São Paulo, SP Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  05/02/2014
  Zoológico de Sorocaba expõe casal de filhotes de suricatas
 

Bichinhos nasceram em dezembro e estão em exposição no zoo.
Espécie inspirou a criação do personagem 'Timão', do filme 'O Rei Leão'.

Exatamente um ano após três exemplares de suricatas terem deixado o Zoológico de Joanesburgo, na África do Sul, para encontrar abrigo no Parque Zoológico Municipal "Quinzinho de Barros", em Sorocaba (SP), os amantes dos animais têm outro feito a comemorar. Nascidos no dia 12 de dezembro de 2013, mais dois filhotes - um macho e uma fêmea da espécie - foram colocados em exposição no parque, a partir desta sexta-feira (31). Os bichinhos precisaram ganhar peso e passar por avaliações médicas antes de chegar ao outro lado do vidro.

Divulgação/Prefeitura de Sorocaba

Os dois filhotes nasceram recentemente e estão em exposição

A ideia é ficar com os dois novos habitantes até que se tornem adultos e, em seguida, realizar uma permuta com outras instituições. Os suricatas - também chamados de suricatos ou suricates - ficaram conhecidos mundialmente após o sucesso de Timão, personagem do filme "O Rei Leão", da Walt Disney. Junto de seu amigo javali Pumba, Timão marcou os fãs com o lema "Hakuna Matatata".

O rápido nascimento dos filhotes, acredita o chefe da Seção de Biologia e Veterinária da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Rodrigo Teixeira, comprova a vocação do zoológico para a reprodução de animais selvagens. "Em apenas um ano, o nosso casal de suricatas já conseguiu se reproduzir. Isso é sinal de que eles estão bem adaptados ao cativeiro e de que estamos numa linha de manejo correta", explica.

Divulgação/Prefeitura de Sorocaba

Um ano atrás, três suricatas trocaram Joanesburgo por Sorocaba

Os três primeiros bichinhos, um macho e duas fêmeas, têm feito a alegria dos visitantes: desde crianças até adultos. Os suricatas são vistos como animais espertos, rápidos e observadores, assim como o personagem do desenho animado.

Para conhecer os suricatas basta visitar o Parque Zoológico Municipal "Quinzinho de Barros" entre terça-feira e domingo, das 9h às 17h. A instituição fica na rua Teodoro Kaisel, 883, na Vila Hortência.

Originários do Deserto do Kalahari, que abrange os países Botswana, Namíbia e África do Sul, no continente africano, os suricatas (Suricata suricatta) são animais relativamente pequenos, podendo atingir 26 cm de comprimento e um quilo. Carnívoros e pertencentes à família Herpestidae, os mamíferos vivem cerca de 12 anos e são capazes de permanecer em pé, utilizando a cauda como terceiro apoio para expandir o campo de visão, durante a vigia.

Divulgação/Prefeitura de Sorocaba

Bichinhos precisaram ganhar peso e passar por avaliações médicas

Os suricatas vivem em famílias de até 40 indíviduos e, segundo alguns estudos recentes, alteram a vocalização para alertar seus companheiros sobre o tipo de predador que se aproxima. Os bichinhos são regidos por uma hierarquia, além de um complexo sistema de comunicação.

Utilizam como esconderijo tocas sob o solo, onde formam verdadeiros labirintos subterrâneos. Seu habitat é seco, árido e pode variar do arenoso ao pedregoso. Os animais, explica a bióloga Cecília Pessuti, se alimentam de pequenos vertebrados, ovos e insetos, mas seus itens preferidos são aranhas e escorpiões.

Do G1

 
  Postado às 16h36
 
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  05/02/2014
  Decodificação do DNA de gafanhoto abre novas vias para combate à praga
 

Capaz de comer equivalente ao seu próprio peso, gafanhoto é praga antiga.
DNA pode servir como projeto de novas estratégias para combater inseto.

Cientistas chineses afirmaram nesta terça-feira (14) ter decodificado o genoma do gafanhoto-migratório, expondo "centenas" de genes que podem ser alvo de inseticidas.

O código genético do Locusta migratoria é notavelmente grande - com 6,5 gigabytes, é o maior genoma de um animal decodificado até agora -, indicaram os pesquisadores na revista "Nature Communications".

Segundo eles, grandes aglomerados de genes do inseto estão associados com o voo de longa distância, o consumo de plantas e a metabolização de comida.

Mas também há muitas seções repetidas e móveis de DNA, chamadas elementos transponíveis, que nunca foram eliminados pela evolução e permanecem no genoma, explicaram os cientistas.

