São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  14/08/2011
  Macaco furta câmera e tira fotos dele sorrindo
 

David Slater, fotógrafo, contou em entrevista ao jornal britânico que um macaco-de-celebes furtou sua câmera fotográfica e tirou várias fotos dele mesmo antes de devolver o equipamento.

Slater disse que o símio ficou encantado com a imagem dele refletida na lente. “Ele deve ter tirado centenas de imagens (...), mas não muito focadas. Obviamente ainda não treinou muito”, ironizou o fotógrafo. Ele ainda disse que "Eu gostaria de ter ficado mais tempo. Ele provavelmente teria tirado fotos para todo um álbum de família."

Os macacos-de-celebes pularam ao redor da máquina fotográfica e se assustaram quando o botão de disparo funcionou.

Slater disse que "Eles fizeram várias caretas mostrando os dentes porque era provavelmente a primeira vez que viam um reflexo".

O fato aconteceu no pequeno parque nacional da Ilha indonesiana de Sulawesi. A espécie é rara e corre sério risco de extinção.

Reprodução

Acima, reprodução de fotos de autoria do fotógrafo David Slater, cuja câmera foi roubada e usada por macaco

Da Folha de São Paulo

 
  Postado às 14h43
 
|
  14/08/2011
  Abelha colorida e com língua grande é descoberta na Colômbia
 

Foi encontrado na região da Floresta Amazônica colombiana, próxima à fronteira com o Equador um novo exemplar de abelha da família Euglossa. O exemplar chama a atenção por ser colorido e, principalmente, pelo tamanho da sua língua, que pode chegar duas vezes o tamanho do seu corpo.

O espécime encontrado, denominado Euglossa natesi está na lista das abelhas que polinizam as orquídeas e eles também possuem uma relação especial com estas flores.

Rodulfo Ospina, professor do Departamento de Biologia da universidade colombiana, é um dos responsáveis por detalhar o novo exemplar. Ele afirmou que a característica mais marcante é a sua enorme língua, e isso e possibilita a polinização de diferentes plantas.

As abelhas do gênero Euglossa costumam chamar a atenção por possuírem cores fortes (azul, verde, bronze e dourado). Os cientistas estimam que existam cerca de 20 mil espécies de abelhas no mundo inteiro.

O exemplar citado foi coletado em 2005, na Reserva Natural Privada Rio Nambi, fronteira com o Equador.

Divulgação/Universidade Nacional da Colômbia

Novo exemplar de abelha da família Euglossa foi encontrada na Colômbia. Especialistas afirmam que a língua do inseto chega a ser duas vezes maior que o tamanho total do corpo

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h40
 
|
  14/08/2011
  Cientistas descobrem quatro novas espécies de 'besouro-jóia' na Ásia
 

Quatro novas espécies de “besouro-joia”, Philanthaxia, foram descobertas por uma equipe de pesquisadores da Universidade Tcheca de Ciências da Vida, de Praga. A descoberta aconteceu na Tailândia e nas ilhas indonésias de Sumatra, Bornéu e Lombok e foi publicado na revista científica Zoo Keys.

A família é denominada “joia” por conta da diversidade de cores do seu corpo. Oto Nakládal, um dos responsáveis pelo descobrimento, informou que “Antes do estudo, tínhamos conhecimento de 61 espécies do gênero Philanthaxia. Agora o número já é de 65 espécies”.

Apesar da descoberta, ainda não se sabe nada a respeito da sua biologia e suas plantas hospedeiras. Essas informações, segundo os especialistas, são importantes para a realização de inventários locais, já que ocorrem mudanças rápidas e o local sofre com a crescente extinção de algumas espécies.

Nakládal ainda afirmou que “A humanidade não é capaz de avaliar as perdas reais associadas à extinção de espécies” e “Cada indivíduo da natureza é, em regra, um resultado de milhões de anos de evolução e adaptação, portanto, tem seu papel único no ecossistema”.

