São Paulo, SP Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  14/04/2014
  Filhotes de urso são resgatados de cativeiro ilegal em Kosovo
 

No país, manter animais selvagens em casa é crime.
Ursos-pardos têm apenas um mês de idade e foram levados a santuário.

Três filhotes de urso-pardo que estavam sendo mantidos em cativeiro de forma ilegal foram resgatados por ativistas em Kosovo na semana passada.

Os ursos de apenas um mês de idade - que receberam os nomes de Ema, Oska e Ron - foram encontrados em duas casas separadas na cidade de Peja. Acredita-se que sejam irmãos.

AP Photo/Four Paws

Filhotes de urso-pardo Ema, Ron e Oska, de um mês de idade, no Santuário para Ursos em Kosovo.

Os ativistas dizem que não sabem o que aconteceu com a mãe. As autoridades foram avisadas por cidadãos que viram fotos dos filhotes publicadas no Facebook. Até agora, não houve nenhuma prisão.

"Os filhotes estavam estressados quando chegaram, mas estão se recuperando bem", diz Afrim Mehmeti, gerente de um santuário para ursos vinculado ao grupo filantrópico internacional Four Paws.

AP Photo/Four Paws

Foto tirada em 10 de março mostra filhotes de urso-pardo Ema, Ron e Oska, de um mês de idade, no Santuário para Ursos em Kosovo.

Manter animais selvagens em casa é proibido em Kosovo e as autoridades são especialmente rígidas quanto aos ursos-pardos, que são espécies em perigo de extinção no país.

Da AP/G1

 
  Postado às 20h44
 
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  14/04/2014
  Mostra resgata crença de 'curar' reumatismo dentro de baleia
 

Exposição na Austrália conta prática do final do século 19, quando reumáticos passavam horas dentro do animal e diziam sair livres de sofrimento.

Uma exposição no Museu Nacional Marítimo da Austrália ilustra uma curiosa crença do final do século 19: de que entrar na carcaça em decomposição de uma baleia trazia alívio para aqueles que sofriam de reumatismo.

Segundo reportagem do diário "Sydney Morning Herald", acreditava-se que ficar dentro de uma baleia por cerca de 30 horas aliviava dores e sofrimentos por até 12 meses. Acredita-se que a prática nasceu na cidade de Eden, no sul da Austrália.

'Nova cura'
Um paciente reumático era colocado dentro da carcaça de uma baleia recém-abatida, "deixando apenas sua cabeça para fora", relata o jornal "Sydney Morning Herald".

Uma possível origem da prática, que data do final do século 19, é de que um homem bêbado teria entrado na carcaça de uma baleia e surgido horas depois aparentemente livre de seu reumatismo.

O incidente foi reportado pelo "Pall Mall Gazette", em matéria intitulada "uma nova cura para o reumatismo", em 7 de Março 1896.

A matéria falava que "um cavalheiro de hábitos festivos, mas gravemente afetado por reumatismo" estava andando na praia com amigos quando avistou a baleia, que já estava aberta e que "pareceu um atraente pedaço de carne".

Seus amigos, horrorizados com o calor e o cheiro, o deixaram lá dentro por várias horas, até que ele surgiu sóbrio e livre de seu reumatismo. O jornal diz que o incidente, que ocorreu alguns anos antes, deu à luz a prática bizarra.

"Os baleeiros cavavam uma espécie de túmulo estreito no corpo do animal onde o paciente ficava por duas horas, e, como em um banho turco, a gordura de baleia em decomposição cobria seu corpo, agindo como um enorme cataplasma", afirma.

A curadora da exposição, Michelle Linder, disse ao "Sydney Morning Herald" que é improvável que a prática tenha sido "algo muito popular".

"Eu não sei se não havia evidência científica (para apoiar a prática), mas houve boatos na época de que eles se sentiam melhor depois de passar um tempo dentro da baleia", acrescenta. Reumatismo é uma doença que provoca dor e inchaço nas articulações, que costuma afetar as mãos, pés e pulsos.

National Library of Australia/BBC

A foto mostra um homem que sofria de reumatismo dentro da carcaça de uma baleia em Eden, sul da Austrália.

Da BBC/G1

 
  Postado às 20h40
 
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  14/04/2014
  Bebê gorila chega aos braços da mãe após cirurgia no pulmão, nos EUA
 

Animal, que é fêmea, nasceu de cesariana no zoológico de San Diego.
Filhote precisou ser tratado por duas semanas por causa de pneumonia.

Tammy Spratt/San Diego Zoo Safari Park/AP

A gorila mãe brincou com seu filhote pela primeira vez.

