São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  25/06/2011
  'Soldadinho' ajuda a desvendar evolução de asas dos insetos
 

Insetos da família Membracidae, são conhecidos popularmente no Brasil como soldadinhos, mestres no disfarce e parentes das cigarras vêem intrigando especialista há anos devido as variadas formas de seus “capacetes”, estruturas na parte superior do seu tórax.

Um estudo divulgado na revista “Nature” sugere que tais segmentos sejam na verdade um terceiro par de asas que não são utilizados para o vôo. Tal fato pode ajudar a descobrir como ocorreu a evolução dos insetos.

Normalmente as asas saem do segundo ou terceiro segmento do tórax, acreditava-se que nunca sairia do primeiro. De acordo com pesquisadores da equipe do francês Benjamim Prud’homme, do Instituto de Biologia de Marselhe, esses animais são uma exceção à regra.

Nature/Divulgação

Estrutura acima da cabeça pode ser espécie de 'asa'


Nature/Divulgação

Estrutura ocorre em formatos, cores e tamanhos diferentes

Do G1

 
  Postado às 14h43
 
|
  25/06/2011
  Aplicativo para iPhone consegue identificar espécies de plantas
 

Cientistas das universidades de Columbia e de Maryland, nos EUA, juntamente com cientistas do Instituto Smithsonian, desenvolveram um aplicativo para iPhone que reconhece plantas.

O aplicativo permite que os usuários identifiquem as espécies por meio de fotografias. Até o momento três espécies vegetais podem ser reconhecidas por fotos de suas folhas.

O programa foi batizado como Leafsnap e pode ser baixado gratuitamente por meio da App Store. É prevista versões para iPad e celulares que sejam equipados com o sistema operacional da Google, Android, para lançamento no meio de 2011.

Após reconhecimento dos padrões das folhas, a partir de um catálogo de plantas utilizado na comparação da foto, várias opções são oferecidas ao usuário.

Os criadores do aplicativo acreditam que além dos usuários aprenderem sobre o que estão observando, eles poderão ajudar na descoberta de novas espécies botânicas, já que as informações coletadas devem ajudar o monitoramento das populações vegetais no local.

Somente espécies do nordeste dos Estados Unidos foram catalogadas, mas a intenção é enriquecer o acervo com espécies do país inteiro.

Reprodução

Listagem de plantas cadastradas no Leafsnap, aplicativo criado nos EUA.

Do G1

 
  Postado às 14h40
 
|
  25/06/2011
  Arraia comercializada há anos é finalmente descrita pela ciência
 

Após anos sendo comercializada na Ásia, uma espécie de arraia de água doce da Bacia Amazônica foi finalmente descrita.

Potamotrygon tigrina recebeu esse nome devido ao desenho amarelo-alaranjado que possui na sua parte superior, lembrando um tigre. Ela habita o alto do Rio Amazonas no território peruano.

Ela possui um parente próximo que habita o Rio Negro, no Brasil e no Rio Orinoco, que é a espécie Potamotrygon schroederi, conforme informou Marcelo Carvalho que é biólogo da Universidade de São Paulo e um dos autores de um artigo sobre a Potamotrygon trigrina apresentado na revista “Zootaxa”.

“Este bicho é importado na Ásia em números grandes. É comum aquaristas terem conhecimento de espécies antes dos pesquisadores”. “Fazemos muito trabalho de campo, mas eles muitas vezes conhecem certos habitantes dos rios melhor do que a gente. Mas não sabiam que se tratava de uma espécie não descrita. Essas arraias demonstram que espécies comercialmente importantes, grandes e chamativas continuam sem respaldo científico”, explica Carvalho.

Não se sabe até que ponto vai a conservação dessa espécie devido a poucos estudos sobre ela.

A. Bullard e M. Sabaj/Divulgação
Potamotrygon tigrina acaba de ser descrita na 'Zootaxa'.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h37
 
|
  25/06/2011
  Briga mata primeiro bebê gorila do zoo de Londres em 20 anos
 

Foi morto o primeiro gorila bebê a nascer no zoológico de Londres em 20 anos, devido a dificuldades de adaptação com um macho da espécie.

