São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  30/06/2013
  As melhores fotos da vida selvagem
 

Confira os cliques impressionantes selecionados em concurso de fotografia internacional

Uma incrível briga de tigres, a luta entre hienas e elefantes ou um simpático canguru tomando sol. Qualquer um que admire a natureza adoraria ver de perto momentos assim. Alguns fotógrafos do mundo todo tiveram este privilégio e as imagens agora participam do concurso anual da National Geographic. Os vencedores das quatro categorias, “Fotos de viagens”, “Cenas externas”, “Local perfeito” e “Momentos espontâneos”, serão anunciados em 31 de julho. O primeiro lugar geral ganhará uma viagem às ilhas Galápagos, famosas pela biodiversidade. Enquanto o resultado não é divulgado, o júri já escolheu alguns de seus favoritos. Confira:

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Um grupo de cerca de 12 hienas tentava caçar um filhote recém-nascido de elefante. A foto mostra o momento em que a enorme mãe dá um chute nos felinos. A foto de Jayesh Mehta foi tirada no Parque Nacional Chobe, em Botsuana, e concorre na categoria “Cenas (Foto: Divulgação). Um grupo de cerca de 12 hienas tentava caçar um filhote recém-nascido de elefante. A foto mostra o momento em que a enorme mãe dá um chute nos felinos. A foto de Jayesh Mehta foi tirada no Parque Nacional Chobe, em Botsuana, e concorre na categoria “Cenas.

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Um preguiçoso canguru tomava sol no zoológico de Jacksonville, na Flórida, Estados Unidos, no momento da foto de Graham McGeorge. O clique concorre na categoria “Momentos espontâneos” (Foto: Divulgação) Um preguiçoso canguru tomava sol no zoológico de Jacksonville, na Flórida, Estados Unidos, no momento da foto de Graham McGeorge. O clique concorre na categoria “Momentos espontâneos”.

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O fotógrafo Daniel Sakal passou seis meses viajando pela Ásia e fez esta imagem no Tiger Palace, em Bangcoc, um dos poucos santuários da Tailândia onde os animais não tomam sedativos. Pode parecer que os felinos estão brigando, mas na verdade eles brincav (Foto: Divulgação) O fotógrafo Daniel Sakal passou seis meses viajando pela Ásia e fez esta imagem no Tiger Palace, em Bangcoc, um dos poucos santuários da Tailândia onde os animais não tomam sedativos. Pode parecer que os felinos estão brigando, mas na verdade eles brincav.

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A fotógrafa Suzanne Van Dalsen foi voluntária em um santuário para primatas em Camarões. O simpático chimpanzé chamou sua atenção e agora concorre na categoria “Momentos espontâneos” (Foto: Divulgação) A fotógrafa Suzanne Van Dalsen foi voluntária em um santuário para primatas em Camarões. O simpático chimpanzé chamou sua atenção e agora concorre na categoria “Momentos espontâneos”.

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Uma mosca desavisada pousou na cabeça de uma cobra Colubridae, em Chocó, na Colômbia. A foto concorre na categoria “Momentos espontâneos”. Clique de Robin Moore (Foto: Divulgação) Uma mosca desavisada pousou na cabeça de uma cobra Colubridae, em Chocó, na Colômbia. A foto concorre na categoria “Momentos espontâneos”. Clique de Robin Moore.

Divulgação/Elise-Anne Leguin

Exemplares de machos da espécie de escorpião recém-identificada

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 15h21
 
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  30/06/2013
  Cientistas descobrem nova espécie de escorpião nos Andes
 

'Tityus crassicauda' atinge cinco centímetros de comprimento.
Região onde espécie foi encontrada é rica em biodiversidade.

Pesquisadores descobriram uma nova espécie de escorpião com grande cauda nos Andes equatorianos, na América do Sul. O animal, que atinge cinco centímetros de comprimento, recebeu o nome científico de Tityus crassicauda.

A região onde o escorpião foi encontrado é rica em biodiversidade, segundo o estudo, publicado na edição deste mês da revista científica "Zookeys". A pesquisa foi realizada pelo Museu Nacional de História Natural de Paris, na França.

Divulgação/Elise-Anne Leguin

Exemplares de machos da espécie de escorpião recém-identificada

O animal é castanho, com tons avermelhados e cores mais escuras nas extremidades, como o ferrão. O gênero Tityus abriga uma grande variedade de espécies, e sua família pode incluir desde escorpiões pequenos, com menos de três centímetros, até animais com 12 centímetros de comprimento.