Uma praga antiga capaz de comer o equivalente ao seu próprio peso corporal, o gafanhoto-migratório é capaz de causar fome e acabar com o sustento nos locais por onde passa.

Em um dos maiores eventos já documentados, em 1988, bilhões de gafanhotos ocuparam uma área de 29 milhões de quilômetros quadrados de terra em 60 países, chegando a cruzar o Atlântico, da África ao Caribe.

Pick-upau/Divulgação

 

O código genético é um esboço, mas depois de refinado, pode servir como um projeto para os cientistas que buscam por novas formas de atacar este inseto voraz.

Segundo a pesquisa, chefiada pelo Instituto Le Kang de Zoologia da Academia Chinesa de Ciências de Pequim, ele levanta "centenas de genes alvos em potencial de inseticidas".

Descobrir uma forma inteligente e ambientalmente correta de matar a peste é o grande objetivo do trabalho, afirmaram os autores.Trabalhos anteriores feitos sobre os gafanhotos-migratórios descobriram um mecanismo bioquímico que leva as criaturas a se aglomerar.

Os gafanhotos-migratórios costumam ser solitários, mas são estimulados a se reunir em exames e procurar por comida coletivamente amontoando-se, o que libera serotonina, elemento químico responsável pela sensação de prazer.

Quando estão em enxame, os gafanhotos mudam de cor, de verde para amarelo brilhante, e ganham músculos maiores que os capacitam a fazer voos de longa distância.

Do G1/AFP

 
  Postado às 16h30
 
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  05/02/2014
  No AM, filhotes órfãos ganham cuidados de 'mães de pelúcia'
 

Campanha do Ibama e Ipaam quer arrecadar bichos de pelúcia.
Tratamento utiliza objetos como 'mães postiças'.
Andrezza Lifisitch*

Animais resgatados no Amazonas estão recebendo cuidados de "mães postiças". Por meio da iniciativa de um veterinário, filhotes de macacos, preguiças, tamanduás, entre outros resgatados em Manaus são tratados com a adoção de bichinhos de pelúcia. A campanha do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebe doações de voluntários na capital.

Diogo Lagroteria/ Ibama

Bichos de pelúcia são utilizados durante tratamento.

A ação "Doe um Bichinho de Pelúcia a um Bichinho de Verdade" é realizada pelo Centro de Triagens de Animais do Ibama, em parceria com a Gerência de Fauna (GFAU) do Ipaam. Todos os anos, o Cetas recebe dezenas de animais órfãos, que precisam de cuidado intensivo.Os filhotes passam por essa fase da vida agarrados e pendurados a seus pais, por quem são carregados.

De acordo com o Ipaam, o veterinário Diogo Lagroria lançou a campanha porque encontrou nos bichos de pelúcia a figura materna que representa a proteção e conforto que os filhotes necessitam.

A bióloga Natalia de Souza Lima que atua no Cetas explicou que os animais resgatados recebem cuidados no centro de triagens e que as equipes trabalham para deixar os animais mais próximos do habitat real.

Diogo Lagroteria/ Ibama

Campanha quer incentivar a doação de bichos de pelúcia a animais de verdade.

Segundo Natalia, a campanha também pretende chamar a atenção da sociedade para a caça ilegal das espécies. "É importante destacar que a campanha não quer despertar nas pessoas o desejo de se ter um filhote em casa. Queremos, além de coletar o material para o manejo dos filhotes, despertar o que está levando ao recebimento desses animais. Desejamos despertar o que está por trás disso, destacando a questão da captura para fins de criação, contrabando, maus-tratos e, a partir disso, criar um debate sobre esse tema", ressaltou a bióloga.

A campanha solidária busca arrecadar animais de pelúcia para auxiliar no tratamento e cuidados dos filhotes. Podem ser doados bichinhos de pelúcia, toalhas de rosto ou banho, lençóis, cobertores ou travesseiros. Os materiais podem ser deixados no Cetas do Ibama, situado na Rua Ministro João Gonçalves de Souza, s/nº - Km 01- Br 319, Distrito Industrial de Manaus. Outra opção para doação é procurar um dos tratadores ou servidores, do núcleo de fauna do Ipaam, localizado na Rua Mário Ypiranga Monteiro, 3280, Parque 10 de Novembro.

Do G1

 
  Postado às 16h22
 
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  05/02/2014
  Identificada nos EUA espécie de formiga 'ninja' escravagista
 

Espécie usa camuflagem química para atacar outros formigueiros.
Vítimas não percebem infiltração e deixam suas pares serem levadas.

