São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  14/09/2010
  Embrapa Pantanal conserva espécies forrageiras nativas em banco de germoplasma
 

Apresentar pesquisas realizadas pela Embrapa Pantanal sobre pecuária sustentável na planície pantaneira. Este foi o objetivo de uma das atividades do projeto “Construção da Imagem da Pecuária Sustentável do Pantanal”, que levou em maio estudantes do curso de jornalismo da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), de Campo Grande, à fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Acompanhados pelo professor Marcelo Cancio, da disciplina de Comunicação Rural, eles viajaram e duas alunas, Laís Inagaki e Flávia Melo, produziram a matéria abaixo, sobre o banco de germoplasma instalado na fazenda Nhumirim.

Coletar e caracterizar espécies forrageiras nativas do Pantanal com potencial de domesticação e manejo, além de manter a variabilidade e buscar, em um futuro próximo, a promoção do melhoramento genético dessas espécies. Estes são os objetivos do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de forrageiras nativas, implantado na fazenda Nhumirim, campo experimental da Embrapa Pantanal, que fica na sub-região da Nhecolândia, Pantanal de Corumbá (MS). O Pantanal é uma região propícia para o desenvolvimento da pecuária sustentável, sendo que um dos motivos é a presença de extensas áreas de pastagem nativa, que serve de alimento para o gado.

Um dos projetos em andamento na fazenda Nhumirim, coordenado pela pesquisadora da Embrapa Pantanal, Sandra Aparecida Santos, visa analisar a relação animal-planta. “Nós estudamos as respostas das plantas-chave em diferentes condições climáticas e de manejo. A partir desses estudos, podemos obter indicadores de manejo e de sustentabilidade visando avaliar o estado de conservação e produtividade das pastagens nas fazendas. Será possível saber se aquele tipo de pastagem está sendo manejado de forma sustentável em determinada fazenda”, explica Sandra Santos.

Atualmente, o banco de germoplasma conta com as espécies grama-tio-pedro e grama-do-cerrado. A pesquisadora diz que, para escolher as espécies, foram considerados os estudos já realizados, experiência de especialistas, como também vários anos de observação em pastagens de todo o Pantanal. As amostras foram coletadas de diferentes ambientes para se ter a maior variação possível de cada espécie forrageira, considerando características como o grau de inundação, o solo, a fitofisionomia, o manejo, entre outras.

A pesquisadora acrescenta que dentre as características analisadas nos acessos das duas espécies forrageiras estão a produção, reprodução, anatomia, fenótipo, citogenética e análise molecular. Com essas análises em mãos, será possível avaliar a variação genética nos diferentes acessos e, além de conservar estes materiais, avaliar a possibilidade de seleção e melhoramento genético das espécies.

Estudo da relação animal x planta

Um dos estudos realizados pela equipe de Sandra foi analisar a dieta dos animais. “Acordávamos antes de o sol nascer e só saímos de lá no fim da tarde. Neste período acompanhávamos todas as atividades dos animais. Este trabalho foi feito mensalmente durante dois anos”, lembra a pesquisadora.

A análise da dieta foi feita por meio da coleta do material fecal de animais, como o boi, a capivara, o veado-campeiro, o veado-mateiro e a anta. A pesquisadora explica que “o material coletado foi analisado no microscópio a partir de um banco de referência de descritores anatômicos das forrageiras”. Das mais de 200 espécies de plantas na área estudada, os bovinos consumiram 82, sendo que 10 espécies representavam cerca de 70% da dieta.

De acordo com Sandra Santos, o objetivo em curto prazo é ter pelo menos cinco espécies nativas no banco de germoplasma. Atualmente, há duas espécies no banco, pois elas são de áreas secas. Dentre as demais espécies que se pretende coletar, estão as espécies temperadas, como o capim-de-capivara, grama-do-carandazal e capim mimoso-de-talo, que são de áreas alagadas. Como o banco foi implantado em área seca, para manter essas espécies, é necessário um sistema de irrigação, que está sendo implantado. “O atraso é decorrente da falta de mão-de-obra, fator limitante para implantar qualquer estrutura no Pantanal”, afirma. Além das gramíneas, pretende-se implantar o banco da leguminosa Aeschnomene sp. e da palmeira bocaiúva.

Espécies nativas com mais proteínas

Em uma fazenda na região de Aquidauana, ainda no Pantanal sul-mato-grossense, o produtor rural Paulo Orsi cria cerca de 9100 cabeças de gado Nelore, em uma área com 14240 hectares. A Fazenda Veneza, que fica a 110 quilômetros do centro de Aquidauana (MS), tem espécies forrageiras nativas como o capim-mimoso, o capim-felpudo, o capim rabo-de-burro e o barba-de-bode, além da braquiária (Brachiaria humidicola), que é considerada pastagem exótica para o Pantanal.

Segundo o produtor, “os capins mimoso e felpudo têm mais proteínas do que a Braquiaria humidicula, mas não são tão resistentes, não aguentam o pisoteio do gado. Essas espécies ficam nas partes mais baixas da fazenda, que são as alagáveis”. Na parte alta da fazenda, estão os chamados “capins duros”, como a braquiária, rabo-de-burro e barba-de-bode.