Reprodução/Revista ZooKeys
A imagem número 1 mostra exemplar do gênero Philanthaxia. As outras fotos são as novas espécies de besouro-joia encontradas no sudeste asiático

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h37
 
|
  14/08/2011
  Instituto registra descoberta de espécie de planta amazônica
 

O INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), localizado em Manaus (AM), noticiou a descoberta de uma nova planta da Amazônia. O nome dado a planta é Pradosia lahoziana, Terra-Araújo, e foi registrada pelo estudante de doutorado Mário Henrique Terra Araújo. De acordo com o INPA, esse exemplar é o de número 240 mil do herbário do instituto. Tal espécie foi coletada em 1973, porém, só foi identificada este ano.

Divulgação/Eduardo Gomes/Inpa

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h34
 
|
  14/08/2011
  'Peixe-chinelão' é nova espécie de MT catalogada cientificamente
 

Pesquisadores brasileiros encontraram uma nova espécie de peixe no Rio Aripuanã, Mato Grosso. A espécie é popularmente conhecida como “peixe-chinelão” devido a sua aparência achatada, seu nome científico é Trachycorystes menezesi.

O pesquisador Heraldo Britski, professor aposentado da USP, encontrou o peixe-chinelão em uma área perto do município de Aripuanã, no ano de 1976 durante uma expedição à área, que na época era considerada inóspita.

Britsky alegou que a espécie só foi descrita em 2011, no artigo publicado na revista científica Neotropica Ichthyology, por “falta de tempo”. O nome ”menezesi” foi em homenagem a um dos condutores da expedição de 1976, Naércio Menezes.

“Nós temos vários critérios a cumprir quando encontramos uma espécie nova. Contei com a ajuda do pesquisador Alberto Akama, que foi mais fundo na análise do gênero Trachycoystes, fazendo inclusive sua tese de doutorado sobre o assunto”, contou Britsky.

Características:

O peixe-chinelão é uma espécie endêmica, possui aproximadamente 40 cm de comprimento e tem cor alaranjada. Pode ser avistado nas águas do Rio Aripuanã, perto das cachoeiras de Dardanelos e Andorinhas.

O pesquisador disse que “Na época existia um povoado naquela região. Nós subíamos de barco pelo Rio Madeira para depois entrar no afluente do Aripuanã. Foram descritas várias espécies endêmicas naquela área e o Trachycorystes menezesi se soma a elas”.

De acordo com ele, o avanço das cidades sobre as florestas e a criação da usinas hidrelétricas na região, fez com que algumas espécies, que nem se quer puderam ser descritas, desaparecerem.

Segundo o pesquisador, o peixe-chinelão pode não ter desaparecido, mas sua população pode ter sido reduzida. “A destruição da mata pode levar à extinção daquilo que não foi revelado. O problema é conseguir conservar e impedir que a destruição represente a extinção de outras espécies”.

Divulgação/HeraldoBritski

Trachycorystes menezesi ou peixe-chinelão, nova espécie descrita por pesquisadores brasileiros e que foi descoberta no Mato Grosso

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h28
 
|
  14/08/2011
  Hipopótamo Teteia deixa um vazio para várias gerações de visitantes do Zôo
 

Apesar dos esforços da equipe do Zoológico de São Paulo, a mãe de 10 filhos espalhados pelo Brasil deixou todos de luto

O Zoológico de São Paulo está de luto. Tetéia, a matriarca do Zôo paulistano, morreu hoje, 5, às 9 horas, aos 53 anos de idade e 48 de bons serviços prestados aos visitantes que a procuravam e se divertiam com ela. Depois de cinco semanas com um quadro clínico grave, piorado pela idade, mereceu o carinho e a atenção especial de veterinários, biólogos e tratadores que a tinham como parte da família e infelizmente não conseguiram reverter a situação.

Na última segunda-feira foram realizados diversos exames que constataram o estado de debilidade da Teteia. Por conta da idade e do seu quadro clínico agravado, Teteia já não respondia as medicações e sua qualidade de vida diminuía a cada hora.

Ela deixa dez filhotes, inclusive um casal de gêmeos. Sua filhota caçula – Sininho - dividia a morada com ela e permanecerá alegrando a criançada, principalmente nos passeios noturnos, onde Tetéia era a estrela. Funcionários do Zôo não escondem a tristeza resumida na declaração do diretor presidente da instituição, Paulo Magalhães Bressan: “Com mais de 40 anos de formado na medicina veterinária, já presenciei a morte de animais queridos. Não podia imaginar o nível de emoção que me tomaria ao ter que participar da decisão da eutanásia da Tetéia. Ela era especial”.

