São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  17/10/2011
  Estudo sugere viabilidade do uso de camalotes para produção de bioenergia
 

O uso de plantas aquáticas para a produção de bioenergia vem sendo estudado pela Embrapa Pantanal desde 2008. Os resultados de uma dissertação associada ao projeto sugerem a viabilidade do uso de camalotes que descem pelo rio Paraguai para a produção de bio-óleo, biocarvão e gases quentes.

O trabalho acadêmico foi apresentado ao público interno da Embrapa Pantanal na terça-feira, dia 4 de outubro, pela mestranda Luz Selene Buller, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Ela é orientada pelo professor Enrique Ortega, da Unicamp, e co-orientada pelo pesquisador Ivan Bergier, da Embrapa Pantanal.

Segundo ela, apenas 1% dos camalotes produzidos na subregião do Paraguai e em parte das subregiões de Cáceres, Poconé e Paiaguás (totalizando uma área de 17.948,5 km²) passa pela frente do Porto Geral de Corumbá. Desse volume que passa pela cidade, o estudo mostrou a viabilidade econômica e socioambiental de utilizar entre 20% e 40% para a produção de bioenergia.

Os pesquisadores envolvidos calculam que entre 700 mil e 1,7 milhão de toneladas de camalotes são exportadas ao longo do ano na região citada acima. Essa fração poderia resultar ainda na redução de emissões naturais de metano, originado pela decomposição dessas plantas no ambiente aquático, o que poderia ainda render créditos de carbono.

A produção de bioenergia a partir dessas plantas se mostra sustentável, pois seria utilizada apenas uma fração com base em instrumentos e políticas de gestão. Um sistema de suporte à tomada de decisão de produção de bioenergia em áreas úmidas deverá ser concebido em breve por projeto aprovado no GEO (Grupo de Observações da Terra) que ainda aguarda financiamento.

Um dos aspectos interessantes, identificado por Selene e ligado ao elevado grau de renovabilidade, é que os ventos e próprio rio se encarregam de movimentar as plantas que flutuam livremente, não havendo a necessidade de se utilizar combustíveis fósseis no transporte. O mesmo vale para insumos como fertilizantes não renováveis, os quais são dispensáveis, já que a produção ali é natural. O sistema de produção de bioenergia e biomateriais poderia ser feito por meio de biorrefinarias instaladas próximas à margem do rio.

Segundo Ivan e Selene, é fundamental que haja uma política pública regulamentando a exploração dessas plantas, assim como o Pantanal já tem uma legislação que regula a pesca. “É preciso normatizar o período de coleta, os locais, a quantidade. A pesquisa norteia a parte técnica e fornece subsídios para que as políticas públicas garantam a sustentabilidade do sistema”, disse o pesquisador da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A dinâmica de deslocamento desses aguapés pelo rio Paraguai vem sendo estudada por imagens de satélite pela Embrapa Pantanal. Sabe-se, por exemplo, que existe relação entre a área ocupada pela planta aquática na planície de inundação e a altura do rio Paraguai, que todos os anos passa por períodos de cheia e de seca. “Quanto mais o rio enche, maior a produção dessas plantas na planície inundável”, afirmou Ivan.

Com ajuda de uma câmera de vídeo, o pesquisador coleta imagens do transporte das plantas pelo rio Paraguai desde 2008. São mais de 50 mil imagens diárias.

O beneficiamento da planta em biorrefinaria ocorreria por meio de um processo conhecido como pirólise, uma queima sem a presença de oxigênio, que altera as propriedades da matéria (conversão termoquímica).

Ivan Bergier

Camalotes retirados do rio para a pesquisa

A pesquisa de Selene mostra que do total de camalotes processados, 30% poderiam se transformar em bio-óleo, 40% em biocarvão e 30% em gases quentes, energia térmica que poderia realimentar todo o sistema.

O processamento começa com a secagem da planta, que tem em sua composição 90% de água. Esse processo poderia utilizar a energia solar, o que exigiria extensas áreas, ou energia térmica produzida na própria planta de pirólise. A produção em pequena escala pode ser iniciada assim que houver regulamentação da atividade. Existe tecnologia nacional para isso desenvolvida pela empresa Bioware, incubada na Unicamp e parceira do projeto financiado pelo CNPq.