Na Fazenda Veneza, região predominantemente de planície, o produtor cria e recria o gado, até atingir a idade de 15 a 18 meses. Depois disso, o gado é levado para a outra propriedade do produtor, a Fazenda São João, com 4219 hectares, que fica na região de Bonito (MS), próxima à Serra de Bodoquena. O gado engorda até ser abatido, aos três anos. Nessa fazenda, foram formadas pastagens com capim Brachiaria brizantha, cultivares MG 4 e MG 5. Ainda de acordo com informações do produtor, em ambas as propriedades, as áreas de preservação permanente foram mantidas, conforme lei federal nº 4.771/65.

Paulo Orsi ainda lembra que o boi é como se fosse o bombeiro do Pantanal. O capim alto e seco, também conhecido como “macega”, pode virar combustível. No entanto, o gado ajuda na manutenção da pastagem pelo próprio pisoteio e com o pastejo para a alimentação. “Mantendo o número adequado de animais por invernada, não preciso utilizar o fogo, mesmo controlado”, ressalta. (Laís Inagaki e Flávia Melo)

Ana Maio/Embrapa
Banco de germoplasma da fazenda Nhumirim

Ana Maio
Área de Comunicação e Negócios-ACN
Embrapa Pantanal
Corumbá (MS)
 
  Postado às 21h02
 
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  14/09/2010
  Boi orgânico contribui com a conservação do Pantanal
 

Apresentar pesquisas realizadas pela Embrapa Pantanal sobre pecuária sustentável na planície pantaneira. Este foi o objetivo de uma das atividades do projeto “Construção da Imagem da Pecuária Sustentável do Pantanal”, que levou em maio estudantes do curso de jornalismo da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), de Campo Grande, à fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Acompanhados pelo professor Marcelo Cancio, da disciplina de Comunicação Rural, eles viajaram e dois deles, Elton Gabriel e Maurem Fronza, produziram a matéria abaixo, sobre a pecuária orgânica.

Com um rebanho bovino em torno de seis milhões de cabeças, a partir da década de 1970 o Pantanal tornou-se importante produtor de carne para exportação. Nos últimos anos, a região perdeu peso econômico devido ao avanço da pecuária intensiva em outros locais. Hoje, a maior planície inundável do planeta retoma seu papel de destaque no cenário nacional por desenvolver uma criação de gado de baixo impacto.

A imprevisibilidade das cheias no Pantanal limita a quantidade de gado e o mantém dentro dos limites de uma economia ecologicamente sustentável. A pecuária tradicional pantaneira, praticada de forma extensiva, com o gado solto pelos pastos, não é considerada prejudicial ao meio ambiente. A baixa densidade de bovinos nas pastagens nativas, convivendo perfeitamente com a vegetação natural, provoca menor compactação do solo. Na ausência de outros mamíferos pastadores, exceto alguns cervídeos, o bovino não compete com a fauna original. Aliás, o gado já é parte integrante deste patrimônio natural da humanidade tombado pela Unesco em 2000.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) define sustentabilidade como “a conservação de recursos naturais e a transferência de tecnologias, de modo a garantir o alcance e a satisfação contínua das necessidades humanas para as gerações presente e futura”. Desta forma, desenvolvimento sustentável é o que degrada ao mínimo o meio ambiente, sendo tecnicamente apropriado, economicamente viável e socialmente aceitável.

O gado bovino, criado de forma extensiva em grandes propriedades rurais, representa a mais expressiva atividade econômica do Pantanal. Há mais de 200 anos, desde a chegada dos primeiros exemplares à região, este sistema de produção tem se mostrado compatível com a conservação do Pantanal e de baixo custo, já que boa parte da alimentação do rebanho é feita por pastagens naturais e pela água das salinas (lagos de água salgada em pleno continente, sendo o sal fundamental na alimentação bovina). Porém, a comercialização do gado é apontada como um dos maiores problemas enfrentado pelos pecuaristas locais. “Apesar do baixo custo de implantação e manutenção, a pecuária extensiva ainda não agrega valor, o que leva a uma menor lucratividade do produtor que adota o sistema tradicional de criação de bovinos no Pantanal”, afirma Walfrido Moraes Tomás, pesquisador da Embrapa Pantanal.

COMPENSAÇÃO

Segundo o pesquisador, este é um dos entraves para o desenvolvimento socioambiental da região. “Defendo que o produtor que cria seu gado de forma tradicional receba, de alguma forma, um bônus pela contribuição prestada à preservação da natureza. Assim, ele não precisa vender seu imóvel para pessoas estranhas à realidade do Pantanal, a fim de sustentar sua família. É, também, uma forma de evitar que ele se entregue às ‘facilidades’ da pecuária intensiva”, comenta.