Fica junto com Sininho Colônia e o macho, neto de Tetéia, Pororó que vive no Zôo Safári. Outros filhos dela estão espalhados pelo Brasil, nos zôos de Brasília, Goiânia (GO), Americana, Leme e São José do Rio Preto (SP). Teteia, assim como outros “velhinhos” do Zôo, recebia atenção especial dos veterinários e biólogos com acompanhamento geriátrico, reforço de vitaminas na alimentação e protetores de articulação. Um dos problemas da Teteia era uma severa artrose.

Um hipopótamo em cativeiro tem vida média de 45 anos. Ela chegou a São Paulo em 1964, vinda de Córdoba, na Argentina.

Você sabia:

A palavra hipopótamo é de origem grega e significa "cavalo do rio", porque passa a maior parte do dia sob a água, para se proteger do seu pior inimigo, o calor africano.

Hipopótamos habitam regiões alagadas, desde lagos até grandes rios e estuários africanos. Durante o dia, os hipopótamos permanecem dentro da água, podendo ficar em média de 3 a 5 minutos submersos. Para isso, apresentam algumas especializações: olhos e orelhas bem no topo da cabeça e narinas em forma de fenda que se fecham durante o mergulho. À noite saem dos rios para forragearem próximo às margens, mas quando o alimento está escasso migram para uma nova região. Isto ocorre com alta freqüência, pois comem até 40 kg de vegetais por noite.

Esses animais chegam à idade adulta com 6 anos. A gestação dura aproximadamente 240 dias e normalmente nasce 1 filhote que pesa em média 30 kg. Nas migrações andam até 30 km para encontrar uma nova região para alimentação e descanso. A migração pode ser de apenas um indivíduo, um casal ou em grupos de 20 a 30 animais.

São animais bastante territorialistas, demarcando o território com as fezes que costumam espalhar agitando a cauda enquanto defecam. São ágeis dentro e fora da água, sendo considerados na África os animais que mais causam acidentes com o homem. É considerado o 3º maior mamífero terrestre do planeta (perdendo apenas para os elefantes e rinocerontes) e as principais ameaças à essa espécie são caça ilegal para obtenção de carne e marfim e perda de habitat.

Ficha Técnica
•Classe: Mammalia
•Ordem: Artiodactyla
•Família: Hipopotamidae
•Distribuição geográfica: Vivem na África.
•Peso: até 4,5 toneladas.
•Tamanho: 4m de comprimento e 1,5 de altura
•Expectativa de vida: 45 anos
•Alimentação na natureza: Pastagens (capim) e algas
•Alimentação no zoo: Capim, ração, abóbora e silagem
•Status: Vulnerável (IUCN, 2006)
Texto: José Alberto Pereira

Arquivo Fundação Zoológico
 

 

Da SMA-SP

 
  Postado às 14h22
 
|
  14/08/2011
  Embrapa inicia pesquisa em rede para conhecer impactos da pecuária no efeito estufa
 

A Embrapa está iniciando uma pesquisa em rede – denominada Pecus – para conhecer os impactos da pecuária sobre o efeito estufa nos diferentes biomas brasileiros. O aumento das emissões de gases de efeito estufa, os chamados GEEs, na atmosfera é apontado como uma das principais causas das mudanças climáticas e do aquecimento global. No ano passado, em Copenhage, o Brasil firmou compromisso internacional de reduzir esses gases emitidos pela agropecuária até o ano 2020.

A pesquisa é extremamente relevante para o país, considerando que o agronegócio nacional responde por 25,4% do PIB brasileiro e somente a pecuária equivale a 7,5% do PIB, de acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) de 2008.

A produção pecuária brasileira, além de atender ao mercado interno, contribui para a estabilização econômica e social do país. O Brasil se consolidou nas últimas décadas como o detentor do maior rebanho comercial do mundo e se destaca no cenário mundial com as exportações de carne. A Embrapa está investindo cerca de R$ 6 milhões nesta pesquisa, mas há previsão de mais captações externas.