Os pesquisadores já apresentaram proposta preliminar a representantes da Prefeitura de Corumbá. A biorrefinaria poderia processar, além dos camalotes, lixo urbano e restos de poda de árvore, gerando empregos, renda e reduzindo problemas ambientais. Corumbá produz 60 toneladas de resíduo urbano orgânico por dia. A biorrefinaria poderia, portanto, atender às demandas das Políticas Nacionais de Resíduos Sólidos e de Mudanças Climáticas do governo brasileiro.

PRODUTOS

Um dos produtos que pode ser obtido a partir da pirólise do camalote é o biochar (tipo de carvão), um condicionante de solo de interesse agronômico. Também é possível se obter combustíveis de segunda geração, como gasolina e diesel sintéticos, além da energia térmica.

O carvão pode ser prensado ao bio-óleo para a obtenção de briquetes de alta densidade energética, interessantes para fornos de cimenteiras e, provavelmente, de siderurgias. O carvão pode ser utilizado ainda por padarias e pizzarias, que na região pode ter origem em madeira de mata nativa. Os tradicionais churrascos também podem aproveitar esses briquetes.

Ana Maio
Área de Comunicação e Negócios-ACN
Embrapa Pantanal
Corumbá (MS)

 
  Postado às 20h11
 
|
  17/10/2011
  Filhote de leão é salvo pela mãe após cair em barranco próximo a penhasco no Quênia
 

No Parque Nacional de Masai Mara, no Quênia, um filhote de leão foi salvo por sua mãe depois de cair em um barranco, próximo a um penhasco, de acordo com a reportagem do jornal Daily Mail. O fotógrafo Jean-Francois Lagot foi quem registrou o emocionante salvamento.

Um grupo formado por quatro fêmeas e um macho ficou mobilizado com a situação do filhote, que correndo risco de morrer, chorava por socorro. Mas foi o instinto maternal que fez com que a mãe arriscasse a sua própria vida para salvá-lo.

Segurando o filhote pela boca, lentamente, a leoa conseguiu descer o barranco íngreme. Os dois poderiam morrer se acontecesse um pequeno deslize. Mas felizmente os dois conseguiram chegar a um lugar seguro no topo. Em consolo a mãe deu uma lambida no leãozinho, que ainda estava assustado.

Reprodução

Leoa salva filhote na África

 
O filhote de leão em apuros no Quênia
 
 

Do G1

 
  Postado às 20h09
 
|
  17/10/2011
  Emissões de carbono do Google superam às de Laos, diz jornal
 

País asiático tem menor emissão do que o Google, afirma “Guardian”.
Relatório lançado pela empresa relata suas iniciativas sustentáveis.

Segundo levantamento do “Guardian”, as emissões de carbono, anunciadas pela empresa Google, superou ligeiramente as do país asiático Laos.

O Google anunciou que gerou um total de 1,46 milhões de toneladas de dióxido de carbono no ano de 2010, em um site oficial. A empresa informou ainda que "Sem as medidas de eficiência que implantamos nos nossos datacenters, isso seria maior". Esses datacenters consomem metade da energia que a maioria do mercado. O Google, afirma ainda, que usa cerca de 0,01% da energia de todo o mundo.

A companhia afirma que toma iniciativas como a compra e a geração de energias renováveis, para compensar seus gastos e emissões.

A empresa divulgou também quanto custa para manter os serviços que fornece aos usuários.
Utilizando os produtos como o Gmail e o Google Docs por um mês, os servidores do Google usam menos energia do que seria gasto deixando uma lâmpada de 60W ligada por três horas.
Para reduzir o impacto ainda mais, o usuário pode usar alguns serviços da empresa, de acordo com o Google, como o SketchUp, utilizado para planejar e desenhar prédios mais sustentáveis.