Estudo conjunto realizado pelas organizações não-governamentais WWF, Conservação Internacional, SOS Pantanal e SOS Mata Atlântica, além da Fundação Avina e da Embrapa, aponta que, entre 2002 e 2008, o Pantanal perdeu 12,4 mil km² de vegetação. Os dados mostram que o desmatamento avança mais na área de planalto do ecossistema e que 86,6% da vegetação na planície encontra-se preservada. Contudo, restam apenas 41,8% da cobertura original no planalto.

A transformação da vegetação nativa em pastagens exóticas é apontada como o grande vilão do desmatamento no Pantanal. A diferença entre o desmatamento no planalto e na planície reflete diferenças na forma de ocupação do ecossistema. Segundo a pesquisa, o planalto é fortemente ocupado pela agropecuária, enquanto na planície, a pecuária extensiva ocorre exclusivamente e isso evita a abertura de novas áreas de pastagens na região.

Apesar do crescimento do desmate verificado no período, a situação do Pantanal ainda é melhor que a de outros ecossistemas no Brasil. A Amazônia registra taxa anual de desmatamento de cerca de 7 mil km² e o Cerrado já perdeu metade de sua vegetação original.

DESAFIOS

As mudanças ocorridas no cenário internacional e a globalização da economia mostram que o Pantanal necessita ajustar seu modelo econômico às demandas da sociedade, levando-se em consideração seu potencial produtivo, com foco na conservação da biodiversidade. Para o pesquisador da Embrapa Pantanal, Luiz Marques Vieira, essa nova perspectiva de produção encontra respaldo na necessidade de se encontrar alternativas para aumentar a rentabilidade sustentável das propriedades rurais, tendo como objetivo à fixação do homem no campo, pois o modelo tradicional de criação de gado no Pantanal não mais atende aos anseios socioeconômicos do pecuarista. “Embora a pecuária extensiva de corte tenha se perpetuado por mais de dois séculos no Pantanal como principal atividade econômica, há fortes indícios de que esse panorama venha a mudar nos próximos anos. Aqueles que insistirem nesse modelo serão obrigados a vender suas terras e, como consequência, mudar de atividade”, complementa Vieira.

Do ponto de vista econômico, para que a criação de gado bovino no Pantanal seja viável e produza o mínimo de impacto ambiental, é necessário o uso de pastagens nativas e de práticas sanitárias alternativas, a fim de manter os animais saudáveis e com baixo custo de produção. O criador também deve se preocupar com a aplicação de tecnologias já desenvolvidas e validadas na região. Pensando nisso, a Embrapa Pantanal tem estudado a interação solo-planta-animal visando desenvolver métodos de avaliação e acompanhamento da sustentabilidade dos diferentes sistemas de produção, técnicas de manejo sustentável das gramíneas naturais, assim como definir medidas de manejo adaptado para sistemas convencionais e orgânicos, com base em indicadores ambientais, econômicos, sociais e de bem-estar do animal.

Nos últimos anos, a procura por carne de bovino criado a pasto (natural beef ou grass feed), tem possibilitado a alguns produtores desenvolver um nicho de mercado. “Isso aumenta a viabilidade econômica da criação de gado nas condições naturais do Pantanal, além do aumento de valor agregado [por ser orgânico, natural e alimentado somente com pasto], tornando-se atraente para os consumidores que estão dispostos a pagar por esse tipo de produto”, observa Sandra Aparecida Santos, pesquisadora da Embrapa Pantanal.

A pesquisadora observa ainda que se considerarmos o intenso uso de substâncias químicas no processo de produção de alimentos, o grande desafio do homem na atualidade é desenvolver tecnologias para a produção orgânica. “Esta preocupação, aliada à degradação ambiental e à vocação econômica do Pantanal, demanda o uso de tecnologias menos agressivas ao meio ambiente e mais adequadas à pecuária de corte orgânica, como o manejo sustentável das pastagens nativas.”

ABPO

Com o objetivo de se beneficiarem deste sistema natural de criação, alguns pecuaristas têm se associado valendo-se de certas tecnologias para aumentar a produtividade animal de forma sustentável. Exemplo disso é a Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), criada em 2001 por pecuaristas do Pantanal que identificaram na pecuária orgânica certificada uma atividade promissora do ponto de vista econômico, ambiental e social. Atualmente, a associação reúne 20 propriedades do Pantanal Sul-mato-grossense, ocupando uma área com mais de 110 mil hectares e um rebanho estimado em 55 mil cabeças de gado.

ONGs ambientalistas, como a WWF-Brasil, reconhecem na pecuária extensiva uma alternativa produtiva que contribui com a conservação do Pantanal. Uma propriedade rural somente é certificada como de produção orgânica se atender a determinados critérios. Entre eles, o cumprimento da legislação ambiental e do código florestal brasileiro. Todas as fazendas devem possuir áreas de reserva legal e de preservação permanente. O uso de agrotóxicos é proibido e a proteção dos recursos hídricos é obrigatória.

A implantação desta alternativa trouxe a possibilidade de agregação de valor à carne do Pantanal, por meio do aumento da rentabilidade da pecuária, associada a baixos impactos socioambientais, o que garante a manutenção da biodiversidade e a preservação da cultura pantaneira.

