São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  17/05/2010
  Líderes mundiais falharam em proteger biodiversidade, diz estudo
 

O acordo de diminuir a perda da biodiversidade do planeta não foi alcançado em 2010 pelos líderes mundiais, ao contrário disso se intensificou, lamentaram especialistas da ONU em relatório publicado na revista científica americana "Science". Um exemplo é o soldadinho-do-araripe, pássaro que vive no Brasil considerado criticamente ameaçado de extinção. Em comunicado Stuart Butchart, principal autor do estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), declarou que as análises mostram que os governos falharam nos compromissos assumidos em 2002 e, de fato, a perda da biodiversidade continua em um ritmo mais veloz do que nunca. Além de que houve poucos avanços para reduzir as pressões sobre as espécies, os habitats e os ecossistemas.

O estudo foi baseado em mais de 30 indicadores, como as alterações nas comunidades de diferentes espécies, seus riscos de extinção entre outras avaliações. “Nossos dados mostram que 2010 não será o ano durante o qual a queda da biodiversidade se deterá, mas deve ser o momento no qual começaremos a tomar medidas seriamente e a aumentar nossos esforços para cuidar do que resta do nosso planeta", destacou Stuart Butchart.

O responsável científico do programa da ONU para o meio ambiente, professor Joseph Alcamo, informou que "desde 1970, reduzimos a população animal da Terra em 30%, as zonas de mangues em 20%, bem como os recifes de corais, em 40%", e concluiu ainda que estas perdas não se justificam, "já que a biodiversidade é uma contribuição essencial ao bem-estar humano e ao desenvolvimento duradouro como reconhecido nas Metas de Desenvolvimento do Milênio".

Worldwildlifeimages.com/Divulgação
 

Do G1/France Presse

 
  Postado às 22h25
 
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  17/05/2010
  Casal de focas sabe beijar e tocar saxofone
 

Focas moradoras de um tanque em um parque na região de Baikal na cidade de Irkutsk, na Sibéria, estão sendo treinadas. Um pequeno grupo de animais está "estudando" artes, entre eles se destacam Tito e Nessy o casal é um dos mais dedicados nos treinos.

Saxofonista, pintor, dançarino de break, Tito, o macho, está se saindo um artista eclético. Ele ainda salta como golfinhos e namora Nessy, que não se incomodam em ser fotografados aos beijos.

Considerados símbolo para a região dos lagos de Baikal, os treinadores das focas estão orgulhosos do desempenho dos animais. Esses animais mergulham até 200 metros na água e podem ficar no fundo do mar por até 25 minutos. Cada foca pesa, em média, 130 kg, e vive mais ou menos 56 anos.

Divulgação

Do G1

 
  Postado às 22h22
 
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  17/05/2010
  Cientistas encontram pegadas de escorpião gigante na Escócia
 

Cientistas britânicos encontraram na Escócia, fósseis de um animal que teria vivido há cerca de 330 milhões anos - muito antes do surgimento dos dinossauros – teria 2 metros de comprimento, 1 metro de largura e seis patas. Seu habitat seria areia úmida. Eles acreditam ser um escorpião gigante, antecessor dos atuais escorpiões e caranguejos.

Martin Whyte, da Universidade de Sheffield, fazia uma caminhada pela região escocesa de Fife, quando se deparou com as pegadas fossilizadas. Elas representam a maior trilha de pegadas deixadas por um animal invertebrado da qual a comunidade científica tem conhecimento.

A trilha é composta por uma ranhura central que segundo os cientistas teria sido feita pela cauda do animal quando se arrastava pela areia, e três fileiras de pegadas em formato de meia-lua em cada lado da ranhura.

A teoria anterior dizia que o escorpião batizado de Hibbertopterus, teria vivido exclusivamente no meio aquático, e é contrariada pelo novo registro fóssil. Segundo a Scottish Natural Heritage, órgão que administra o patrimônio natural da Escócia e que está financiando a pesquisa, a descoberta é importante internacionalmente por se tratar de uma criatura "gigantesca".

Richard Batchelor, da Geoheritage Fife, afirmou que "a trilha está em uma situação precária, já que ficou anos exposta à erosão. A rocha em que ela está também corre risco de desabar". A maneira mais adequada para os paleontólogos executarem o estudo do fóssil é criar um molde de silicone, pois removê-la até um museu não seria viável financeiramente além de que o molde pode ser replicado e ainda pesquisado por vários anos.