Reprodução

Site do Google que centraliza informações sobre iniciativas sustentáveis

Do G1

 
  Postado às 20h07
 
|
  17/10/2011
  Macaco é flagrado em pose que lembra escultura 'O Pensador'
 

Fotógrafo registra imagem de macaco em posição de escultura famosa.
Segundo Wrobe “Ele apoiou a cabeça na pata e parecia que estava pensando”.

No Parque Nacional de Tangkoko, na ilha indonésia de Sulawesi, um macaco foi flagrado em uma posição que lembra a escultura famosa do artista francês Auguste Rodin: "O Pensador". O fotógrafo Karsten Wrobel foi quem registrou a cena, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

O fotógrafo estava passeando pelo parque quando viu o macaco sentado perto de um lago, “ele apoiou a cabeça na pata e parecia que estava pensando, isso me lembrou a escultura 'O Pensador', de Rodin", afirma o fotógrafo.

Reprodução/Daily Mail

Macaco foi flagrado em uma posição que lembra a famosa escultura 'O Pensador'.

Do G1

 
  Postado às 20h05
 
|
  17/10/2011
  Urso invade restaurante e devora quatro pizzas em meia hora
 

O 'ataque' foi filmado e fotografado pelas funcionárias.
Segundo elas, o sabor carne com gorgonzola, foi o que mais agradou.

Um enorme urso invadiu uma pizzaria em Whistler, na província canadense da Colúmbia Britânico, no início desta semana. Funcionárias da pizzaria se surpreenderam quando o animal entrou e começou a comer pizzas na bancada.

O animal foi visto em frente ao restaurante mexendo em latas de lixo enquanto uma funcionária lavava pratos. De acordo com Andreas Lawrence, ela e uma colega tentaram trancar a porta, mas com a aproximação do animal, elas procuram se abrigar atrás de uma estante.

Seguras, elas gravaram um vídeo e fotografaram o urso 'atacando' as pizzas que ele conseguia alcançar. Em meia hora, o animal comeu quatro pizzas. Segundo elas, o sabor carne com gorgonzola, foi o que mais agradou.

Durante a noite o urso retornou ao local mais duas vezes. Em uma das vezes as funcionárias chamaram a polícia e na outra vez o restaurante estava fechado.

Reprodução/CNews

Funcionárias da pizzaria conseguiram fotografar o urso selvagem durante o 'ataque' às pizzas

Do G1

 
  Postado às 20h03
 
|
  17/10/2011
  Polícia apreende aves silvestres transportadas em ônibus no Rio
 

Pássaros silvestres transportados ilegalmente em ônibus interestadual no Rio são apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal.

Durante fiscalização de rotina na rodovia BR-116, na altura do km 207, em Seropédica (Baixada Fluminense) ocorreu à apreensão de dois pássaros silvestres, um desses ameaçado de extinção.

O ônibus, onde as aves foram encontradas, vinha de Penedo, distrito de Itatiaia (167 km do Rio), e ia em direção ao centro da capital fluminense.

As aves foram encontradas escondidas em uma caixa de madeira dentro da mala de um passageiro. O homem, de 37 anos, foi multado em R$ 6.000 e não informou onde havia comprado os animais.

O passageiro foi indiciado sob suspeita de crime ambiental na 48ª DP (Seropédica), onde a ocorrência foi registrada. Já as aves foram encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) em Seropédica.

Divulgação/PRF

Pássaro apreendido pela Polícia Rodoviária Federal com passageiro de ônibus na rodovia BR-116, no Rio

Da Folha

 
  Postado às 20h01
 
|
  17/10/2011
  Baleia é encontrada encalhada a quase 1 km de praia no Reino Unido
 

Espécime jovem de baleia fêmea pode ter sido levada por maré alta para região de banco de areia.

Foi encontrada morta, a 730 metros de distância de uma praia, na região de Skeffing, no Reino Unido, uma jovem baleia fêmea, da espécie baleia-de-minke (Balaenoptera bonaerensis) de acordo com o jornal britânico "Mail One".

O mamífero com aproximadamente 10 metros de comprimento foi encontradoa em uma região complementar ao oceano, um pântano salgado, chamado estuário de Humber.