De acordo com a ABPO, no Pantanal Sul-mato-grossense, os criadores de gado orgânico são descendentes de famílias historicamente envolvidas com o desenvolvimento da região. Hoje, são um grupo de produtores rurais preocupados com a viabilidade econômica de seus empreendimentos e com a manutenção do equilíbrio ambiental e social da região.

A carne orgânica, quando produzida com responsabilidade socioambiental, respeito ao bem-estar dos animais e sem o uso de substâncias químicas, além de atender às demandas do, cada vez mais exigente, consumidor contemporâneo, é uma forma eficaz de conservação do meio ambiente e uma alternativa de renda para os pecuaristas locais. Hoje, estima-se que o mercado paga 10% a mais pela arroba de animais orgânicos.

“Se cada produtor buscar opções e estratégias de manejo, de forma sustentável, para as condições peculiares de sua propriedade, todos têm a ganhar: o produtor, o homem pantaneiro, o meio ambiente e a sociedade como um todo”, reflete a pesquisadora Sandra Aparecida, da Embrapa Pantanal. (Texto: Elton Gabriel e Maurem Fronza)

Raquel Brunelli/Embrapa
 
Bovinos no Pantanal sul-matogrossense

Ana Maio
Área de Comunicação e Negócios-ACN
Embrapa Pantanal
Corumbá (MS)
 
  Postado às 20h55
 
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  14/09/2010
  Visitantes do Sustentar 2010 vão conhecer pesquisas da Embrapa no Pantanal
 

A Embrapa Pantanal está mostrando a um público estimado de 100 mil visitantes as pesquisas que desenvolve em relação à sustentabilidade, especialmente sobre a prática da pecuária sustentável no ecossistema. A Unidade estará participando do Sustentar 2010, a maior feira especializada em sustentabilidade, do interior de São Paulo. O evento é anual, está em sua terceira edição e acontece no Parque Portugal (Lagoa do Taquaral), em Campinas (SP). A Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, participa pela primeira vez. Os pesquisadores Ivan Bergier e Raquel Soares e o relações públicas Thiago Coppola estarão na feira.

Ivan vai coordenar o debate sobre “Balanços econômicos e socioambientais favoráveis na integração suinocultura, lavoura, pecuária e floresta. Outros debatedores serão o professor Enrique Ortega, da Unicamp; professor Reynaldo Luiz Victoria, do Cena-USP (Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo); e o agrônomo Adilson Reinaldo Kososki, coordenador geral de Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Raquel e Thiago estarão no espaço da Embrapa Pantanal, apresentando as pesquisas desenvolvidas pelo centro em relação à sustentabilidade. Publicações, folderes técnicos, vídeos e um painel de fotografias vão mostrar esses estudos, imagens do próprio Pantanal e o desafio que é fazer pesquisa neste ecossistema. “Vamos levar equipamentos adquiridos pela unidade, especialmente para participar de eventos externos para atendimento ao público, como TV de LCD, home teather, tenda móvel, projetores, notebook e espaços exclusivos de atendimento”, afirmou Thiago.

O evento é uma realização da Prefeitura Municipal de Campinas, da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento – Sanasa, da Universidade Estadual de Campinas -Unicamp , Ab Maior Consultoria Ambiental e correalizado pela PUC-Campinas, Sesc Campinas, Anhanguera Educacional, Universidade São Francisco e Grupo Polis Educacional.

PECUÁRIA SUSTENTÁVEL

Ele disse que um dos principais objetivos é divulgar o projeto Construção da Imagem da Pecuária Sustentável do Pantanal, assim como as pesquisas direcionadas à pecuária orgânica. Este projeto sobre a pecuária sustentável envolve ações de comunicação para mostrar aos brasileiros que a atividade econômica praticada há quase 300 anos no Pantanal tem contribuído para a conservação ambiental, se for conduzida da forma tradicional e extensiva.

O Pantanal brasileiro mantém 87% de sua vegetação original intacta. É o bioma mais conservado do país. Os dados foram revelados neste ano por uma pesquisa realizada por cinco ONGs (WWF-Brasil, Avina, SOS Pantanal, Ecoa e Conservação Internacional), chamada “Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai – Porção Brasileira”. A Embrapa Pantanal apoiou tecnicamente o diagnóstico.

Nas fazendas pantaneiras tradicionais, os bovinos se alimentam de pastagens nativas e convivem em harmonia com a fauna silvestre. Essa é uma das informações que o projeto de comunicação pretende divulgar. São parceiros desta iniciativa a ABPO (Associação Brasileira de Pecuária Orgânica), Acrimat (Associação de Criadores de Mato Grosso), UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), Fundação Barbosa Rodrigues e WCS-Brasil (Associação Conservação da Vida Silvestre).

Oito Unidades da Embrapa participam de uma rede de comunicadores que estão acompanhando a divulgação: Embrapa Gado de Corte, Embrapa Rondônia, Embrapa Meio Norte, Embrapa Caprinos e Ovinos, Embrapa Acre, Embrapa Agropecuária Oeste, Embrapa Pecuária Sudeste e Embrapa Pecuária Sul. Além delas, profissionais de comunicação da Embrapa Pantanal, da ACS (Assessoria de Comunicação Social) da Embrapa e dos parceiros acompanham a divulgação.

