São Paulo, SP – Brasil
 
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  30/03/2013
  Técnicos de zoo dos EUA viram 'mães de aluguel' para salvar gorila
 

Tratadores do zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos, foram obrigados a se tornar “mães de aluguel” para uma pequena gorila, batizada de Gladys, que havia sido rejeitada pela mãe.

Gladys nasceu em 29 de janeiro, no Texas, contudo, sua mãe não demonstrou instinto materno para cuidar de sua prole. Como a rejeição poderia ameaçar a vida do bebê, os funcionários do zoo entraram em ação.

Assim o animal foi transferido para outro zoológico e agora recebe atenção de uma equipe com dez funcionários, que se revezam em turnos, para que a pequena gorila não fique desamparada em nenhum momento. E a equipe capricha no trabalho usando roupas que simulam a pele de um gorila e fazendo grunhidos (carinhosos), que imitam a mamãe gorila.

Zoo de Cincinnati/David Jenike/AP

Um dos funcionários do zoo norte-americano brinca com a gorila batizada de Gladys

Zoo de Cincinnati/David Jenike/AP

Os técnicos atuam como "mães de aluguel" da pequena gorila

Do G1

 
  Postado às 12h54
 
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  30/03/2013
  Raro ouriço albino rejeitado por dono acha 'alma gêmea' em centro inglês
 

Segundo o site do jornal britânico "Daily Mail", um raro ouriço albino que havia sido rejeitado por seu dono encontrou sua “alma gêmea” no centro de resgate que o acolheu, no condado inglês de Essex.

O pigmeu africano, chamado de Extra, juntou-se à fêmea Elsie, da mesma espécie, só que preta e branca. Apesar da apreensão dos tratadores do Parque Mistley Place, os animais se tornaram melhores amigos.

"As pessoas compram esses animais de estimação por impulso, mas 5 minutos depois não os querem mais – não percebem a quantidade de cuidados que é necessária", disse a proprietária do centro, Maureen Taylor.

Curiosidade: Os pequenos ouriços pigmeus não hibernam durante o inverno, pois, seu habitat natural – a África – é muito quente, e seus corpos não têm muita gordura. Agora adaptados, Extra e Elsie devem se juntar a corujas, cobras, gambás e outros animais para uma exibição pública.

Daily Mail/Reprodução

Ouriços Extra e Elsie viram 'melhores amigos' em centro de resgate de animais

Do Globo Natureza

 
  Postado às 12h50
 
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  30/03/2013
  Expedição à Amazônia peruana encontra novas espécies de lagartos
 

Cientistas descobriram em uma região da Amazônia peruana duas novas espécies de lagartos. Eles vivem em uma área quase inexplorada, próxima à bacia do Rio Huallaga. Os répteis foram descritos em um estudo científico publicado no periódico “Zookeys” da última semana.

De acordo com os pesquisadores, os lagartos pertencem ao gênero Enyalioides. Apenas dez espécies deste gênero foram descritas nas Américas do Sul e Central, sendo que nove delas foram achadas no Peru, de acordo com os pesquisadores.

Os dois novos lagartos foram vistos durante expedições recentes feitas em áreas pouco exploradas da Amazônia, mais precisamente no Parque Nacional Cordilheira Azul.

As espécies foram batizadas de Enyalioides azulae, para lembrar que ele foi encontrado na Cordilheira Azul e Enyalioides binzayedi, em homenagem ao xeque Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, dos Emirados Árabes Unidos, um dos financiadores da expedição.

O Parque Nacional Cordilheira Azul abrange áreas de várzea da floresta amazônica e também florestas em montanhas. A biodiversidade local é considerada rica. Em 2002, por exemplo, cientistas encontraram 58 novos anfíbios e 26 répteis.

Reprodução/Zookeys

Imagem da Amazônia peruana, região onde os lagartos foram encontrados

Reprodução/Zookeys

Dois exemplares, um macho e uma fêmea, da espécie Enyalioides azulae.

Reprodução/Zookeys

Exemplar da espécie Enyalioides binzayedi, um dos lagartos encontrados na Amazônia peruana

Do G1

 
  Postado às 12h46
 
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  30/03/2013
  Visitantes de zoológico escolhem nome de filhote de hipopótamo
 

O Zoológico de Curitiba acaba de batizar uma filhote de hipopótamo que nasceu no parque em 16 de fevereiro. O nome escolhido em uma votação com o público foi Glória, uma referência à personagem do filme “Madagascar”, que também é um hipopótamo. Os outros nomes eram Lola e Popozinha.

A pequena Glória nasceu com 40 quilos, quando completar um ano deverá pesar cerca de 250 quilos. Por enquanto, ela vive com a mãe, isolada dos outros animais. Os pais de Glória, Dino e Penélope já tem outro filhote, Charlene, que tem 10 anos de idade, em breve a família deverá estar junta novamente.