Um filhote fêmea de gorila chegou aos braços de sua mãe pela primeira vez no zoológico de San Diego, nos Estados Unidos, duas semanas depois de nascer. O bebê gorila passou por um tratamento contra pneumonia e uma cirurgia no pulmão depois de nascer de um parto cesariana e por isso ficou todo este tempo afastado da mãe.

Tammy Spratt/San Diego Zoo Safari Park/AP

Filhote recebeu leite da mamadeira e se recupera bem, segundo veterinários.

Funcionários do zoológico vão acompanhar nos próximos dias o contato direto da mamãe gorila, com o filhote, para se certificar de que o recém-nascido está se alimentando corretamente. Nadine Lamberski, diretor adjunto dos serviços veterinários no parque, disse que o gorila bebê está se recuperando muito bem.

Tammy Spratt/San Diego Zoo Safari Park/AP

A pequena gorila ficará em observação para ver se está se alimentando corretamente.

Da Associated Press/G1

 
  Postado às 20h37
 
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  14/04/2014
  Mesmo após denúncia de McCartney, elefante segue maltratado na Índia
 

Em 2012, ex-beatle fez acordo para animal ser solto em um santuário.
ONG descobriu que elefante foi levado a outro cativeiro ainda pior.

Em 2012, o ex-beatle Paul McCartney se juntou a uma nova luta internacional de entidades de proteção dos animais, desta vez para libertar o elefante Sunder, vítima de maus tratos em um templo de Kolhapur, no estado de Maharashtra, no oeste da Índia. McCartney fez acordo com uma organização ligada ao governo indiano que ordenou que o animal fosse retirado do local e colocado em um santuário. Mas o elefante acabou sendo levado para outro cativeiro na mesma região e sofrendo maus tratos ainda piores, segundo investigação da ONG Peta (sigla para Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais).

Segundo a Peta, o elefante fica em um galinheiro preso a correntes pesadas e não consegue nem se deitar para dormir. Um dos veterinários da ONG, Manilal Valliyate, diz que Sunder se contorce de dor quando é agredido por um homem que toma conta do local, e recua toda vez que o homem se aproxima.

No cativeiro anterior, denunciado por McCartney, o elefante ficou seis anos em um galpão escuro, em uma única posição no concreto duro, em meio a seus próprios dejetos, situação que lhe desenvolveu doenças nos pés e artrite. Ele também tinha um olho muito machucado.
Agora, Sunder está em um galpão aberto, exposto ao sol durante o dia, frio durante a noite, e aos maus tratos, segundo a Peta.

Divulgação/Peta/AP

Elefante Sander foi descoberto neste cativeiro onde fica com as pernas presas por correntes.

Do G1

 
  Postado às 20h34
 
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  14/04/2014
  Filhotes de urso nascem em parque nacional na Alemanha
 

Sexo não foi descoberto porque a mãe não deixa ninguém chegar perto.
Cidade de Grafenau é conhecida como 'terra dos ursos'.

A ursa Luna deu à luz três filhotes no Parque Nacional da Floresta da Bavária, em Grafenau, no sul da Alemanha. O sexo dos filhotes ainda não foi descoberto porque a mamãe urso não permite que ninguém chegue perto de sua prole.

Grafenau é conhecida como a "terra dos ursos". Um desenho do animal aparece no escudo símbolo da cidade, que explora o turismo com passeios pelo parque nacional para ver os ursos.

Frank Bietau/AP

Filhote de urso nasceu no Parque Nacional da Floresta da Bavária, na Alemanha.

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 20h30
 
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  14/04/2014
  Paciente com câncer terminal realiza último desejo de ver bichos em zoo
 

Homem trabalhou por 25 anos em zoológico de Roterdã, na Holanda.
Girafa se aproximou para último adeus a ex-funcionário com tumor cerebral.

Uma instituição que ajuda doentes terminais a realizar seus últimos desejos na Holanda levou o ex-funcionário de manutenção de um zoológico em Roterdã para dar adeus aos animais dos quais ajudou a cuidar durante 25 anos.

O homem de 54 anos, chamado Mario, tem um tumor no cérebro e já não fala mais. Como presente de aniversário, a ser comemorado em abril, ele desejava ver os bichos com os quais conviveu por mais de duas décadas. Mas, como a saúde do paciente está muito debilitada, a entidade Stichting Ambulance Wens resolveu antecipar a visita, já que não se sabe se Mario, que também tem deficiência mental, ainda estará em condições de ser transportado no próximo mês.