ESPAÇOS

O Sustentar 2010 tem uma programação extensa, que pode ser conferida no site

www.institutosustentar.com.br. O Fórum Brasil 2020 faz parte do evento e será um momento de discussão sobre o que pode ser feito para melhorar a qualidade de vida da sociedade em 2020. Será conduzido pelas universidades, instituições, ONGs e pelo poder público e o objetivo será buscar soluções para a próxima década, principalmente por meio da ciência e tecnologia.

A programação terá ainda o projeto Geração Sustentar, que pretende atingir 20 mil crianças de 7 a 15 anos nos cinco dias do evento, com foco na educação e conscientização ambiental.

O Pavilhão Semeia mostrará experiências e trabalhos realizados pelos diversos setores da Prefeitura de Campinas, especialmente voltados ao meio ambiente, gestão e educação ambiental.

Uma das atrações da feira será a Casa Eco, que vai demonstrar as novas tecnologias e produtos na área da construção civil, arquitetura e urbanismo que priorizam o uso de materiais de baixo impacto ambiental e o reaproveitamento de recursos naturais.

O Mercado de Terra Campinas será outro espaço do Sustentar 2010, que vai explorar o movimento Slow Food, conceito da ecogastronomia que conjuga o prazer de comer e a alimentação com consciência e responsabilidade.

grupomais.com/Divulgação
No último Sustentar, crianças receberam informações sobre sustentabilidade

Ana Maio
Área de Comunicação e Negócios-ACN
Embrapa Pantanal
Corumbá (MS)
 
  Postado às 20h50
 
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  14/09/2010
  Nova Zelândia salva nove baleias encalhadas
 

O Departamento de Conservação da Nova Zelândia noticiou que foram encontradas 58 baleias-piloto encalhadas em uma praia, 15 ainda estavam com vida e 13 foram devolvidas ao alto mar. Sioux Campbell, porta voz do departamento, contou que quatro das que foram devolvidas ao alto mar voltaram a encalhar e morreram. "Felizmente, não vimos as baleias hoje, o que é uma boa notícia. Estamos muito contentes de poder salvar as baleias com a ajuda da comunidade”.

A princípio acreditava-se que as 58 baleias estavam mortas, porém 58 foi o número total de baleias que encalharam, necessitou-se da ajuda de 70 voluntários para manter os animais de cerca de uma tonelada e meia respirando.

Esse não foi o primeiro incidente com essa espécie de baleia, há dois anos cem baleias-piloto encalharam na mesma praia da Nova Zelândia e a Austrália também teve esse tipo de problema.

Ainda é desconhecida a razão pela qual os cetáceos acabam encalhando nessas praias. Cientistas acreditam que elas são atraídas por sonares de grandes navios ou até mesmo sigam a líder desorientada.

Carolyn Smith/Department of Conservation
Voluntários com o Departamento de Conservação da Nova Zelândia resgataram com sucesso nove baleias-piloto encalhadas em praia

Do G1/DA EFE
 
  Postado às 20h47
 
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  14/09/2010
  Escoceses criam combustível verde com subprodutos do uísque
 

Pesquisadores da Escócia inovaram no quesito biocombustível, como informou o New York Post. Eles usaram tecnologia da Segunda Guerra Mundial na fabricação de explosivos, para que subprodutos do processo de destilação do uísque gerasse biocombustível. Segundo eles, o butanol (produto resultante) tem 25% mais de energia por unidade de volume que o etanol e pode ser utilizado em motores não convertidos com qualquer mistura de gasolina.

Martin Tangney, da Universidade Napier de Edimburgo, explicou que “A União Europeia declarou que os biocombustíveis devem responder por 10% do mercado total até 2020. Enquanto algumas companhias de energia estão cultivando lavouras [de cana-de-açúcar ou milho] especificamente para fabricar biocombustíveis, nós estamos investigando rejeitos como os subprodutos do uísque para desenvolvê-los”.

Reprodução

Do G1
 
  Postado às 20h43
 
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  14/09/2010
  IBAMA multa suspeitos de organizar safáris para caçar onças no Pantanal
 

A Polícia Federal prendeu oito suspeitos de organizar safáris no Pantanal, entre eles havia um dentista e professor universitário. Eliseu Augusto Sicoli, de Cascavel (PR) foi apontado como chefe da quadrilha e cinco turistas estrangeiros (quatro argentinos e um paraguaio), também foram presos.

As prisões foram feitas na Cidade de Sinop, a 500 quilômetros de Cuiabá quando eles se preparavam para sair a caça.

O grupo oferecia safáris a US$ 1.500, cerca de R$ 2.600 por pessoa e eram feitos em fazendas no Pantanal, Amazônia e nas Imediações do Parque do Iguaçú (PR).

O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) aplicou uma multa de 10 mil reais a três integrantes do grupo e de 5 mil reais para cada turista. No total o IBAMA aplicou 55 mil reais em multas.