Martin Whyte/Divulgação
Imagem reproduz animal que cientistas acreditam ser um escorpião

Da BBC Brasil

 
  Postado às 22h20
 
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  17/05/2010
  Elefante é “Zequinha” de seu tratador
 

No West Midland Safari Park, (Inglaterra), quando o jipe do tratador Lawrence Bates quebra, ele conta com uma ajuda inesperada. Five uma elefanta africana de 18 anos, solicitamente vai empurrar o carro, ajuda Bates a abrir o capô e ainda da uma enxaguada na lataria para tirar a lama.

Será que o animal aprenderia tudo isso só de olhar a ação dos homens? É o que diz Bates. Segundo ele, em outra situação o jipe havia quebrado e a equipe do parque havia empurrado o veículo, lavado a lama e aberto capô para verificar o motor. Five estava presente na ocasião e parece ter guardado na memória.

Divulgação

G1

 
  Postado às 22h17
 
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  17/05/2010
  Filhotes de urso andino serão apresentados ao público
 

A fêmea de urso andino Billie Jean, do zoológico Smithsonian, nos EUA, deu à luz a dois filhotes. Uma fêmea e um macho. São animais originários da America do Sul também conhecidos como ursos-de-óculos e estão ameaçados de extinção. É a primeira vez que um filhote da raça nasce no zoológico em 22 anos. Os filhotes serão exibidos ao público assim que se acostumarem com a presença humana. Por enquanto, foram divulgadas algumas fotos dos animais.

Divulgação

Do G1

 
  Postado às 22h15
 
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  17/05/2010
  Formigas saltadoras podem pular a até 230 km/h
 

Entre as mais de 13 mil espécies de formigas identificadas são capazes de pular ou saltar. Com uma picada de alto potencial, a formiga saltadora Myrmecia pilosula, nativa da Austrália, quando está agitada pula e essas características permitem que ela ataque insetos tão grandes quanto vespas.

Aparentemente a única formiga a usar seu mecanismo de saltos não somente para fuga, mas como forma normal de locomoção, é uma espécie indiana Harpegnathos saltator. Cientistas europeus e indianos concluíram que ela consegue saltar de 30 cm a 45 cm sincronizando seus pares de patas do meio e de trás. Eles usaram cinematografia de alta velocidade para estudar a formiga e publicaram a pesquisa no "Cellular and Molecular Life Sciences".

Em um estudo publicado no "Proceedings of the National Academy of Sciences", outra espécie, a Odontomachus bauri, consegue alcançar até 230 km/h, usando suas mandíbulas super desenvolvidas para lançá-la ao ar. Os saltos enérgicos permitem que a formiga ataque a presa com uma força equivalente a 300 vezes seu peso corporal, afirmaram os pesquisadores.

Divulgação
Harpegnathos saltator utiliza seus saltos para se locomover; espécie é capaz de saltar a uma distância de quase meio metro

Do G1/Do New York Times

 
  Postado às 22h10
 
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  17/05/2010
  Lagarto de duas cabeças é encontrado na Austrália
 

Na cidade de Coogee, nas proximidades de Sidney, na Austrália, foi resgatado um lagarto da espécie shingleback (Tiliqua rugosa) com duas cabeças. A informação foi publicada pelo site do jornal "Metro" do Reino Unido.

A espécie é conhecida por ter o rabo curto, o réptil, não tem apenas duas cabeças, mas também um par de pernas ao lado de cada cabeça, e ainda é capaz de comer com as duas bocas. O animal foi encontrado por funcionários de um parque especializado em répteis e já ganhou uma moradia permanente no local.

Segundo o jornal, o fato de possuir duas cabeças dificulta a locomoção, além disso, a cabeça maior tende a atacar a menor.

Reprodução
Espécie Tiliqua rugosa é conhecida por ter o rabo curto.

Do G1

 
  Postado às 22h08
 
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  13/05/2010
  Pesquisadores descobrem vulcão submarino mais profundo, a 5 km da superfície
 

Vulcão submarino mais profundo do mundo foi descoberto na Fossa Cayman, a 5 km da superfície do Mar do Caribe, com o auxílio de robô-submarino.

O robô ligado por cabo ao navio RRS James Cook foi pilotado pelo geólogo Bramley Murton que disse que é “como explorar a superfície de outro mundo”, pois a área é repleta de acumulado de minerais de diversas colorações e enormes aglomerados de microorganismos bioluminescentes. Na base desse ecossistema estão bactérias que tiram proveito do ácido sulfídrico e do metano expelidos pelas chaminés vulcânicas.

