São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  25/02/2013
  Projeto reúne mais de um milhão de fotos de animais selvagens
 

Imagens foram capturadas com armadilhas fotográficas em áreas tropicais.
Animais foram clicados em 14 países da Ásia, África e América do Sul.
Do Globo Natureza, em São Paulo

A equipe do maior projeto global de armadilhas fotográficas para estudar a vida selvagem revelou recentemente haver superado o número de um milhão de fotos de animais em áreas tropicais. O projeto, chamado de Team Network (Rede de Monitoramento e Avaliação da Ecologia Tropical, na tradução do inglês), reúne imagens de mamíferos e aves em 16 áreas de proteção ambiental espalhadas por 14 países da Ásia, África, América Central e América do Sul, inclusive o Brasil.

Divulgação/Team Network

Búfalo-africano fotografado com armadilha fotográfica

Entre as áreas estudadas estão a Floresta Nacional de Caxiuanã, no Pará; a Reserva Florestal Adolfo Ducke, próximo a Manaus, no Amazonas; a Reserva Natural Central do Suriname, também na América do Sul; e outras regiões. Segundo o site do Team Network, foram obtidas, até agora, 1,16 milhão de imagens - número que deve subir nos próximos meses.

O projeto agrega equipes de instituições como a Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS, na sigla em inglês), e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Divulgação/Team Network

Onça-pintada deitada é fotografada por armadilha fotográfica

Sua missão, de acordo com o site do Team Network, é "gerar informações em tempo real para monitorar tendências de longo prazo da diobiersidade tropical através de uma rede global de estações de pesquisa de campo". Com a ajuda de órgãos e institutos que atuam no projeto, a ideia é criar um panorama preventivo da situação da fauna tropical, para ajudar a formular ações de conservação ambiental.

Já foram obtidas imagens de onças, primatas de diversos gêneros, entre outros animais. "[Reunir] um milhão de fotos permite que desenvolvamos e testemos indicadores globais, que vão ser essenciais para medir o sucesso de ações de conservação, e permitir informar ao mundo sobre a situação de perigo da biodiversidade em várias regiões do planeta", disse o vice-presidente sênior da WCS, Joshua Ginsberg, ao site de notícias ambientais Mongabay.

Divulgação/Team Network

Macaco fotografado pelo projeto Team Network; mais de um milhão de imagens foram realizadas

Do G1

 
  Postado às 15h35
 
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  28/01/2013
  Caranguejo-peludo retarda doença mortal em corais na Austrália
 

Animal come micro-organismos e torna branqueamento 3 vezes mais lento.
Redução de corais é ligada a tempestades, aquecimento e estrela-do-mar.

Da AFP

O caranguejo-peludo-de-coral (Cymo melanodactylus) ajuda a evitar uma doença mortal na grande Barreira de Corais da Austrália, segundo estudo publicado pela Escola de Biologia Marinha da Universidade James Cook, em Queensland.

Os cientistas estudaram o impacto desse animal em fragmentos de coral que sofrem um processo de branqueamento, presente em todo o perímetro dos oceanos Índico e Pacífico. O problema é ligado ao aumento da temperatura da água.

Os caranguejos não erradicam a doença, cujos mecanismos continuam sendo pouco conhecidos, mas o estudo mostra que, diferentemente do que se acreditava, os bichos contribuem para retardá-lo. Graças ao caranguejo-peludo, o branqueamento ocorre três vezes mais devagar.

"Penso que eles são úteis ao consumir o tecido de coral caído e ao ingerir os micro-organismos associados que poderiam prosperar nesses tecidos mortos ou agonizantes", explicou o biólogo Joseph Pollock à AFP.

Dessa forma, os animais estabelecem um "cinturão sanitário" entre as colônias saudáveis e as doentes, explicou o pesquisador.

Nos últimos 30 anos, a Grande Barreira de Corais da Austrália perdeu mais da metade de seus corais por causa de tempestades, do aquecimento dos oceanos e dos efeitos devastadores de uma estrela-do-mar que se alimenta de corais.