Segundo o IBAMA em nota, as multas foram calculadas de acordo com o material apreendido (armas e utensílios de caça) no local "[As multas] foram em dobro para os organizadores dos safáris por se tratar de matança de animais ameaçados de extinção como é o caso da onça pintada".

De acordo com Polícia Federal, Antônio Teodoro de Melo Neto, 65, conhecido como o Tonho da Onça é o principal mateiro frente aos caçadores ilegais da região, acredita-se que ele tenha matado 600 onças. A Polícia Federal ainda não conseguiu localizar o caçador para efetuar sua prisão.

Não foi possível contato com advogados do dentista envolvido no acontecido e nem do Tonho da Onça, segunda a Folha de São Paulo.

Divulgação/PF
Corpo de onça apreendido pela Polícia Federal; clientes pagavam para ficar com os animais, empalhados no PR

Da Folha
 
  Postado às 20h40
 
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  14/09/2010
  Filhote de tamanduá-bandeira é encontrado em Goiás
 

O Corpo de Bombeiros de Trindade, Goiás, resgatou um filhote de 30 dias de tamanduá-bandeira, escondido em uma casa no setor Samarah da cidade.
Os tamanduás-bandeiras costumam se alimentar de formigas e cupins. A espécie é considerada vulnerável na escala de extinção.

O animal ficará um ano no CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres), em Goiânia, depois desse período ele será solto.

Corpo de Bombeiros/Divulgação
Filhote de tamanduá, resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Goiás, foi levado para centro de reabilitação

Da Folha
 
  Postado às 20h32
 
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  14/09/2010
  Tigre bebê é encontrado na bagagem de tailandesa em Bancoc
 

A rede de monitoramento de tráfico animal Traffic, informou que uma mulher tailandesa de 31 anos foi pega no aeroporto internacional de Bancoc (Tailândia), quando tentava embarcar para o Irã com um filhote de tigre na sua bagagem. A mulher sedou o animal e o colocou no meio de tigres de pelúcia dentro da sua mala.

Seu plano foi descoberto quando sua bagagem passava pelo raio-x do aeroporto e funcionários suspeitaram de um item que se assemelhava a um gato de verdade. Iniciou-se uma investigação para tentar descobrir se o animal era de cativeiro ou foi capturado na selva, de onde veio e pra onde seria encaminhado.

Na Tailândia e em toda a Ásia a espécie está ameaçada de extinção em virtude da caça e comércio ilegal e a tentativa de contrabandear o animal mostra como o comércio de animais é comum na região. A espécie está na lista de animais em perigo de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza.

Chris Shepherd, diretor regional da Traffic do sudeste asiático, se pronunciou dizendo que "O fato de ter gente tentando contrabandear tigres vivos na sua bagagem mostra que essa atividade não é vista como algo com consequências graves".

Traffic/Divulgação
Tigre de dois meses encontrado em bagagem de tailandesa em aeroporto de Bangcoc (Tailândia); mulher viajaria para o Irã

Da Folha
 
  Postado às 20h30
 
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  03/09/2010
  Companhia de tratamento de esgoto da Alemanhã toca Mozart para micróbios
 

Uma companhia de tratamento de esgoto, localizada na Áustria, diz que seus microorganismos ao escutarem Mozart comem mais esgoto. Acredita-se que Mozart mais oxigênio estimulam os microorganismos a quebrarem mais sedimentos durante o tratamento de esgoto, gerando uma economia para a empresa, já que o descarte dos dejetos é bem caro.

Para tentar confirmar tal fato uma empresa do mesmo ramo localizada em Treuenbrietzen (Alemanha) resolveu utilizar a mesma técnica e afirmando ao site da revista Der Spiegel que se der resultado, terão uma economia de mil euros.

Detlef Dalichow gerente da empresa alemã disse que “O teste mostrará se a coisa funciona também para nós”.

O processo teve inicio no ano passado com o fundador da Mundus, Anton Stucci, empresa localizada no nordeste da Alemanha. Stucki disse a Spiegel online que “Mozart tem um efeito muito bom sobre as pessoas”, e “Sua música tem uma qualidade especial de harmonia em correlação com seu ritmo.”

DPA Spiegel Online / reprodução
Ondas sonoras das composições de Mozart, com a adição de oxigênio, estimulam micro-organismos a quebrar mais sedimentos (e melhor)

Do G1
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Leão ganha ‘massagem’ e na África do Sul
 

No Lion Parque, situado perto de Joannesburgo, África do Sul, vive Jamu, um leão de nove anos, forte, grande, com dentes enormes, que não resiste a uma boa massagem nas patas.

Jamu ficou nocauteado quando Alex Larenty, especialista em vida animal, acariciou suas patas.

O jornal “Daily Mail” informou que o especialista também utiliza essa técnica em ursos e elefantes.

Reprodução

Da Folha
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Leões são tratados com aromaterapia em zoológico da Inglaterra
 

O zoológico de Painton, na cidade de Devon, na Inglaterra, está colocando em prática um experimento para deixar leões e macacos mais calmos no cativeiro.