Devido à maré excepcionalmente alta, ocasionada pelo equinócio, entre o dia 22 e 23 de setembro, (mudança de estação do verão para o outono no Hemisfério Norte), o animal foi levado à região a procura de alimento e com o retrocesso das águas ficou preso no campo e acabou morrendo, afirmam os peritos que examinaram o animal.

O fato atraiu a atenção de moradores e do Serviço de Proteção Animal de Yorkshire, devido à grande distância entre a área onde o animal foi encontrado e a praia.

O Serviço de Proteção Animal de Yorkshire verificou a presença de grandes grupos no Mar do Norte. Esses animais vão para a costa do Reino Unido, devido a mudanças das correntes marítimas frias vindas do Ártico e acabam encalhando em bancos de areia constantemente, afirmam os ambientalistas.

Reprodução

Baleia-de-minke foi encontrada a quase um quilômetro de distância do mar no Reino Unido. Uma maré excepcionalmente alta pode ter levado o animal para esta região, mas quando as águas retrocederam, ele ficou encalhado e morreu

Do Globo Natureza

 
  Postado às 19h48
 
|
  17/10/2011
  Baleia-jubarte albina aparece e chama atenção na Austrália
 

Mamífero aquático, chamado de 'Migaloo', estudado por pesquisadores desde sua descoberta em 1991, foi visto este ano.

Desde sua descoberta a baleia-jubarte albina intriga e fascina os pesquisadores na costa da Austrália. Uma imagem do animal foi publicada em agosto deste ano pelo site de notícias, "Cairns", da cidade de mesmo nome.

A região onde o mamífero albino costuma frequentar no inverno antártico, na costa de Queensland, já possui uma organização que pede a proteção da costa, criada por ambientalistas. A baleia é considerada um patrimônio pela população, que continuada atraída e atenta ao animal.

O mamífero recebeu um nome de origem indígena "Migaloo". O estado australiano considera a baleia como um "animal de interesse especial". A partir dos animais, a legislação aumenta a proteção contra pesca e a distância dos barcos e embarcações.

Como análise de amostras de DNA do animal, coletadas em 2004, por pesquisadores do centro de pesquisas de baleia da Southern Cross University, foi possível constatar que o exemplar era um macho. Migaloo foi observado algumas vezes neste ano, e também já foi confundido com outras espécies, segundo o site “Cairns”.

Reprodução

 

Do Globo Natureza

 
  Postado às 19h45
 
|
  17/10/2011
  Espécie de golfinho é descoberta por pesquisadores da Austrália
 

Espécie nova de golfinho era confundida com outros exemplares já conhecidos.
Através de exames, realizados por universidade do país, se verificou a diferença.

Espécie nova de golfinho australiano que vive na região de Melbourne e foi descoberta por especialistas da Monash University, na Austrália.

Primeiramente a espécie foi confundida com exemplares eram da espécie de golfinho-nariz-de-garrafa, chamado em inglês de bottlenose (Tursiops truncatus). Nas imagens se observa a presença de uma colônia de animais brincando próximo à baía de Port Philip.

Contudo com as análises da comparação de crânios, DNA e traços físicos com espécimes já descritos nos anos próximos dos 1900, foi possível verificar a diferença, entre as espécies, segundo a pesquisadora da Monash, Kate Charlton-Robb. A nova espécie foi nomeada de Tursiops australis.

Divulgação/Monash University
Grupo de golfinhos brinca no mar próximo a Melboune, na Austrália. Espécie recém-descoberta era confundida com outros animais
 
O Tursiops australis só foi descoberto após exames científicos feitos por uma pesquisadora da Monash university

Do Globo Natureza, em São Paulo

 
  Postado às 19h40
 
|
  17/10/2011
  Filhote de foca ruivo e de olhos azuis é encontrado sozinho na Rússia
 

Na Ilha Tyuleniy, na Rússia, foi encontrado sozinho um filhote de foca. Por ter nascido diferente, com pêlos ruivos e olhos azuis, o animal foi excluído. De longe, ele observava os bichinhos da espécie que estavam na água.