Tiny, ou Pequenino, vinha fazendo o maior sucesso com o público desde que nasceu, em outubro do ano passado, quando aparecia agarrado à mãe Mjukuu de 12 anos.
Ele era um gorila-ocidental-das-terras-baixas (‘Gorilla gorilla gorilla’), uma subespécie habitante das florestas tropicais da Angola, Gabão, Congo e Camarões.

A União Internacional de Conservação da Natureza classifica a espécie como ameaçada pela caça ilegal, doenças e perda de habitat natural.

Tiny e sua mãe dividiam o espaço do zoológico com outras duas fêmeas a Zaire de 36 anos e a Effie de 17 anos.

O zoológico informou que o bebê foi ferido durante uma briga entre a mãe e o gorila macho Kesho, vindo em agosto do ano passado, após a morte do macho dominante do local.

O comunicado disse que 'Kesho foi gradualmente apresentado a Effie e Zaire, mas esperamos meses até estar confiantes de que tínhamos as melhores chances de apresentar Kesho a Mjukuu e o bebê. Todos os sinais indicavam que os gorilas estavam prontos, mas o resultado nunca pode ser antecipado com certeza'.

A instituição informou que 'gorilas têm uma estrutura social complexa, que torna a tarefa de introduzir novos animais a um grupo em algo extremamente difícil'.

“Na natureza, é comum gorilas machos atacarem os filhotes de seus rivais, de forma que introduzir um bebê gorila sem parentesco a um macho dominante é particularmente complicado, mas era essencial a fim de manter um grupo social coeso.”

Não foi a primeira vez que Kesho e Mjukuu se desentenderam, dessa vez durante a briga Tiny sofreu uma fratura no braço.

O bebê foi levado às instalações veterinárias para fazer uma cirurgia e quando os veterinários tentaram voltar ele da anestesia, não conseguia respirar sozinho. Acredita-se que ele tenha tido uma hemorragia interna, que será verificada no exame de óbito. Tiny foi entregue de novo a mãe para ela possa aceitar a perda.

Em nota a organização disse que “A morte de um bebê é uma grande perda para o zoológico, especialmente para os nossos tratadores e veterinários, que trabalham incansavelmente com nossos gorilas”.

Os tratadores continuarão tentando introduzir Kesho às fêmeas, com o intuito de formar um grupo ‘estável e seguro’.

Zoológico de Londres
O gorila Tiny e sua mãe, Mjukuu.

Zoológico de Londres
O gorila Tiny, ou Pequenino, primeiro a nascer no zoo de Londres teve dificuldades de adaptação.

Da BBC

 
  Postado às 14h34
 
|
  25/06/2011
  Crocodilo de 4,6 metros e 600 quilos é capturado na Austrália
 

Um crocodilo de água salgada com 4,6 metros de comprimento, pesando 600 quilos, macho e com cerca de 50 anos, foi capturado por dois funcionários de serviço de proteção animal do Território do Norte, na Austrália.

Rachel Pearce e Joey Buckerfield tiveram que sedar o animal e amarrá-lo a um veículo com rodas para conseguirem transportá-lo.

Foi colocada uma armadilha próxima ao parque Nitmiluk, cerca de 30 quilômetros da cidade de Katherine.

O animal foi encontrado sem ferimentos, fato raro em animais desse porte, e ele é um dos maiores crocodilos encontrados na Austrália em 2011, de acordo com os especialistas. Ele ficará em exposição no país.

Departamento de Recursos Naturais, Meio Ambiente, Arte e Esporte da Austrália / AFP Photo

O crocodilo capturado nesta terça na Austrália.

Do G1

 
  Postado às 14h28
 
|
  25/06/2011
  Flor identificada no século XIX é reencontrada em Minas Gerais
 

Pesquisadores reencontraram uma flor na Serra do Cipó, centro de Minas Gerais, que foi descrita uma única vez por um naturalista no século XIX.

Lychnophora humilima, foi descrita pela primeira vez por Ludwig Riedel, há mais de 150 anos, quando o cientista alemão percorreu o interior do Brasil a serviço do governo Russo.