O experimento consiste em tratá-los com aromaterapia para estimular sua mente e seu corpo. Os especialistas disseram ao jornal “Telegraph” que “A ideia é ver como os animais reagem a esse tipo de terapia”.

O veterinário Julian Chapman falou sobre o uso da técnica. "Usamos muitos óleos da própria natureza para estimular os animais fisicamente". Ele relatou ainda, que leões respondem de forma positiva a diversos aromas da natureza, além deles as antas também adoram massagem com óleo de amêndoas.

Reprodução/Telegraph
Leões são mimados no zoo da cidade de Devon

Do G1
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Aquecimento global afeta lagartos
 

O aquecimento global vem atingindo negativamente muitas espécies e estudos mostram que até os lagartos, que são répteis e necessitam de calor para o bom funcionamento do seu metabolismo e mecanismos de reprodução, estão sofrendo as consequências.

Um artigo publicado na revista “Science” mostra que os lagartos, principalmente da espécie Liolaemus tenuis, estão sendo extintos em diversas regiões do mundo, provavelmente como consequência do aquecimento global.

O maior dano acontece no seu ciclo reprodutivo, já que com o calor excessivo eles optam por ficar escondidos evitando sair para buscar alimentos, para si e para seus filhotes, o que afeta diretamente na sua expectativa de vida. Além disso, eles são importantes na cadeia alimentar, pois consomem insetos e servem de alimento para aves, cobras e outros animais e a sua extinção afetaria diretamente a vida desses outros animais.

Dentre as regiões que mais sofrem com esse problema, estão o México, a bacia Amazônica e a África Equatorial.

Reprodução/Folha

Da Folha/Associated Press
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Lady Gaga e Korn participam de boicote à British Petrol
 

Após a explosão de um poço localizado na costa de Louisiana, pertencente a empresa de combustível British Petrol, onde centenas de milhões de litros de petróleo foram derramados no Golfo do México, alguns artistas se reuniram e resolveram boicotar a empresa.

Artistas como Jonathan Davis, líder da banda Korn, Lady Gaga, Creed e Backstreet Boys, afirmaram que não usarão nas suas próximas turnês combustível oriundo da empresa causadora do desastre ambiental e nem de suas afiliadas.

A rede de TV CNN lançou um programa beneficente chamado “Disaster in the Gulf: how you can help” (“Desastre no Golfo: como você pode ajudar”, em português) de duas horas, contando com a participação de Justin Bieber, Cameron Diaz, Lenny Kravitz, Ryan Secreast e apresentado por Larry King.

Reprodução
A cantora Lady Gaga: boicote após desastre ambiental.

Da AP
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Ilustradora faz inventário de insetos mutantes depois de exposição à radiação
 

Cornelia Hesse-Honogger é uma ilustradora suíça especializada em ciência. Ela coleta insetos que vivem próximos a instalações nucleares e áreas contaminadas por produtos químicos.

Após observar alguns insetos coletados Hesse-Honogger mostrou com desenhos de altíssima qualidade que 30% da amostra eram mutantes, dez vezes mais do que em amostras coletadas na natureza. “Para mim, os insetos mutantes são como protótipos de uma natureza futura”, disse ela ao site ‘Wired’.

Os animais apresentaram malformações como assimetria de asas, patas e antenas mais curtas. O trabalho da ilustradora será exposto em Berlim.

Cornelia Hesse-Honegger via Wired
Trabalho da artista suíça, que descreve insetos mutantes, será exibido em Berlim

G1
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Golfinho usa iPad para se comunicar com humanos
 

Jack Kassewitz, especialista em cetáceos, do projeto SpeakDolphin, está desenvolvendo uma técnica inovadora para comunicação entre golfinhos e seres humanos.

A metodologia utilizada pelo especialista, consta com a utilização de um iPad, onde o cetáceo usa o bico para acionar a tecnologia touchscreen. “Uma vez que os golfinhos desenvolvam a habilidade de usar o touchscreen, podemos deixá-los escolher a partir de uma variedade de símbolos representativos de objetos, ações e até mesmo sentimentos”, disse Kassewitz.

O especialista iniciou o experimento com Merlin, um golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) de dois anos de idade. “Merlin é muito curioso, como a maioria dos golfinhos, e demonstrou total interesse em examinar o iPad”.

O projeto sediado em Miami, na Flórida, EUA, está sendo conduzido em Puerto Aventura (México). A primeira etapa do projeto é acostumar Merlin a tela do iPad, para isso os pesquisadores usam objetos reais , como bola, um cubo ou pato de borracha e pede para Merlin tocar a tela do iPad. “Isso é uma tarefa fácil para um golfinho, mas é uma etapa necessária em direção ao nosso objetivo, que é uma completa interface de linguagem entre humanos e golfinhos”, afirma Kassewitz .

Speakdolphin.com/Divulgação
Merlin e o pesquisador Jack Kassewitz

G1
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  1,5 mil fósseis de invertebrados são descobertos no Marrocos
 

Paleontólogos da Universidade de Yale divulgaram a descoberta de mais de 1,5 mil fósseis de invertebrados marinhos que datam cerca de 480 e 472 milhões de anos, no Marrocos. Essas descobertas auxiliarão no melhor entendimento dos ecossistemas marinhos na época, período Ordoviciano, onde a maior parte da vida se encontrava no mar.