Em reportagem ao jornal “Daily Mail”, o fotógrafo Anatoly Strakhovm que encontrou a foca rara escondida entre os troncos, na praia, contou: “Quando o vi, sabia que ele era diferente, ele tinha uma cor muito estranha e parecia diferente dos outros dois irmãos pretos”. Anatoly disse ainda: “Eu fiquei meia hora fotografando ela. Eu estava satisfeito por poder fotografar um animal tão raro”.

Devido a suas características incomuns na espécie, o filhote estava quase cego, e possivelmente, não sobreviveria sozinho na natureza. Junto com o fotógrafo estava uma equipe de um centro de cuidados para golfinhos, que se encarregaram de cuidar do filhote.

Reprodução
 
  Postado às 19h35
 
|
  17/10/2011
  Nova 'folha artificial' usa luz solar para produzir combustível
 

Criado por cientistas dos EUA, dispositivo é apresentado na 'Science'.
Pesquisador diz que material para produzi-la é barato e abundante.

Segundo estudo publicado na “Science”, pesquisadores americanos criaram uma "folha artificial" que transforma a luz solar em um combustível químico que pode ser armazenado e utilizado posteriormente.

Ao ser colocado em um recipiente de água, essa célula solar de silício gera bolhas de oxigênio, por ser revestida de um catalisador de cobalto de um lado, e bolhas de hidrogênio do outro, pois tem uma liga de níquel-molibdênio-zinco, essas bolhas podem ser separadas e recolhidas.

Então esses gases podem ser transferidos para uma célula combustível que os recombina, produzindo água e gerando uma corrente elétrica, divulgou o pesquisador Daniel Nocera, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).

O estudo do dispositivo descrito na “Science” é um artigo de co-autoria de seis pesquisadores da Sun Catalytix, empresa de energia solar fundada por Nocera, que afirma, a "folha" é feita inteiramente de materiais abundantes e baratos.

"Você não pode ter algo mais portátil, você não precisa de fios, é leve, e não requer muito equipamento adicional, além de uma maneira de capturar e armazenar os gases que borbulham dela” ressaltou Nocera.

Até que os sistemas que coletam, armazenam e usam os gases sejam desenvolvidos, o dispositivo não estará pronto para produção comercial.

Dominick Reuter/Divulgação

'Folha' artificial separa hidrogênio e oxigênio dá água usando energia solar.

Da AFP

 
  Postado às 19h32
 
|
  17/10/2011
  Construídas na primeira metade do século 20, usinas não tinha escadas de peixes.
 

Duas barragens que atrapalham o fluxo de peixes no Rio Elwha, no estado de Washington, no noroeste do EUA, começaram a ser derrubadas pelas autoridades. Com uma variedade de espécies de salmão do Oceano Pacífico, o Rio Elwha, fica dentro do Parque Nacional Olympic.

Na época em que as usinas hidroelétricas de Elwha e Glines Canyon foram construídas, respectivamente de 1913 e 1927, no se usava construir uma passagem de peixes, um tipo de escada que permite que os animais subam o rio. As usinas foram muito importantes para o desenvolvimento da Península de Olympic, mas hoje estão em desuso, pois a maior parte da energia usada hoje na região vem do estado vizinho do Oregon.

A obra tem previsão de durar três anos e esta orçada em cerca de US$ 325 milhões. Projeto esse desejado por ambientalistas desde os anos 1970. Segundo a administração do parque estima-se que antes da existência das barragens, subiam o rio, por ano, cerca de 400 mil salmões.

Além de servir como símbolo de cultura, para tribos nativas que habitam o parque nacional, que consideram a região do rio alto, com seus salmões sagrada. Os salmões são muito importantes para todo o ecossistema da região. Pois servem de alimentos para animais maiores, como ursos, e também beneficiam as árvores, já que os peixes mortos fertilizam o solo.

National Park Service
Represa Glines Canyon começou a ser destruída nesta quinta (15) para restabelecer o fluxo de peixes no Rio Elwha

Do G1

 
  Postado às 19h28
 
|
  17/10/2011
  Holandês é preso em aeroporto da Guiana Francesa com beija-flores na calça
 

Preso no aeroporto de Cayenne, na Guiana Francesa, um holandês, que tentava embarcar com beija-flores dentro da calça. Os pássaros foram enrolados e lacrados com esparadrapo pelo homem. Em seguida os animais foram colocados em compartimentos, de tecido, na calça.