De acordo com informações de Jardins Botânicos Reais de Kew, Londres, como não se sabe exatamente onde o pesquisador passou a espécie nunca havia sido encontrada. A instituição está mapeando a flora da região mineira, que é riquíssima em biodiversidade.

Divulgação

Lychnophora humillima nunca mais havia sido encontrada na natureza por cientista depois do século XIX.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h22
 
|
  25/06/2011
  Mico-leão-preto nasce por cesariana em zoológico no Reino Unido
 

Nasceu por meio de cesariana no zoológico da ilha de Jersey, no Reino Unido, um filhote de mico-leão-preto. De acordo com a Fundação Durrell, onde ocorreu o nascimento, é a primeira vez em oito anos que um primata teve sua reprodução bem sucedida fora do Brasil.

A espécie está na lista dos criticamente ameaçados da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, sigla em inglês) e também está na lista de animais em risco de extinção do IBAMA.

A espécie é endêmica do estado de São Paulo, e pode ser encontrado no Parque Estadual Morro do Diabo, extremo oeste do estado.

O filhote recebeu o nome de Francisco, homenageando o veterinário que o trouxe ao mundo. Roxanne, sua mãe, já havia perdido dois bebês fato que levou os veterinários a optarem por fazer uma cesariana.

Francisco recebe leite de duas em duas horas com uma seringa, mas logo deve aprender a se alimentar sozinho na tigela, permitindo que ele possa ser introduzido aos outros micos.

Durrel Trust/Divulgação
Francisco é amamentado a cada duas horas com uma seringa de leite.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h18
 
|
  25/06/2011
  Mudanças climáticas prejudicaram produção de milho e trigo, diz estudo
 

Um estudo publicado divulgou que as mudanças climáticas das últimas três décadas danificaram a produção de milho e trigo no mundo inteiro.

O estudo mostrou que as colheitas mundiais de milho e trigo poderiam ser 3,8% e 5,5% maiores, respectivamente, caso a temperatura do planeta tivesse ficado estabilizada, de acordo com projeções dos autores baseadas em dados entre 1980 e 2008.

Esses valores equivalem às colheitas de milho anual do México e de trigo da França.
A produção de alimentos mundial aumentou devido ao aprimoramento tecnológico da agricultura. Acredita-se que as mudanças climáticas fossem favoráveis esse crescimento seria ainda maior.

O artigo publicado na “Science” por David Lobell, da Universidade de Stanford, demonstrou que os Estados Unidos, país que ta emperrando as negociações climáticas, não tiveram sua agricultura afetada negativamente.

A conclusão sobre o arroz e a soja é que a produção dos países prejudicados foi compensada pela de outros países, aumentando as colheitas graças ao aquecimento global.

Reprodução
Mapa mostra mudança de temperaturas médias entre 1980 e 2008.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h13
 
|
  25/06/2011
  Comissão de cientistas elege as dez principais novas espécies de 2010
 

Uma comissão de cientistas da Universidade do Arizona, nos EUA, elaborou um ranking com as dez principais espécies descobertas em 2010.

A lista desenvolvida pelos membros do Instituto Internacional para Exploração das Espécies envolveu espécies de várias partes do mundo, inclusive do Brasil. Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) localizaram fungos bioluminescentes (Mycena luxaeterna) na Mata Atlântica no ano passado.

Também estão na lista uma sanguessuga com dentes grandes, uma bactéria, encontrada nos destroços do Titanic, que se alimenta de ferrugem e um peixe-morcego que tem formato de panqueca.

Além desses já citados, também fazem parte da lista uma espécie de barata saltadora, um lagarto monitor que se alimenta de frutas, um antílope africano, um grilo que poliniza uma orquídea rara, um cogumelo frutífero aquático e a maior e mais resistente teia de aranha.

Sylvain Hugel/Divulgação
Grilo polinizador encontrado nas Ilhas Mascarenhas, no oceano Índico
 
Cassius V. Stevani/IQ-USP/Divulgação
Fungos bioluminescentes encontrados na Mata Atlântica por pesquisadores da Universidade de São Paulo entraram no ranking das 10 melhores descobertas de 2010

Do G1

 
  Postado às 14h10
 
|