Divulgação/Prefeitura de Curitiba

Glória e a mãe estão em área afastada dos outros animais do zoo

Divulgação/Prefeitura de Curitiba

FIlhote nasceu com 40 quilos e, em um ano, deverá pesar 250

Do G1

 
  Postado às 12h40
 
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  30/03/2013
  Geleiras do Canadá podem registrar redução de 20% até 2100, diz estudo
 

Cerca de 20% das geleiras do Canadá podem desaparecer até o fim do século 21 como resultado do aquecimento global, o que representaria um aumento de 3,5 centímetros no nível do mar, segundo um estudo da Universidade de Utrecht, na Holanda.

"Mesmo que consideremos um aquecimento moderado, ainda é muito provável que o gelo afunde em um nível alarmante", afirmou o meteorologista e coordenador da pesquisa, Jan Lenaerts.

"E as possibilidades de que voltem a crescer são muito poucas", afirmou. O cientista disse, ainda, que o processo é irreversível e que ganha força, já que a neve e o gelo da tundra (bioma de vegetação rasteira, musgos e líquens situado próximo ao Polo Norte), além das águas do norte do Canadá, ajudam a refletir o calor do sol.
Caso tudo isso desapareça, grande parte dos raios solares será absorvido pela água e a terra, o que provocará o aumento das temperaturas. Se as geleiras do Canadá diminuírem 20%, segundo o cenário, isso corresponderia a uma elevação média de 3º C.

Mas a alta dos termômetros nas regiões glaciais do norte do Canadá seria muito maior, de até 8º C, segundo as estimativas de Lenaerts, que enfatizou que esse ainda não é o pior dos cenários previstos.

Divulgação/Nasa/Universidade de Washington

magem mostra camada de gelo no Ártico no verão, quando o derretimento na região polar se acentua

Da AFP

 
  Postado às 12h32
 
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  30/03/2013
  Animal vivo em embalagem plástica é vendido como amuleto na China
 

Os chineses continuam a surpreender pelo ‘tratamento’ com animais. Agora a moda no país é colecionar pequenas bolsas de plástico com animais vivos, contendo oxigênio e um líquido com nutrientes, segundo os comerciantes. As peças são vendidas como amuletos da sorte na China, como mostram as imagens da Reuters feitas na capital Pequim. Segundo a reportagem, os nutrientes de cada embalagem são suficientes para manter os pequenos peixes, tartarugas e salamandras vivos por até dois meses. O preço de cada ‘amuleto’ é 10 iuan, cerca de R$ 3,16.

Reuters/Kim Kyung Hoon

Animais vivos são vendidos em embalagens de plástico.

Reuters/Kim Kyung Hoon

O líquido e o oxigênio dentro da embalagem permite que os bichos vivam até 2 meses.

Reuters/Kim Kyung Hoon

Mulher exibe pequenas tartarugas dentro de sacos plásticos, à venda em uma loja de Pequim, na China.

Da Reuters

 
  Postado às 12h25
 
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  30/03/2013
  Fotógrafo clica torres de celular 'vestidas' de árvores na África do Sul
 

Dillon Marsh, um fotógrafo sul-africano registrou 12 imagens na Cidade do Cabo de torres de celular que se ‘transformaram’ em árvores. As fotos fazem parte da série “Invasive Species” (Espécies Invasoras) que apresenta a relação entre estruturas modernas e o meio ambiente.

Segundo a revista “Wired”, o projeto fotográfico durou cerca de seis meses e foi concluído em 2009. A primeira ‘árvore’ a surgir da noite para o dia foi criada de plásticos não tóxicos e instalada em 1996, no subúrbio da Cidade do Cabo.

A solução para evitar a poluição visual da cidade foi criada pela empresa de comunicação móvel Vodacom e após a primeira intervenção passou a se espalhar pela cidade, pelo país e também pelo mundo. Marsh acredita que seu trabalho pode servir para que as pessoas pensem sobre as estranhas variações de design entre uma “árvore telefônica” e outra.

Transformar uma torre de celular em ‘árvore’ pode custar até R$ 300 mil, cerca de quatro vezes o valor de um mastro normal e pode não ser uma alternativa tão convincente, segundo a opinião de Marsh. Mesmo que a intenção seja boa, em muitos casos o resultado parece “desajeitado e pouco convincente”, e acredito que a maiorias das pessoas acaba traída pela curiosidade, e não por um sentimento positivo ou negativo.

Dillon Marsh/Divulgação

Torre de celular 'vira' árvore para reduzir a poluição visual na África do Sul

Dillon Marsh/Divulgação

Torre de celular se camufla em meio a outras árvores na Cidade do Cabo

Dillon Marsh/Divulgação

Com design diferente, torre se destaca atrás de casa na África do Sul

Dillon Marsh/Divulgação

Mais uma 'espécie' tenta se esconder, mas atrai atenção na Cidade do Cabo

Do G1

 
  Postado às 12h18
 
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