Uma nova espécie de formiga, que captura algumas de suas primas para transformá-las em escravas, usando técnicas de infiltração dignas de ninjas, foi identificada recentemente no leste dos Estados Unidos por biólogos alemães.

Esta espécie, do gênero Temnothorax, que reúne centenas de espécies de formigas pequenas que vivem em árvores ou no solo das florestas, foi denominada de pilagens, do latim pillarde, devido às investidas que lança nos formigueiros de outras espécies para buscar escravas.

Mas, ao contrário das célebres formigas escravagistas da Amazônia que conseguem mobilizar até 3.000 soldados em suas incursões em campo, a Temnothorax pilagens privilegia a furtividade e uma grande economia de meios.

Ela visa unicamente duas outras espécies de formigas próximas da sua que fazem domicílio em nozes ou em frutos ocos do carvalho, que erguem verdadeiras fortificações: muros grossos e entrada única com um milímetro de diâmetro, fácil de defender.

O alvo é muito cobiçado pela 'formiga saqueadora', uma vez que o porte pequeno (2,5 mm, em média) limita seu raio de ação a alguns metros quadrados de solo da floresta. A pequena escravagista prefere a furtividade e a infiltração a um ataque maciço ou um cerco prolongado, que consomem muito tempo e recursos.

Uma tropa se compõe, geralmente, de quatro escravagistas, dentre as quais uma exploradora, encarregada de encontrar o alvo. Graças a seu tamanho pequeno, as saqueadoras entram facilmente pela porta da colônia inimiga e empregam uma camuflagem química para passar despercebidas.

Miriam Papenhagen/Divulgação

Imagem mostra formiga caçadora de escravas (abaixo) frente a frente com uma escrava.

Geralmente, depois que um formigueiro é atacado por inimigos, a invasão se segue a um combate intenso e mortal. Mas, curiosamente, os biólogos da Universidade de Mayence e do Museu de História Natural Senckenberg de Görlitz não observaram nada parecido nas investidas das formigas saqueadoras.

Não só suas vítimas não se defendiam, como elas lhes permitiam levar livremente as larvas e até indivíduos adultos, que as saqueadoras, em seguida, fazem trabalhar a seu serviço.

As formigas escravagistas simplesmente liberam substâncias químicas específicas que impedem que suas vítimas as reconheçam como inimigas, revelou o estudo, publicado na revista online "ZooKeys".

Apesar de sua camuflagem química, às vezes acontece de as invasoras serem desmascaradas. Mas nestes casos, elas não são pegas de surpresa. Como "ninjas", elas também sabem realizar ataques precisos: com seu ferrão, elas atingem o ponto do pescoço de suas adversárias onde a carapaça é mole.

A picada provoca paralisia imediata e morte rápida, que se traduz em uma taxa de mortalidade compreendida entre 5% e 100% das colônias atacadas, com perdas quase nulas entre as saqueadoras, asseguram os cientistas.

Do G1/AFP

 
  Postado às 16h15
 
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  05/02/2014
  Gato-mourisco é recolhido em propriedade rural em Colatina, ES
 

Morador relatou que o animal estava comendo suas galinhas.
Polícia Ambiental disse que o gato-mourisco está em risco de extinção.

Um gato-mourisco foi recolhido em uma propriedade rural no distrito de Reta Grande, município de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, nesta quarta-feira (29). De acordo com a Polícia Militar Ambiental, o animal está em risco de extinção. Os policiais ambientais foram acionados por um morador que relatou ter capturado um animal que estava comendo suas galinhas por algum tempo.

Divulgação/ Polícia Militar Ambiental

Polícia Ambiental do Espírito Santo disse que o gato-mourisco está em risco de extinção.

 
Gato-mourisco é recolhido em propriedade rural em Colatina, Espírito Santo.

Segundo a soldado e bióloga Daltoé, o animal é muito raro na atualidade, pois, apesar de ocorrer na maior parte do Continente Americano está em risco de extinção devido à pressão sobre seu habitat. O gato-mourisco, também é conhecido como jaguarundi ou gato-lontra, vive em florestas, se alimenta de pequenos mamíferos e aves que vivem no solo. Tem hábitos diurnos, ao contrário da maioria dos felinos, e vive solitário.

O animal está saudável e será encaminhado para o Centro de Reintrodução de Animais Selvagens (Cereias) localizado em Barra do Riacho, município de Aracruz para uma avaliação mais detalhada e posterior soltura em seu habita natural.

Do G1

 
  Postado às 16h10
 
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