O escorpião recém-descoberto possui um veneno poderoso, assim como ocorre com outras espécies de animais similares.

Divulgação/Eric Ythier

Um escorpião macho da espécie 'Tityus crassicauda'

"Apesar de os escorpiões serem fascinantes, o interesse das pessoas, em geral, é pela reputação destes animais de serem 'matadores de gente'. No entanto, apenas um número limitado de espécies podem causar incidentes sérios", disse o pesquisador Wilson Lourenço, responsável pela pesquisa, à revista "Zookeys".

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 15h15
 
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  30/06/2013
  'Formiga louca' infesta regiões dos EUA e ataca aparelhos eletrônicos
 

Inseto deve ter sido levado do Brasil e da Argentina, dizem cientistas.
Formiga causou prejuízos de US$ 146,5 milhões em um ano no Texas.

Uma espécie de formiga invasora está causando prejuízos em pelo menos quatro estados americanos, apontam jornais e sites de notícias dos EUA. Elas comem de tudo e atacam aparelhos eletrônicos, como celulares, computadores e TVs, afirma o site "ABC News", da rede de televisão americana "ABC".

Pequenos animais também não estão a salvo do inseto, da espécie Nylanderia fulva. Ela é chamada popularmente de "formiga louca", de acordo com o "ABC News".

Gotzek/Brady/Kallal/Wikicommons

Formiga rainha da espécie 'Nylanderia fulva', vista de frente

Só no Texas, as formigas causaram prejuízo de US$ 146,5 milhões em equipamentos eletrônicos em um ano, informa o "ABC News". Elas também foram encontradas na Flórida, no Mississippi e na Louisiana, de acordo com os veículos de imprensa.

Os insetos são minúsculos e provavelmente foram levados aos EUA de forma involuntária por pessoas vindas da Argentina e do Brasil, diz o "ABC News". O tamanho diminuto facilita que milhões de formigas se escondam dentro de um laptop, por exemplo, dizem os jornais.

O nome "formiga louca" foi dado porque a trilha que o animal deixa conforme se alimenta é confusa e errática, dizem os jornais americanos.

Primeiro registro
O primeiro registro da Nylanderia fulva nos EUA foi na cidade de Houston em 2002, afirma o jornal britânico "Daily Mail". O pesquisador Ed LeBrun, da Universidade do Texas, disse ao periódico que as formigas onívoras atacam e matam outras espécies, além de monopolizar fontes de comida, causando problemas ao ecossistema em que estão inseridas.

Divulgação/Joe MacGown/Museu Entomológico de Mississippi

Formiga rainha da espécie 'Nylanderia fulva', vista de lado.

Produtos químicos que matam insetos comuns não funcionam contra as "formigas loucas", diz o "Daily Mail". O jornal aconselha às pessoas que encontrarem os animais em suas casas a chamarem empresas especializadas no controle de pestes para se livrar do bicho.

Ao atacarem um equipamento eletrônico, as formigas são eletrocutadas e emitem um odor no ar que atrai outras da mesma espécie. Numa série de "ataques", em que tentam "devorar" fios e componentes, as formigas mortas vão se amontoando no aparelho e eventualmente causam um curto-circuito, diz o "ABC News".

Pesquisadores afirmam que as formigas não conseguem sobreviver em ambientes muito secos ou frios. Estes insetos não possuem picadas dolorosas, mas causam prejuízos e invadem carros, casas, aparelhos eletrônicos e outros locais com facilidade, dizem os cientistas.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 15h10
 
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  30/06/2013
  Golfo do México pode ter área tóxica do tamanho de Sergipe, diz NOAA
 

Zonas são geradas pela contaminação da água por nutrientes agrícolas.
Segundo a NOAA, fenômeno pode impactar negativamente a economia.

A zona morta do Golfo do México pode alcançar este ano uma extensão recorde de águas sem oxigênio devido à contaminação, advertiram cientistas nesta semana, com base em dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês).

As zonas mortas, tóxicas para a vida marinha, são geradas pela contaminação excessiva da água com o transporte de nutrientes usados na agricultura. Estas áreas também são influenciadas pelo clima, as chuvas, os ventos e a temperatura. Quando há pouco oxigênio na água, a maior parte da vida marinha que permanece perto do fundo do mar não consegue sobreviver.

Divulgação/NOAA

Na imagem, a área em vermelho representa a previsão de "zona morta" no Golfo do México. Ausência de oxigênio reduz a biodiversidade na região

De acordo com o órgão americano, a zona morta do Golfo do México pode alcançar 22.171 km², área pouco maior que o tamanho do estado do Sergipe, no nordeste brasileiro.

