São Paulo, SP – Brasil
 
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  15/06/2012
  Borboleta rara se beneficia do aquecimento global e se multiplica
 

As mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global podem ter efeitos bem distintos. Isso é o que sugere um estudo publicado na revista científica “Science”, sobre uma espécie de borboleta, que até a década de 80 era considerada rara.

A Argo-marrom (Aricia agestis) está à procura de novas regiões por causa dos verões mais quentes no Reino Unido. Segundo os pesquisadores, as borboletas estão indo para o norte atrás de climas mais amenos.

Nessas regiões mais ao norte, a flor gerânio é muito comum e são essas flores as preferidas pelas lagartas para se alimentarem. Com essa mudança a espécie inicia uma grande recuperação em sua população. Para os pesquisadores da Universidade de York, as borboletas já avançaram 79 quilômetros ao norte, nos últimos 20 anos.

“Haverá vencedores e perdedores da mudança climática. É importante que comecemos a entender como essas complexas interações entre espécies afetam suas habilidades de se adaptar às mudanças para que possamos identificar as que podem estar sob risco e onde devemos focar os esforços de conservação”, disse uma das pesquisadoras, Jane York.

Science/AAAS

Borboleta argos marrom antes rara, agora se beneficia do aquecimento global.

Do G1

 
  Postado às 15h00
 
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  15/06/2012
  Peixe-boi de água salgada consegue captar ruído ultrassônico, diz estudo
 

Um estudo realizado pelo Laboratório e aquário marinho Mote, dos Estados Unidos, afirma que a poluição sonora de motores de lanchas e motos aquáticas pode prejudicar a audição do peixe-boi-marinho (Trichechus manatus). A pesquisa foi publicada no “The Journal of Experimental Biology”.

Durante os 14 anos de pesquisa, os cientistas concluíram que pelo fato desses animais viverem em regiões profundas da costa dos Estados Unidos, onde há pouca luminosidade, eles desenvolveram sua audição que pode captar frequências ultrassônicas.

Isso facilita os animais distinguirem os ruídos de uma lancha, um possível caçador. Contudo essa qualidade fica prejudicada quando os animais estão dormindo. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), o peixe-boi de água salgada é considerado vulnerável na natureza.

Divulgação

Exemplar de peixe-boi-marinho que vive em água salgada, na costa dos Estados Unidos

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h55
 
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  15/06/2012
  Aves multicoloridas se dividem mais rápido em novas espécies, diz estudo
 

Um estudo publicado na revista científica “Nature” demonstra que a variedade de cores das penas das aves, característica conhecida como "polimorfismo", está associada à geração acelerada de novas espécies.

Segundo pesquisadores do Departamento de Zoologia da Universidade de Melbourne, da Austrália, a mudança da coloração aconteceria por causa de fatores geográficos, ecológicos e genéticos, e não apenas por uma seleção sexual.

A pesquisa avaliou cinco grupos de aves: Accipitridae (abutres e águias), a combinação de Striginae e Surniinae (dois sub-tipos de corujas), Caprimulgidae (caprimulgídeos), Falconidae (falcões) e Phasianidae (faisões). Os grupos correspondem a 7% das espécies de aves e cerca de 47% dessas espécies possuem cores polimórficas.

De acordo com o estudo, aves com maior polimorfismo de cor têm como tendência se dividir em novas espécies ao logo do tempo e essa ‘evolução’ pode estar ligada à diversidade e a quantidade de ambientes ocupados, além dos padrões comportamentais.

Para os pesquisadores a coexistência de várias cores nesses indivíduos pode resultar na interrupção na formação de uma nova espécie, ou seja, o processo de formação genética pode ser interrompido.

Divulgação

Espécie de coruja com coloração variada. Aves com polimorfismo se dividem em novas espécies com o tempo, apontam cientistas.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h50
 
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  15/06/2012
  Pesquisadores descobrem nova espécie de aranha nos EUA
 

Pesquisadores da Universidade de Auburn, no estado do Alabama, EUA, divulgaram a descoberta de uma nova espécie de aranha. A Myrmekiaphila tigris recebeu o nome em homenagem ao mascote da universidade, um tigre. Publicada na revista científica “ZooKeys”, a espécie faz parte da família Ctenizidae.