Há uma dinâmica interessante nessas estruturas geológicas. As chaminés vulcânicas subaquáticas têm fendas pelas quais a água do mar se infiltra, alcançando a crosta da Terra. A temperatura nessas regiões pode chegar a 400°C. O impetuoso fluxo de água hiper quente e rica em minerais segue para o fundo frio do oceano. A pressão, 500 vezes maior que da atmosfera terrestre, impede que a água ferva.

"Embora sejam condições letalmente hostis para habitantes da superfície como nós, existe vida em todas as profundidades dos oceanos, até na base do fosso mais profundo”, explicou por e-mail James Cook, outro biólogo tripulante do James Cook.

De acordo com Douglas Connelly, geoquímico do Centro Oceanográfico Nacional, da Grã-Bretanha, que lidera a expedição, não foi rejeitada a possibilidade de identificar novas formas de vida naquele ambiente.

"Sabemos mais sobre a superfície da Lua e de Marte do que sobre nosso próprio planeta, porque dois terços da Terra são cobertos por oceano, o que torna sua exploração muito difícil”, comentou Maya Tolstoy, geofísica marinha do departamento de ciências da terra da Universidade Colúmbia.

National Oceanography Centre / AP
Subchaminé - Estrutura é o centro de ecossistema ainda pouco conhecido

Do G1/AP

 
  Postado às 21h18
 
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  13/05/2010
  Pelicano ataca americano em programa ao vivo
 

Uma cena interessante ocorreu em St. Louis, no estado do Missouri, Estados Unidos, durante um programa ao vivo da emissora de TV 'Fox2'. Um perito em aves iria comentar sobre a invasão de pelicanos na região, quando um deles, mais atrevido, atacou a genitália do especialista.

Reprodução/Fox

Do G1

 
  Postado às 21h15
 
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  13/05/2010
  Peixe-boi abraça jangada “para copular”
 

Na foz do Rio Tatuamunha, ao norte de Maceió, Alagoas, podemos encontrar uma das bases do IBAMA que realiza o Projeto Peixe-boi, que entre outros objetivos, tenta readaptar animais capturados ao seu ambiente natural.

O animal possui esse nome porque assim como o boi, é herbívoro e também muito pesado, chegando a uma tonelada. Ele come folhas de mangue, capim fluvial e algas, e o Tatuamunha é rico nesses alimentos.
As nadadeiras, que são usadas como patas na parte rasa do rio, possuem pequenas unhas para se diferenciar do peixe-boi amazônico. Seu couro é áspero e possui pelos, outra diferença do amazônico – de pele absolutamente lisa e sem penugem.

Para se conhecer esses animais de perto é possível realizar passeio organizado pela Associação dos Ribeirinhos Amigos do Meio Ambiente (Aribama) de Porto de Pedras, que navega pelo rio com jangadas, pois é proibido transitar com embarcação a motor, que pode machucar o bicho.
Na visita podem-se observar os animais do recinto de adaptação de animais resgatados do projeto e alguns que já estão soltos no rio.

O Arani é um dos peixes-bois marinhos que vive no Rio Tatuamunha ele tem sete anos e pesa 270 quilos. Uma cena não muito comum que deixa os visitantes extasiados é vê-los abraçados às jangadas. Segundo o guia do passeio ele faz isso porque não tem fêmea para copular e, abraçando o barco, ele fica de barriga para cima, ou seja, roçando sua genitália no casco da jangada.

O peixe-boi é um animal muito dócil e facilmente domesticado – um risco para a espécie, já que é facilmente caçado. Por isso a importância do projeto que tenta readaptá-lo ao seu ambiente natural.

Reprodução
 

Do G1

 
  Postado às 21h12
 
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  13/05/2010
  Parque é criticado por promover lutas de boxe entre orangotangos
 

Atração turística de um parque safári em Bancoc, na Tailândia, é alvo de críticas de grupos de defesas dos animais. Os shows promovidos são lutas de boxe entre orangotangos. Os organizadores alegam que os animais foram treinados para fingir que estão sendo nocauteados.

Para Debbie Leahy, diretora do grupo Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta, em inglês), "É triste que as pessoas achem isso divertido". Essa não é a primeira que o parque promove tais atrações. Em 2004, o governo tailandês fechou o "Safari World" e apreendeu 48 orangotangos que tinham sido contrabandeados ilegalmente da Indonésia.