"A previsão deste ano para o Golfo reflete que as inundações no meio-oeste provocaram o transporte de grandes quantidades de nutrientes da bacia do Rio Misisippi até a região", informou a NOAA em um comunicado. "No ano passado, a zona morta do Golfo do México foi a quarta menor nos registros devido à seca, cobrindo uma área de 7.482,5 km²", acrescenta.

Impacto para a pesca
Os resultados finais só serão conhecidos em agosto. Se a região for varrida por uma grande tempestade tropical, entre o começo de julho e o começo de agosto, a estimativa cairá para 13.841 km².

Nos últimos cinco anos, a zona morta do Golfo ocupou, em média, 14.504 km². A NOAA informou que a zona morta do Golfo do México afeta a pesca "comercial e recreativa, importante em nível nacional, e põe em risco a economia da região".

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 15h06
 
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  30/06/2013
  Cientistas batizam nova espécie de mariposa em homenagem ao Sol
 

'Stenoloba solaris' tem manchas alaranjadas circulares nas asas.
Animal foi descoberto em região montanhosa na China.

Pesquisadores descobriram uma nova espécie de mariposa na China com padrões de manchas peculiares nas asas. Pela beleza de pequenas manchas alaranjadas que, para os cientistas, lembram o Sol nascente, eles batizaram o inseto de Stenoloba solaris.

A descrição do animal foi publicada na revista científica online "Zookeys", na última semana. A espécie pertence à família Noctuidae, que reúne mariposas com o corpo considerado robusto, segundo a pesquisa.

Divulgação/'Zookeys'

Exemplar macho da mariposa 'Stenoloba solaris'.

A família é uma das mais numerosas entre as mariposas, aponta o estudo. São cerca de 35 mil espécies conhecidas; a estimativa dos pesquisadores é que outras 65 mil espécies não tenham sido descobertas, o que totaliza aproximadamente 100 mil espécies das Noctuidae, no total.

"Durante uma expedição no verão para a região de Yunnan [na China], coletamos um espécime desconhecido do gênero Stenoloba", disse o pesquisador Oleg Pekarsky, um dos responsáeis pela descoberta, ao site da "Zookeys".

"Apenas um macho foi capturado na província de Yunnan, em uma região de montanhas remotas. O animal foi encontrado no vale de um rio próximo à área das montanhas", completou Pekarsky.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 15h01
 
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  30/06/2013
  Cientistas encontram nova ave que vive em área urbanizada do Camboja
 

Pássaro foi descrito por pesquisadores na publicação 'Forktail'.
Apesar de ter sido encontrado há pouco tempo, pássaro já corre riscos.

Cientistas de organizações internacionais anunciaram nesta semana a descoberta de uma nova espécie de pássaro que vive na região do Camboja.

O fato chama a atenção porque espécimes desta ave não vivem em áreas de florestas, mas sim na capital do país, Phnom Penh, que é urbanizada.

Ashish John/Wildlife Conservation Society/AP

A nova espécie de ave encontrada por cientistas na capital do Camboja.

A espécie Orthotomus Chaktomuk foi descrita em uma edição especial da revista científica “Forktail”.

O animal tem a cor cinza, plumagem vermelha na cabeça e preta na região da garganta.
Apesar da espécie ter sido achada apenas agora, os cientistas estão preocupados com a redução de seu habitat. De acordo com a pesquisa, a ave pode já ser considerada ameaçada de extinção.

“A Ásia possui uma concentração espetacular de aves, mas também sofre ameaças diversas, que vão desde o desenvolvimento do continente em larga escala às atividades ilegais de caça. Mais pesquisas são necessárias para entender melhor a distribuição e ecologia desta espécie”, disse a organização Wildlife Conservation Society, uma das responsáveis pelo achado, em um comunicado divulgado à imprensa.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 14h55
 
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  30/06/2013
  Filhote alaranjado de macaco raro é apresentado em zoo da Austrália
 

Bebê da espécie macaco-folha-de-françois nasceu no dia 3 de março.
Fêmea Nuoc vive com a mãe, Saigon, e precisou de cuidados especiais.

Um filhote de primata de uma espécie rara chamada macaco-folha-de-françois ou langur-de-françois (Trachypithecus francoisi) é visto no Zoológico de Taronga, em Sydney, na Austrália.