Um momento que emocionou todas as pessoas presentes na visita foi quando uma das girafas se aproximou do ex-funcionário e o tocou com o focinho. Não é incomum que pacientes terminais atendidos pela instituição tenham como último pedido uma visita a animais queridos. Em 2013, um senhor de 86 anos foi levado para se despedir dos bichos de sua fazenda.

Reprodução/Facebook/Stichting Ambulance Wens Nederland

Girafa se aproxima de paciente com câncer terminal.

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 20h27
 
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  14/04/2014
  Filhote de urso polar brinca com a mãe em zoológico russo
 

Primeira cria do casal Kai e Gerda nasceu em dezembro de 2013.
Zoo fica em Novosibirsk, a 2,8 mil km de Moscou.

Ilnar Salakhiev/AP

O filhote brinca com a mãe em zoológico da Rússia


Ilnar Salakhiev/AP

Gerda com o filhote


Ilnar Salakhiev/AP

Filhote de urso polar brinca com a mãe, Gerda, no zoológico de Novosibirsk, a cerca de 2,8 mil km de Moscou; o primeiro filhote do casal Kai e Gerda nasceu em dezembro de 2013 e foi apresentado agora.

Da Associated Press/G1

 
  Postado às 20h25
 
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  14/04/2014
  Filhote de tamanduá-mirim supera abandono e peso baixo em Zoo de SP
 

Espécie é típica da América do Sul e está ameaçada de extinção.
Ainda sem nome, animal não pode ser visto pelo público.

Um tamanduá-mirim é o novo morador do Zoológico de São Paulo, localizado na Água Funda, Zona Sul da capital paulista. Nascido na madrugada de 27 de janeiro, é o mais novo entre os mais três mil animais abrigados pelo zoológico. Nesta terça-feira (18), o Zoo informou que ele está fora de perigo.

Carlos Nader/GOVSP

Filhote de tamanduá-mirim nasceu no Zoo de SP.

O filhote, ainda sem nome, será batizado por funcionários e tratadores do Zoológico e não está em exposição. Ele nasceu com peso abaixo da média para a espécie e sofreu rejeição da mãe. Por isso, ainda precisa se desenvolver um pouco mais antes de ir para a exposição.

Atualmente, ele recebe, sob o cuidado dos técnicos, alimentação especial. O filhote deve ficar longe da área de exposição por aproximadamente três meses.
Ameaçada de extinção, a espécie sofre com a degradação de seu habitat, além de ser alvo de atropelamentos e ataques de cães.

Carlos Nader/GOVSP

Filhote deve ser batizado por funcionários e ainda não está em exposição.

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 20h20
 
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  14/04/2014
  Pandas têm 'quedinha' por açúcar, apontam cientistas
 

Estudo foi realizado com exemplares que vivem em instituição da China.
Espécie é considerada ameaçada de extinção.

Com uma dieta praticamente toda baseada no bambu, os panda-gigantes têm uma queda por açúcar, segundo estudos genéticos e comportamentais realizados sobre esta espécie ameaçada de extinção.

Os pesquisadores, percebendo que o bambu, assim como a grama, contém muito pouco açúcar, se perguntaram se esses ursos, assim como os gatos, seus primos distantes, não teriam perdido o gosto pelo açúcar.

A pesquisa, publicada nesta quarta-feira (26) pelo periódico científico "PLoS ONE", mostrou os resultados de testes feitos por seis meses com oito pandas com idade entre 3 e 22 anos. Os espécimes vivem no Centro Shaanxi, na China.

A equipe apresentou aos ursos tigelas contendo água e outras com seis açúcares naturais: frutose, galactose, glucose, lactose, maltose e sacarose. As soluções continham de baixas a grandes concentrações destes açúcares.

Divulgação/FedEx

Espécime fêmea de panda-gigante que tem o nome de Er Shun.

Todos os pandas preferiram as soluções açucaradas no lugar da água pura, particularmente com frutose e sacarose, bebendo avidamente o líquido que estava na tigela. "Os pandas adoram açúcar", comentou Danielle Reed, geneticista comportamental do Monell Chemical Senses Center da Filadélfia, principal autora do trabalho.

Preservação
Dados do DNA dos pandas confirmaram que os animais têm receptores funcionais para sabores açucarados, que os permitem detectar e reagir aos açúcares.

Outros testes provaram, ao contrário, que os pandas são insensíveis a cinco edulcorantes artificiais, sugerindo que eles não são capazes de sentir esta variação de gosto adocicado.

"Estes resultados podem ter importantes implicações para a preservação desta espécie ameaçada de extinção pela destruição contínua de seu habitat natural", avaliou Peihua Jiang, biólogo molecular do centro Monell.

Da France Presse/G1

 
  Postado às 20h15
 
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