A agitação estranha do passageiro fez com que os agentes da alfândega francesa, o detivessem para averiguar se havia algo errado. No momento em que ele tirou a calça, os pássaros foram encontrados pelos oficiais. Em seguida o holandês foi preso. A autoridade local acredita que os animais não estavam sedados, conforme o jornal “Daily Mail”.

Reprodução / Daily Mail
O homem escondeu diversos pássaros na calça

G1

 
  Postado às 19h25
 
|
  17/10/2011
  Borboleta 'híbrida' é descoberta por cientistas na América do Norte
 

Borboleta possui traços visuais e genéticos iguais a de outros dois insetos.

Foi descoberto por cientistas norte-americanos, nas montanhas Apalache, cordilheira localizada entre Estados Unidos e Canadá, uma espécie rara de borboleta, considerada uma evolução de duas espécies de animais, pois possui traços visuais e composição genética iguais.

A borboleta apresenta características semelhantes às da borboleta Tigre oriental swallowtail (P. glaucus) e da Tigre canadense swallowtail (P. canadensis). Sendo denominada como híbrida e recebeu o nome de Tigre apalachiano swallowtail (Papilio appalachiensis).

Segundo um estudo publicado na revista “PLoS Genetics”, a borboleta Tigre apalachiano swallowtail raramente se reproduz com insetos da mesma espécie e este é um dos poucos casos de animais híbridos, pois esse fenômeno é mais comum nas plantas.

Sam Scheiner, pesquisador da Fundação Nacional de Ciência dos EUA, que financiou a pesquisa, afirma que “Com a pesquisa, será possível entender a formação das espécies, questão fundamental para explicar a diversidade de vida na Terra”.

O biólogo Larry Gilbert, da Universidade do Texas, um dos responsáveis pelo estudo científico, acrescenta: “É uma demonstração notável de como a hibridização pode criar populações com uma nova combinação de história de vida e características morfológicas, permitindo a colonização de novos ambientes”.

Cientistas afirmam que as borboletas Tigre oriental e canadense surgiram em épocas diferentes, com um espaço de tempo de 600 mil anos. Sendo que a Tigre apalachiano surgiu há 100 mil anos. Apesar disso ainda se tem dificuldade na diferenciação das espécies. Mas com o tempo, segundo os pesquisadores, os detalhes como manchas nas asas ou mesmo no tamanho facilitam a identificação.

Divulgação/K. Kunte/Harvard University
Exemplar da borboleta Tigre canadense swallowtail.
 
A partir da mistura das duas espécies, nasceu a borboleta Tigre apalachiano swallotail, com características visuais e genéticas idênticas

Do Globo Natureza

 
  Postado às 19h20
 
|
  17/10/2011
  Esquilo encara e afugenta cobra em parque da África do Sul
 

Dos humanos atacados pela Cobra do Cabo, 60% morrem.
Com reflexos rápidos, mamífero frustra o réptil até ele ir embora.

A cobra que mais mata pessoas, na África do Sul, é a venenosa cobra do Cabo. A taxa de mortalidade, sem tratamento, entre humanos atacados é de 60%. Porém, no parque transfronteiriço Kgalagadi, um esquilo não demonstra medo do réptil assassino, conforme publicou o jornal inglês "The Sun".

Como uma capa de toureiro, o esquilo balança seu rabo felpudo. “Depois de se cansar do seu jogo provocativo, o esquilo se sentou para comer e ficou encarando a cobra. Foi um ato irrepreensível de desafio. A cobra, desafiada e derrotada, rasteja para longe”, relata o veterinário da Cidade do Cabo, Malan van Zyl.

Essa cena ocorre quando uma cobra do Cabo passa perto de esquilos procurando por comida sob o sol forte. Ao invés de fugir, com seus reflexos rápidos, o mamífero frustra o réptil até ele perder interesse e ir embora.

Reprodução
Esquilo balança rabo felpudo como uma capa de toureiro

Do G1

 
  Postado às 19h18
 
|