinamarca.

Divulgação
 
  Postado às 23h01
 
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  25/06/2009
  Zoo de Wisconsin adota filhote de puma
 

Um filhote de puma órfão foi encontrado na cidade do Oregon, nos Estados Unidos. Agora o pequeno felino está sendo tratado no zoológico de Wisconsin. Enquanto cuida do novo morador, Michelle Schireman, sua tratadora, toma todos os cuidados para não ficar marcada.

Divulgação/Zoológico de Wisconsin
 
  Postado às 23h00
 
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  25/06/2009
  Zoo americano apresenta filhotes raros de tigre branco
 

As irmãs Sonja e Selene foram apresentadas pelo zoológico americano de Litchfield Park, no Arizona. Os dois filhotes de tigre branco são espécimes raros e poucos parques ao redor do planeta apresentam esses animais reconhecidos por uma variação genética rara dos tigres-de-bengala.

Divulgação/Litchfield Park
 
  Postado às 22h58
 
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  25/06/2009
  Bebê babuíno em Paignton
 

Nascido a pouco mais de um mês, no zoológico de Paignton, no Reino Unido, um filhote de babuíno é a nova atração do parque, sobretudo, por sua ‘beleza inconfundível’. Considerado um representante da divindade Tot no Antigo Egito os babuínos-sagrados são encontrados na Etiópia e na Somália.

Divulgação/Zoológico de Paignton
 
  Postado às 22h56
 
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  25/06/2009
  Zoo alemão apresenta pantera negra
 

Filhotes de pantera negra foram apresentados no zoológico de Berlim, na Alemanha. As irmãs Larisa e Sipura são as mais novas queridinhas do parque e do público.

Divulgação/Zoo de Berlim
 
  Postado às 22h55
 
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  25/06/2009
  Pantanal tem 85% da vegetação original conservada
 

Levantamento realizado por cinco ONGs (Organizações Não-Governamentais), que contou com a consultoria da Embrapa Pantanal, concluiu que 85% da vegetação nativa do Pantanal está intacta. O estudo foi iniciado no segundo semestre do ano passado e está em fase de finalização.

As ONGs responsáveis pelo levantamento foram a WWF-Brasil, SOS Mata Atlântica, Conservação Internacional, Avina e Ecoa, que contataram a empresa ArcPlan para a execução do mapeamento. Seis pesquisadores da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, atuaram como consultores técnicos.

Carlos Padovani/Embrapa
Área de pastagem nativa no Pantanal sul-matogrossense

A quantificação de 85% de área conservada pode até aumentar na finalização do estudo. Há um percentual de áreas alteradas no Pantanal que ainda não foi devidamente processado pelo levantamento. Essas áreas podem ter sido alteradas por ação antrópica (do homem) ou representarem variações naturais e não significam, necessariamente, desmatamento.

De acordo com o pesquisador Carlos Padovani, o grupo da Embrapa Pantanal forneceu dados, informações e conhecimento técnico sobre a planície pantaneira. “São pesquisadores com pelo menos 15 anos de experiência na região. Validamos a metodologia empregada pela ArcPlan, transferimos dados de campo e levantamentos prévios, ajudamos na interpretação de imagens de satélite e na definição de classes de alterações da vegetação”, afirmou.

O levantamento comprova que a pecuária extensiva tradicional praticada no Pantanal desde 1737 contribuiu para a conservação ambiental da região, que hoje representa o ecossistema com melhor índice de conservação do país. “A grande maioria dos pecuaristas tradicionais do Pantanal utiliza a vegetação nativa para alimentar o rebanho, fazendo o manejo adequado, adaptado ao ciclo de cheia e seca, que garante a sustentabilidade da atividade a longo prazo”, diz o pesquisador.

O chefe geral da Embrapa Pantanal, José Aníbal Comastri Filho, disse que o uso sustentável do Pantanal pode servir de exemplo para outros ecossistemas do mundo todo. “Sem dúvida, o Pantanal é o ecossistema mais conservado do Brasil”, disse ele.

Planalto

O levantamento também recuperou dados sobre alterações na vegetação na chamada parte alta da Bacia do Alto Paraguai. Nesta área, adjacente ao Pantanal, a situação é preocupante: mais de 50% da vegetação natural já foi alterada.

No planalto se localizam as cabeceiras dos rios responsáveis pelos ciclos de cheia e seca do Pantanal. Essas alterações na vegetação da parte alta refletem na planície. “Existe uma relação de causa e efeito. No planalto o desmatamento provoca processos erosivos, que causam no Pantanal o assoreamento e a inundação de áreas que antes não alagavam. O maior exemplo é o caso do rio Taquari”, afirmou Padovani.

A Embrapa Pantanal vem monitorando todas essas situações. No caso do Taquari, todo o conhecimento técnico foi repassado ao Poder Público para subsidiar políticas de recuperação do rio, que estão em vias de implementação.

Ana Maio
Jornalista
Área de Comunicação e Negócios
Embrapa Pantanal

 
  Postado às 22h52
 
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