Sciencesetavenir/Reprodução

Caranguejo-peludo pode reduzir o impacto sobre corais na Austrália

Do G1

 
  Postado às 15h30
 
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  25/02/2013
  Cientista de Israel 'salva' espécie de peixe nativo afetado por poluição
 

Trabalho emergencial conseguiu preservar o 'Acanthobrama Telavivensis'.
Durante pesquisa, total de exemplares saiu de 120 para 14 mil.
Do Globo Natureza, em São Paulo

Cientistas temem que extinção das sardinhas no Pacífico esteja próxima
O trabalho de um pesquisador de Israel conseguiu salvar da extinção uma espécie de peixe nativo do país, que foi afetada pelos altos índices de contaminação de afluentes e rios israelenses.

Menachem Goren, cientista do Departamento de Zoologia da Universidade de Tel Aviv, conta que o Acanthobrama Telavivensis, um pequeno peixe encontrado apenas nas proximidades da capital de Israel, sofreu uma grave redução no número de exemplares na região central de Israel.

Ele afirma que em 1999, após uma seca extrema que atingiu o país, foi constatado que apenas três populações isoladas desta espécie sobreviveram. Ele disse ao jornal “Israel21c” que, nesta época, se aproximou de autoridades do governo e sugeriu hospedar em um laboratório particular, por um ou dois anos, os peixes ameaçados.

“Não houve tempo para um estudo de viabilidade, nos reunimos rapidamente para levantar fundos e construir uma instalação para mantê-los na Universidade de Tel Aviv”, disse.

O cientista e sua equipe retiraram 150 peixes do Rio Yarkon, dos quais sobreviveram 120 exemplares. Eles foram cuidadosamente criados e, cinco anos depois, a pequena população aumentou para 14 mil. Ao mesmo tempo, o governo local agiu para reduzir a poluição no rio e garantir uma descarga permanente de água doce na parte superior do Rio Yarkon.

Durante o inverno de 2006 e 2007, a equipe de Goren reintroduziu cerca de 9 mil indivíduos nascidos em laboratório no Rio Yarkon e em outros cursos d’água do Centro e do Norte de Israel. Pesquisas posteriores revelaram um número cada vez maior de exemplares desse peixe.

Em 2004, esta espécie de peixe era considerada “criticamente em perigo”; em 2006, foi reclassificada como “extinta da vida selvagem”.

Reprodução

Exemplares de peixe nativo de Israel criados em laboratório da Universidade de Tel Aviv; espécie quase desapareceu da natureza devido à poluição

Do G1

 
  Postado às 15h26
 
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  25/02/2013
  Imagem de crocodilo de olhos vermelhos dá prêmio a americano
 

Fotógrafo Larry Lynch ficou a 7 metros de animal para fazer a imagem.
Museu de História Natural de Londres deu a ele prêmio pela melhor foto.
Do Globo Natureza, em São Paulo

A imagem de um crocodilo à noite, clicado a apenas sete metros de distância pelo fotógrafo americano Larry Lynch, em um parque estadual na Flórida, venceu um prêmio do Museu de História Natural de Londres, na Grã-Bretanha, informam jornais internacionais nesta quinta-feira (7).

A imagem, intitulada "Luz Noturna de Aviso", foi escolhida como o retrato de animais do ano de 2012 pelo museu. "Eu sabia que crocodilos viviam em uma certa área [do parque], e tudo que eu tive que fazer foi procurar um que cooperasse mais", disse Lynch em entrevista ao site americano de notícias "Georgia Daily News".

Os crocodilos machos crescem mais do que as fêmeas, segundo o fotógrafo. "Entre andar por metros no pântano escuro, lidar com a umidade, mosquitos que me atacavam a toda hora, eu só pensava em conseguir a melhor foto que pudesse para sair dali rapidamente", afirmou Lynch.

Reprodução/"Georgia Daily News"

Imagem recebeu prêmio do Museu de História Natural de Londres

Do G1

 
  Postado às 15h20
 
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  25/02/2013
  Policiais encontram inseto raro com ‘cabeça de jacaré’ no DF
 

Jequitiranaboia é inofensivo, diz professora de zoologia da UnB.
'Feiura' alimenta lendas, diz; espécie se alimenta de seiva de árvore.

Do G1 DF

Policiais do Distrito Federal encontraram esta semana um inseto com ‘cabeça de jacaré’, em Sobradinho, região a 22 quilômetros do centro de Brasília. Também conhecido como "cobra voadora", "cigarra-cobra" e "cobra de asas", o bicho é raro e chamado de jequitiranaboia, segundo uma professora de zoologia da Universidade de Brasília (UnB).