Reprodução/Barcroft India/Getty Images
Parte do oceano do Google Earth, que exibe o trecho das Ilhas Galápagos; serviço está disponível a usuários

Do G1

 
  Postado às 21h09
 
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  13/05/2010
  Cobra com mais de 6 metros é encontrada em parque na Califórnia
 

Réptil é encontrado em um parque no condado de Riverside, no estado da Califórnia (EUA). Segundo reportagem da emissora de TV "KTLA" o animal é uma píton birmanesa de mais de seis metros de comprimento e 27 quilos.

A dimensão do animal levou a americana Kristina Hillegart, funcionária de um centro de controle de animais do condado de Riverside, a apelidá-la de "Monstro do Lago Evans", em uma alusão ao “Monstro do Lago Ness”, na Escócia.

Acredita-se que a cobra foi abandonada no parque por alguém que não conseguia mais mantê-la devido ao seu tamanho. Se ninguém se manifestar pela píton ela será encaminhada a um centro especializado em cuidar de animais de estimação exóticos.

Foto: Divulgação
Cobra foi encontrada em um parque no condado de Riverside.
Píton tem mais de seis metros de comprimento e pesa 27 quilos.

Do G1

 
  Postado às 21h05
 
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  13/05/2010
  Cegonha com plumagem azul intriga alemães
 

Michael Urban/AFP encontrou uma ave com plumagem exótica em seu ninho na cidade de Biegen – Alemaha. A cegonha apresenta plumas azuis e intriga os especialistas que ainda não sabem por que o animal apresenta tal coloração.

Reprodução/G1

Do G1

 
  Postado às 21h02
 
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  13/05/2010
  Aves cometem "adultério" e "divórcio", diz pesquisadora
 

As aves já não possuem mais aquela imagem romântica de casal para a vida toda. Livro lançado no Canadá chamado The Bird Detective" ("A Detetive das Aves"), desmente alguns mitos com estudos das aves canoras.

Segundo autora do livro, Bridget Stutchbury, professora de Biologia da Universidade York, em Toronto, embora alguns desses animais possuam vínculos conjugais permanentes isso não é comum a maioria das aves canoras, mostrando que elas priorizam o conforto e melhor qualidade dos parceiros e de sua prole.

O livro é resultado de 20 anos de investigação científica onde foram utilizadas diversas técnicas como o monitoramento por rádio e análises de DNA, e mostra

"Em termos dos dez maiores mitos sobre as aves, o dos vínculos conjugais permanentes [...] ocorre para algumas aves, mas não para a maioria das aves canoras que estudamos",

O livro utiliza 20 anos de pesquisas com técnicas como monitoramento por rádio e exames de DNA, e mostra, por exemplo, machos da espécie Empidonax virescens fecundando fêmeas longe dos seus ninhos, e fêmeas do Vireo solitarius premeditando o divórcio, ao avaliar novos parceiros antes de abandonar sua prole.

"A principal descoberta é que muitas aves se divorciam por razões que os humanos descreveriam como egoístas", disse Stutchbury, lembrando que as fêmeas podem ir atrás de machos mais coloridos e que cantem melhor. Ou então podem "cair no mundo" e se mudar para áreas onde haja mais segurança e mais comida.

"As fêmeas estão procurando o macho de mais alta qualidade, para que a sua própria prole possa ser de alta qualidade", disse ela.

Depois de estudar dezenas de espécies canoras do Canadá, EUA e Panamá, ela disse que o encurtamento dos verões pode levar as fêmeas a abandonarem os ninhos antes que suas crias estejam totalmente emplumadas, pois assim elas podem rapidamente encontrar novos machos e botar mais ovos. Isso deixa os machos sozinhos na tarefa de alimentar os filhotes.

Já os machos podem triplicar ou quadruplicar seu sucesso reprodutivo se fertilizarem as fêmeas vizinhas, mas só os "parceiros" cuidam dos filhotes, e muitos se deixam enganar.

"Eles não sabem distinguir quando o ovo é chocado, se é deles ou não. Eles não têm como saber."

O divórcio é surpreendentemente comum entre as aves, e a maioria vive com o mesmo parceiro apenas durante alguns meses ou anos. As taxas de divórcio variam de zero entre os albatrozes a 99 por cento entre certos flamingos.

O livro, editado pela HarperCollins, será lançado no Canadá e no final de maio nos EUA.

Divulgação
Empidonax virescens é uma das aves citadas no livro; machos da espécie fecundam outras fêmeas longe dos seus ninhos

Da Folha/Reuters

 
  Postado às 21h00
 
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