“A partir da adoção de sistemas integrados e melhores técnicas de manejo, é possível reduzir a emissão desses gases”, explica Patrícia Perondi Anchão Oliveira, líder do projeto. Para que essas técnicas façam parte das políticas governamentais voltadas ao setor, é preciso determinar o nível das emissões dos sistemas tradicionais e o potencial de mitigação (redução de emissões e remoção de GEE da atmosfera) dos sistemas bem manejados, em âmbito nacional.

A Rede Pecus está estudando a dinâmica desses gases em sistemas de produção, em busca de uma pecuária sustentável, pautada pelos aspectos econômico, social e ambiental.

A rede é composta por várias unidades da Embrapa, universidades e outras instituições de pesquisa nacionais e internacionais, com apoio de agências de fomento à pesquisa e da iniciativa privada. A liderança do projeto está sob a responsabilidade da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A Embrapa Pantanal faz parte da rede.
Os projetos de pesquisa da Rede Pecus avaliam o balanço entre as emissões de GEE e os sumidouros (“sequestro”) de carbono dos vários sistemas de produção da pecuária, inseridos nos principais biomas brasileiros.

Segundo Patrícia, os resultados do projeto devem atender à demanda atual de várias redes de pesquisa e dos Inventários de Emissão e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa em diversas escalas de abordagem. Os principais resultados esperados pela rede de pesquisa são estimar a contribuição dos diferentes sistemas de produção brasileiros na dinâmica dos GEE e indicar sistemas de produção mais competitivos e sustentáveis.

Rui Madruga
Efeitos da pecuária serão estudados por pesquisa em rede

Ana Maio
Área de Comunicação e Negócios-ACN
Embrapa Pantanal
Corumbá (MS)

 
  Postado às 14h18
 
|
  14/08/2011
  Astronauta fotografa paisagens terrestres do espaço
 

O astronauta italiano Paolo Nespoli, durante sua missão de orbitar o Planeta Terra dentro da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), fotografou paisagens que observou ao redor do mundo.

A missão que durou 159 dias resultou em fotos de desertos, rios, oceanos, vulcões e ilhas em todo o mundo. Nespoli divulgou as fotos no seu site e dessa forma os internautas puderam acompanhar toda a trajetória que ele percorreu. A ideia era fazer com que os visitantes tentassem identificar o local onde a imagem foi tirada com base em informações cedidas pela NASA.

O astronauta já era famoso devido a ter conseguido fotografar um veículo espacial europeu de abastecimento no momento em que ele deixava a Estação. "Durante minha vida, a fotografia me levou a lugares incomuns e me fez viver experiências inesperadas", afirmou.

A Agência Espacial Americana (NASA) juntamente com agências de diversos países, está montando a Estação Espacial Internacional, em órbita baixa, perto da Terra. Nespoli contou ao site da Agência Espacial Europeia que a fotografia é um hobby desde criança.

ESA/Nasa
Paisagem gelada do norte do Canadá.
Montanhas na região de Fars, no sul do Irã.
Águas oceânicas são tema das fotos de Paolo Nespoli
Por causa da proximidade com a Terra, a Estação pode ser vista a olho nu.
Região desértica na Somália lembra 'vasos sanguíneos'.
O Salar do Uyuni, na Bolívia, a maior planície salgada do mundo.
Vulcões Licancabur e Juriques, com a Laguna Verde (à direita) ao lado, na América do Sul.
Deserto no sul da Arábia Saudita.
Rios de areia na fronteira entre Líbia, Egito e Sudão.
Trecho do rio Nilo, no Sudão, tem um formato que lembra um 'rosto animal'.
Costa de Kimberley, no oeste da Austrália.
O delta do Rio Mississippi, nos Estados Unidos.
Vulcão na ilha de Onekotan, na Rússia.
O Grand Canyon, no estado norte-americano do Arizona.
Colinas na região da Mongólia, na Ásia.
Rio São Francisco, no Brasil.
Trecho argentino do Rio Paraná.

Da BBC

 
  Postado às 14h13
 
|