Mandy Everett/Taronga Zoo/AFP

Bebê de cor laranja Nuoc com a mãe, Saigon. Adultos têm pelo escuro

A fêmea de cor laranja Nuoc (que significa "àgua" em vietnamita) nasceu em 3 de março, no próprio local. Nos 12 dias após o parto, ela precisou de cuidados especiais, pois sua mãe, Saigon, não produziu leite suficiente. O bebê conseguiu sobreviver graças à atenção que recebeu nessas primeiras semanas de vida.

Mandy Everett/Taronga Zoo/AFP
Espécie rara de macaco é nativa da China e do Vietnã

A espécie é nativa da região que vai do sudoeste da China ao nordeste do Vietnã. Os filhotes nascem alaranjados e vão mudando de pelagem, até ficarem escuros quando adultos.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 14h48
 
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  30/06/2013
  Filhote órfão de rinoceronte recebe nova 'casa' em parque na Índia
 

Animal foi abrigado em espaço adaptado para ele em reserva ambiental.
Mãe do bebê rinoceronte foi morta há dois meses por caçadores, diz WWF.

Dois meses após ser resgatado, um filhote órfão de rinoceronte foi recebido em uma nova "casa" construída especialmente para ele: um espaço de cativeiro no Parque Nacional de Manas, na Índia, adaptado para recebê-lo. As informações são da organização ambiental WWF, uma das responsáveis pelo resgate do animal.

Divulgação/Deba Dutta/WWF Índia

O filhote de rinoceronte resgatado em sua nova 'casa'.

A mãe do rinoceronte foi morta por caçadores que estavam em busca de seu chifre. O filhote tinha apenas algumas semanas de vida quando foi resgatado, diz a WWF. Em nota, a organização afirma que não tinha certeza, na época, se o bebê sobreviveria.

Graças aos esforços de uma equipe de reabilitação, o rinoceronte órfão tem se recuperado bem e está se alimentando oito vezes ao dia, sob a supervisão de uma equipe de veterinários, afirma a organização. O plano do Departamento de Florestas de Assam, órgão governamental responsável pelo parque, é abrigar outro rinoceronte órfão no cativeiro em que está hoje o filhote resgatado.

Divulgação/Bipul Nath/WWF Índia

Rinoceronte órfão dentro de água em seu abrigo, no Parque Nacional de Manas.

A expectativa dos tratadores é que algum dia o animal resgatado possa ser reintroduzido na natureza. Há apenas 3,2 mil deles espalhados pelo estado de Assam, na Índia, segundo a WWF.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 14h36
 
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  30/06/2013
  Satélite da Nasa consegue captar vegetação existente em todo o planeta
 

Imagem feita ao longo de um ano mostra diferenças existentes na Terra.
O verde representa área de vegetação presente no planeta.

A agência espacial americana (Nasa) divulgou esta semana uma imagem feita pelo satélite Suomi NPP que descreve a vegetação existente atualmente no mundo. As imagens representam o período de abril de 2012 a abril de 2013.

Divulgação/Nasa

Imagem feita por equipamento operado pela Nasa/Noaa mostra toda a vegetação que cobria a Terra entre abril de 2012 e abril de 2013.

O equipamento é operado graças a uma parceria da Nasa com o órgão americano responsável pelos mares e pela atmosfera, o NOAA.

As imagens mostram a diferença entre as áreas verdes e áridas da Terra e são captadas com um equipamento que detecta alterações a partir da luz visível e do infravermelho refletido na vegetação. Com isso, é possível verificar por imagens de satélite o crescimento de plantas, a cobertura vegetal e a produção de biomassa.

Divulgação/Nasa

Área de vegetação existente no Brasil entre abril de 2012 e abril de 2013.

Tais dados são incorporados aos índices de monitoramento ambiental, modelos numéricos de previsão do tempo e monitoramento da seca nos Estados Unidos.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 14h30
 
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  30/06/2013
  Alasca é visto quase sem nuvens em imagem de satélite da Nasa
 

Registro feito esta semana mostra 'tapete' de água, gelo, terra e florestas.
Montanhas cobertas de neve aparecem na parte sul do estado americano.

A agência espacial americana (Nasa) divulgou uma imagem feita na segunda (17) que mostra uma rara visão do Alasca, quase sem nuvens. O registro foi feito pelo satélite Modis, do Earth Observatory da Nasa. A ausência de nuvens mostra um 'tapete' de água, gelo, terra e florestas. Montanhas cobertas de neve, como a Cordilheira do Alasca e as Montanhas Chugach, são visíveis no sul do estado americano, enquanto o arco de montanhas que compõem a Cordilheira de Brooks domina a parte norte.