Parentes das tarântulas, o aracnídeo foi encontrado na própria cidade de Auburn, bem próximo a Universidade, no mesmo bairro onde moram os pesquisadores Jason Bond e Charles Ray, que a descreveram. A recém-descoberta levou tempo para ser anunciada, porque a espécie é muito parecida com a Myrmekiaphila foliata, contudo, exames mais específicos (testes de DNA) conseguiram provar as diferenças entre as espécies.

Universidade de Auburn/Divulgação

Macho da espécie de aranha 'M. tigris'.
 
Fêmea da espécie de aranha 'M. tigris'

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h47
 
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  15/06/2012
  Genoma da borboleta determina suas cores e camuflagem, diz estudo
 

Um estudo publicado na revista científica “Nature” sugere que a habilidade de espécies diferentes de borboletas em imitar as cores de outras espécies ocorre por semelhanças no DNA.

Um grupo de 80 pesquisadores sequenciou o genoma da espécie Heliconius melpomene, uma borboleta da região da Amazônia peruana e o comparou com outras duas espécies a Heliconius timareta e Heliconius elevatus, selecionadas porque apresentam padrões de cores semelhantes à primeira.

Segundo a pesquisa, as várias espécies de borboletas apresentam um mesmo padrão de cores, porque as partes do DNA que são responsáveis por essa característica são iguais entre as espécies.

"Descobrimos que as espécies compartilham as partes do genoma que codificam as cores padrão, com um impacto importante na sobrevivência destas borboletas na natureza", diz o estudo. Ainda segundo os cientistas, essa característica seria resultado do cruzamento de diferentes espécies.

Chris Jiggins, Universidade de Cambridge

Borboleta da espécie 'Heliconius melpomene'

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h41
 
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  15/06/2012
  Baleia ameaçada de extinção morre após colidir com navio cargueiro
 

O corpo de uma baleia-azul (Balaenoptera musculus) foi encontrado boiando próximo à superfície do Oceano Índico, na região do Sri Lanka. Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, o mamífero teria morrido após chocar-se com um navio, que deixou uma imensa ferida em sua cauda.

Especialistas em vida marinha creem que a baleia-azul tenha sido atingida por um navio cargueiro. A espécie está sob o status de ameaçada de extinção, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês).

Reprodução

Imagem mostra cauda de baleia-azul, que morreu após colidir com navio no Oceano Índico, próximo ao Sri Lanka.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h37
 
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  15/06/2012
  Pássaro caramancheiro 'cultiva' plantas para decorar seu ninho
 

Um estudo publicado revista “Current Biology” descreveu pela primeira vez no mundo animal o cultivo de plantas que não foi usado para alimento. E o responsável por essa ação é o caramancheiro, um pássaro nativo da Oceania.

Já se sabia que os machos construíam ninhos decorados com plantas e frutas para atrair as fêmeas, que são mais suscetíveis a ambientes (ninhos) mais coloridos. Mas o cultivo de plantas é de fato uma novidade.

O pássaro tem esse nome porque vive próximo a uma árvore chamada Caramanchão e ao ‘pé’ dessa árvore nascem uma planta da mesma família que a berinjela, que tem flores roxas e frutos verdes, que se tornam muito atrativas para as fêmeas.

“Não achamos que os caramancheiros estejam cultivando estas plantas intencionalmente, mas esse acúmulo de objetos preferidos perto de um local de habitação é, seguramente, a forma como todo cultivo começa”, argumentou Joah Madden, líder do estudo do estudo divulgado pela Universidade de Exeter, na Inglaterra.

Universidade de Exeter/Divulgação

Caramancheiro decora o ninho com frutas verdes

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h30
 
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  15/06/2012
  Ativistas encontram 35 carcaças de elefantes em safári de Camarões
 

Cerca de 35 elefantes foram encontrados mortos e mutilados em um safári de Camarões, segundo o jornal britânico “Daily Mail”. Os animais teriam sido mortos durante um único ataque dos caçadores que estavam atrás do marfim de suas presas.

De acordo com ambientalistas, desde o início do ano, 400 elefantes podem ter sido mortos Boubandjida National Park. O número é assustador, pois corresponde a quase toda população de elefantes da região. Estima-se que no país vivam aproximadamente 5 mil elefantes.

Utilizando motosserras os caçadores retiram o marfim que chega a ser comercializado por até R$ 29 mil no mercado clandestino, já que esse comércio é proibido em Camarões.

Na imagem, carcaças de elefante encontradas em parque de Camarões. Animais são mortos para retirada do marfim, comercializado ilegalmente no país.

Reprodução

Do Globo Natureza

 
  Postado às 14h25
 
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