A maioria dos fósseis estão completos, o que auxiliou os paleontólogos, já que os animais encontrados (esponjas, anelídeos, moluscos e caranguejo-ferradura) não possuem ossos e acabariam por deixar poucas pistas. Os estudiosos disseram, em publicação da revista “Nature”, que as águas calmas e as condições químicas do Marrocos contribuíram para a preservação desses fósseis.

Nature/Reprodução
Águas calmas e condições químicas favoráveis ajudaram a preservar os fósseis.

G1
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Nasa apresenta imagens de desastres naturais
 

Muitos desastres naturais aconteceram nos últimos meses na Terra e os satélites da NASA puderam registrar alguns.

O vazamento de petróleo no Golfo do México, a Nuvem de cinzas do vulcão Eyjafjallajokull, na Islândia, e a tempestade tropical Agatha, na América Central, são alguns desastres ambientais registrados pelos satélites.

Como pode ser visto, esses desastres afetaram a vida de muitas pessoas ao redor do mundo, além de deixar um rastro de destruição com centenas de mortos e desaparecidos.

Reprodução/Nasa
 

BBC
 
  Postado às 12h51
 
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  03/09/2010
  Nasa registra manchas gigantes de fosforescência no norte do Atlântico
 

Fitoplâncton são organismos microscópicos que vivem no mar e alguns deles emitem luz, semelhante aos vaga-lumes. Esses organismos quando se aglomeram causam um fenômeno no mar conhecido como ardentia ou fosforescência do mar.

Esse fenômeno pode ser observado em uma foto tirada pelo satélite MODIS da NASA, que registrou uma área brilhante de centenas de quilômetros no norte do Atlântico, perto da Irlanda, Reino Unido e França.

Nasa/Divulgação
 

Do G1

 
  Postado às 12h45
 
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  03/09/2010
  Zona morta no Golfo do México está maior que a média, dizem pesquisadores
 

No Golfo do México há uma área submarina conhecida como “zona morta”, tal denominação se deve ao fato da baixa ou nenhuma concentração de oxigênio. Especialistas a denominaram como zona hipóxica. Essa área é consequência da entrada de nitrogênio, na forma de nitrato, via rio Mississipi, oriundos da atividade agrícola.

A alta concentração de nitrato estimula a proliferação de algas, que afundam e ao se decompor consomem todo (ou quase todo) o oxigênio da água, que é imprescindível a sobrevivência dos outros organismos marinhos.

Levantamentos feitos por cientistas apoiados pela Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) mostram que a zona está maior do que a média dos últimos anos que era de 15,5 mil quilômetros quadrados e hoje chega 17 e 20 mil quilômetros quadrados. Porém essa não é a maior média alcançada, o bolsão já chegou a marca de 22 mil quilômetros quadrados. Para tentar amenizar o problema o governo Americano tem como meta reduzir a zona hipóxica para 5 mil quilômetros quadrados.

Eugene Turner, oceanógrafo da Universidade Estadual de Louisiana, explica que ainda não está clara qual a dimensão do impacto de vazamento de petróleo no local. “O óleo pode ampliar a dimensão da zona hipóxica por meio da ‘quebra’ no nível microbial do óleo, processo que consome oxigênio. Mas o óleo também pode limitar o crescimento das algas, que são os combustíveis da hipóxia.”

“Mas já está claro que a combinação da zona hipóxica com o vazamento de petróleo não é positiva para a indústria pesqueira local”, conclui Turner.

Satélite Aqua/Nasa

Do G1

 
  Postado às 12h38
 
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  03/09/2010
  'Corvos fumantes' surpreendem turistas nas Ilhas Maldivas
 

Hospedados em um resort nas Ilhas Maldivas, um casal foi surpreendido com uma cena inusitada, uma dupla de corvos carregando um pacote de cigarros. As aves, que estavam no telhado do resort ainda esvaziaram o pacote parecendo que iriam fumar os cigarros. Intrigados com cena, Tony e Judie Ellis, resolveram registrar o episódio.

Reprodução/Metro.co.uk

Do G1

 
  Postado às 12h25
 
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  03/09/2010
  Universidade do Arizona revela 'top 10' de espécies descobertas em 2009
 

Foi anunciada pelo Instituto para Exploração das Espécies (IISE) da Universidade do Arizona, (EUA), uma lista com as dez maiores descobertas de 2009. A lista é apresentada todos os anos e há possibilidade de participação através do site do Instituto. Formada a lista com milhares de espécies, uma comissão de especialistas em taxonomia escolhe as dez descobertas mais relevantes para a ciência e então é formada a lista oficial.

Dentre as espécies que foram listadas em 2009 estão: o peixe-sapo psicodélico, uma esponja carnívora e um verme que lança bombas de luz no fundo do mar.

Brian A. Perry (University of Hawai'i at Hilo)
O 'cogumelo-fálico'.

Folha/BBC

 
  Postado às 12h17
 
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