Jeff Schmaltz/Nasa/AFP

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 14h24
 
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  30/06/2013
  Duas novas espécies de aranhas minúsculas são descobertas na China
 

Animais têm tamanho aproximado de um grão de areia.
Elas foram descobertas graças às suas pequenas teias, dizem cientistas.

Cientistas descobriram duas novas espécies de aranhas muito pequenas, com tamanho aproximado de um grão de areia, debaixo de folhas em uma região de floresta na China.

Os animais, das espécies Trogloneta yuensis e Mysmena wawuensis, foram descritos no periódico científico "Zookeys" no final de maio.

Divulgação/ZooKeys

Fêmea da espécie de aranha 'Mysmena wawuensis'

A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade de Sichuan e da Academia Chinesa de Ciências em Pequim, ambas as instituições localizadas na China.

Entre as características das aranhas destaca-se o abdômen arredondado e grande em comparação com o cefalotórax (junção do tórax e cabeça), principalmente nas fêmeas, de acordo com os cientistas.

Divulgação/ZooKeys

Estruturas de um macho da espécie de aranha 'Trogloneta yuensis'

A espécie Mysmena wawuensis tem o corpo escuro, com pequenas pintas amarelas e patas douradas. O corpo do macho é menor que o da fêmea - ele mede, em média, 0,6 milímetros.
Já a outra espécie, Trogloneta yuensis, possui um padrão de cor que é quase o inverso: seu corpo é amarelado, com um grande abdômen, coberto com manchas e pintas pretas.

Os animais foram descobertos graças à suas pequenas teias, de acordo com os pesquisadores.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às Postado às 14h20
 
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  30/06/2013
  Plástico no mar vira 'habitat' para vários tipos de bactérias, diz estudo
 

Micro-organismos estão usando lixo como tipo de 'recife', dizem cientistas.
Pesquisadores encontram pelo menos mil tipos diferentes de bactérias.

Cientistas descobriram uma vasta gama de bactérias e outros micro-organismos se proliferando em pedaços de plástico que poluem os oceanos em vários lugares do mundo, aponta um estudo publicado na revista científica "Environmental Science & Technology" nesta semana.

Comunidades microbióticas estão crescendo no plástico e no lixo espalhados nos mares, que têm se tornado um novo habitat ecológico para bactérias, afirmam os cientistas. Eles batizaram os locais onde há acúmulo de plástico de "platisfera".

Usando técnicas de sequenciamento genético e microscópios eletrônicos, os cientistas encontraram ao menos mil tipos diferentes de bactérias em amostras de plástico, além de muitas espécies de organismos unicelulares e pluricelulares ainda não identificados.

Divulgação/Erik Zettler/Associação de Educação Marinha

Bactérias e micro-organismos sobre resto de plástico do oceano

Há algas e bactérias que produzem o próprio alimento; animais microscópicos que se alimentam delas; pequenos predadores e inclusive organismos que produzem relações de simbiose entre si.

Os pesquisadores do Instituto Oceanográfico de Woods Hole, um dos maiores centros de pesquisa independente na área, nos EUA, afirmam estar preocupados com a função e atividade bioquímica que esses micro-organismos estão realizando nos oceanos.

"Queremos saber como eles estão agindo e alterando o ecossistema marinho. Como estão alterando outros micróbios, como afetam organismos maiores?", questionou Linda Amaral Zettler, uma das responsáveis pela pesquisa, ao site da instituição.

"Os organismos habitando os pedaços de plástico são diferentes dos que estão no oceano, indicando que os restos de plástico estão funcionando como 'recifes de micróbios', afirmou a pesquisadora Tracy Mincer, também ao site da universidade.

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 14h17
 
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  30/06/2013
  Câmera de rodovia flagra ave ameaçada de extinção em Jundiaí, SP
 

Tucano-toco ficou parado por quase 10 minutos na frente da câmera.
Imagens foram divulgadas pela concessionária.

As câmeras do centro de controle operacional da concessionária que administra o sistema Bandeirantes-Anhanguera, em Jundiaí (SP), flagraram uma ave que está ameaçada de extinção, o tucano-toco.

Reprodução/TV TEM

Tucano ficou parado por quase 10 minutos, só observando o tráfego, em frente a lente da câmera.

De acordo com a concessionária, o pássaro ficou parado por quase 10 minutos, só observando o tráfego da rodovia, bem perto da lente da câmera. A imagem foi registrada na rodovia Anhanguera, em Jundiaí (SP).

Fonte: Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 14h12
 
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