“A gente notou que era algo estranho, não era uma folha. Pegamos com um galhinho e, na iluminação, vimos que era um inseto estranho, algo que nem sabíamos o que era”, conta o sargento Geraldo Silva, da Polícia Militar.

Com 8 cm de comprimento e 2,5 de largura, o inseto com “cabeça de jacaré” estava em uma árvore do Batalhão Escolar de Sobradinho e morreu nesta quinta-feira (21).

Professora de zoologia da UnB, Marina Frizzas afirma que, apesar do aspecto estranho, o jequitiranaboia não é venenoso e se alimenta da seiva de árvores.

“Pelo aspecto estranho e pela feiura, existem muitas lendas que envolvem esse inseto, mas ele é totalmente inofensivo. Dizem que ele tem um veneno que poderia matar o homem ou que ele mata as plantas da qual se alimenta, mas isso não acontece.”

Reprodução/G1

Do G1

 
  Postado às 15h12
 
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  25/02/2013
  Foto registra milhares de golfinhos juntos na costa dos EUA
 

Comandante de navio de passeio estima que havia 100 mil animais no local.
Grupos de golfinhos geralmente têm até 200 indivíduos.
Do Globo Natureza, em São Paulo

Milhares de golfinhos foram vistos nadando juntos neste sábado (16) na costa de San Diego, no estado norte-americano da Califórnia. A cena foi registrada por passageiros de um navio de passeio que navegava pelo local.

O comandante do navio disse à rede “NBC” que nunca viu um grupo tão grande de golfinhos na região. Segundo o capitão Joe Dutra, cerca de 100 mil golfinhos se estendiam numa área com 11 km de comprimento e 8 km de largura.

Especialistas consultados pela rede norte-americana confirmaram que o fenômeno é raro – golfinhos vivem em sociedade, mas os grupos dificilmente têm mais de 200 animais nadando juntos. Uma explicação para a aglomeração seria a grande oferta de alimentos no local, pois o mar do sul da Califórnia oferece animais como sardinhas, arenques e lulas.

Reprodução/NBC

Grupo de golfinhos chamou a atenção na costa da Califórnia

Do G1

 
  Postado às 15h05
 
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  25/02/2013
  Cuíca é resgatada pela 1ª vez em área residencial de Goiânia, diz agência
 

Animal silvestre parente do gambá é de difícil visualização.
Gerente da Amma se diz surpresa por ele ter invadido uma casa.
Gabriela Lima
Do G1 GO

Um filhote de cuíca, espécie parente dos gambás, foi resgatado dentro de uma residência no Setor Solange Park, em Goiânia. De acordo com a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), esse é o primeiro registro do animal em área urbana na capital.

"Para nós, foi uma surpresa, porque aumentou a nossa listagem de animais registrados no município", disse ao G1 a gerente de Proteção e Manejo da Fauna Silvestre da Amma, Marize Moreira. Ela explica que o animal, comum nos biomas Cerrado e Mata Atlântica, dificilmente é avistado em espaços ocupados pelo homem, diferentemente de seu parente próximo, o gambá, que costuma invadir residências.

A cuíca é um mamífero que gosta de regiões úmidas e bem preservadas, pois se locomove pela copa das árvores. "É um animal de difícil visualização até mesmo na natureza. Ele tem hábitos noturnos e, para avistá-lo, é preciso colocar armadilha fotográfica e fazer vigília. Por isso, ficamos felizes com a oportunidade de poder observá-lo", comemora.

No entanto, a gerente ressalta que o fato dele ter sido encontrado dentro de uma casa é sinal de modificação de seu habitat. "Goiânia está em franca expansão urbana e animais têm de se adaptar", lamenta.

Odor desagradável
A gerente conta que o animal silvestre não tinha ferimentos, mas estava bastante assustado e estressado. A cuíca apresentava batimentos cardíacos acelerados e exalava um odor desagradável, o que só acontece quando está muito estressada ou quando procura um parceiro para se acasalar.

Segundo Marize, moradores do local acionaram a Amma na quarta-feira (20). Capturado, a cuíca macho foi encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Goiânia, para ser devolvida à natureza.

Divulgação/Amma

Cuíca foi encontrada em uma casa no Setor Solange Park, em Goiânia

Do G1

 
  Postado às 14h48
 
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