São Paulo, SP Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  19/03/2014
  Satélite faz imagem que destaca gelo na superfície dos Grandes Lagos
 

Neste mês, 84,42% da superfície dos Grandes Lagos estava congelada.
Trata-se do maior congelamento nos últimos 20 anos.

Uma foto tirada a partir do satélite Aqua, da Nasa, mostrou os Grandes Lagos, da América do Norte, no momento em que registravam um dos maiores congelamentos das últimas quatro décadas.

Feita pelo instrumento Modis (Espectroradiômetro de Resolução de Imagem Moderada) no dia 19 de fevereiro, a imagem utilizou uma combinação de ondas para produzir uma coloração que ajuda a distinguir gelo, água, neve e nuvens.

Nasa

Foto tirada em satélite mostra, com colorações artificiais, a superfície congelada dos Grandes Lagos.

Na imagem acima, as regiões mais escuras, quase pretas, são aquelas em que a água está em estado líquido. O azul claro representa as áreas cobertas de gelo. Quanto mais fina a camada de gelo, mais escuro é o azul e, quanto mais grossa, mais claro. As áreas esverdeadas são as que estão cobertas por neve. Já as manchas esbranquiçadas representam as nuvens.

Entre 12 e 13 de fevereiro, 88,42% da superfície dos Grandes Lagos estava congelada, maior congelamento desde 1994, de acordo com o Laboratório de Pesquisas Ambientais sobre os Grandes Lagos (GLERL, na sigla em inglês) do Centro Nacional de Informações Climáticas, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

Nas últimas quatro décadas, só houve quatro situações em que mais de 80% da superfície dos Grandes Lagos ficaram cobertas de gelo. A média de cobertura de gelo, desde 1973, é de apenas 50%.

De acordo com a Nasa, ventos gelados na superfície da água removem calor das áreas mais superficiais do lago. Quando a temperatura na superfície cai muito, uma camada de gelo fina começa a se formar. Depois, a manuntenção de baixas temperaturas é responsável pela formação de camadas cada vez mais grossas de gelo.

Nasa

Foto de satélite mostra região dos Grandes Lagos sem neve e sem efeitos especiais de coloração

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 19h30
 
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  24/03/2014
  Em alagamentos, formigas se unem para formar 'balsa' e proteger rainha
 

Estudo mostra que filhotes formam base da estrutura.
Estratégia salva integridade da colônia em casos de chuva.

Em situações de alagamento, as formigas procedem a uma ação orquestrada que protege a maior parte da colônia. Elas se juntam, enroscando patas com patas, ou patas com mandíbulas, formando uma pequena "balsa".

As larvas e as pupas sempre ficam embaixo, formando a base da embarcação. As operárias se distribuem ao longo da estrutura. Já a rainha ocupa o centro, exatamente no ponto mais protegido. A lógica dessa estrutura coletiva foi desvendada por pesquisadores da Universidade de Lausanne e da Universidade de Neuchâtel, ambas na Suíça. A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira (19) no periódico científico "PLoS ONE".

À primeira vista, pode parecer que as larvas e pupas que formam a base da balsa são sacrificadas em benefício da comunidade. Porém, investigações mais aprofundadas mostraram que esses filhotes, na verdade, tem grandes chances de sobrevivência, pois conseguem boiar com mais facilidade do que os outros membros da colônia.

Jessica Purcell/Divulgação

Formigas formam uma balsa para proteger colônia de alagamento

Os pesquisadores observaram que, na presença da água, as operárias começam a coletar larvas e pupas. Segurando-as com as mandíbulas, os filhotes servem de base para a estrutura. Outras operárias se empilham sobre o grupo e, quando o nível da água se eleva, as rainhas se movem para ocupar o centro da pilha. Quando a estrutura toda começa a flutuar, ela geralmente é formada por três a quatro camadas de operárias. O estudo foi feito em laboratório com a espécie Formica selysi.

A pesquisadora Jessica Purcell, da Universidade de Lausanne, explicou que se esperava que os indivíduos que formavam a base da balsa fossem os que mais sofressem mais com a estratégia. "Ficamos surpresos de ver que as formigas sistematicamente colocam os membros mais jovens da colônia nessas posições", diz Jessica. "Mas experimentos adicionais revelaram que os filhotes são os membros que têm a maior capacidade de boiar da sociedade, e que a estratégia não diminui sua sobrevivência; portanto, a configuração beneficia o grupo a um custo mínimo", diz.

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 18h30
 
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  28/03/2014
  Cientistas descobrem que crocodilos têm habilidade de escalar árvores
 

Répteis sobem até 5 metros para controlar temperatura corporal e caçar.
Pesquisa foi feita com exemplares da África, América do Norte e Austrália.

Pesquisadores da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, descobriram que determinadas espécies de crocodilos têm a habilidade de escalar árvores, conseguindo alcançar alturas de até 5 metros.

A análise feita com répteis da Austrália, da África e da América do Norte foi publicada recentemente na revista científica "Herpetology Notes". A investigação foi conduzida pelo professor Vladimir Dinets, do departamento de psicologia da universidade americana.

Ele seus colegas observaram o hábito dos crocodilos nos três continentes e constataram que quatro espécies subiam em árvores que geralmente tinham galhos próximos da água.

Além disso, répteis menores são capazes de alcançar galhos mais altos que aqueles que têm o corpo maior.

Os pesquisadores sugerem que a escalada é feita com o objetivo de regular a temperatura corporal fora da água e vigiar possíveis ameaças, além de encontrar presas.

Kristine Gingras/Universidade do Tennessee

Exemplar de aligátor, espécie de 'jacaré americano', évisto em uma árvore perto de rio no Mississipi

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 16h22
 
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