São Paulo, SP – Brasil
 
  +Blog da Pick-upau
   
  23/05/2014
  MPSP e Pick-upau plantam mudas em Campinas
 

Mata Santa Genebra foi escolhida para receber mudas da pegada ecológica do MPSP

23/05/2014 – Pegada Ecológica do Ministério Público do Estado de São Paulo chega a Campinas, no interior paulista. Membros do MPSP e da Agência Ambiental Pick-upau visitaram a ARIE (Áreas de Relevante Interesse Ecológico) Mata Santa Genebra para realizar o plantio de mudas nativas.

Participaram do plantio o Promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio ambiente – GAEMA de Campinas, Dr. Rodrigo Sanches Garcia, a presidente da Pick-upau, Andrea Nascimento, o CEO da organização, Julio Andrade, a bióloga da Pick-upau Viviane Rodrigues Reis e funcionários da Mata Santa Genebra.

Entre as espécies plantadas estão Canela-amarela (Nectandra lanceolata), Saguaraji-vermelho (Colubrina glandulosa), Palmeira-juçara (Euterpe edulis Mart.), Pau-viola (Cytharexyllum myrianthum Cham.), Açoita-cavalo (Luehea divaricata Mart.), Arco-de-peneira (Cupania vernalis), Angico-vermelho (Anadenanthera macrocarpa) e Taiuva (Maclura tinctoria), todas produzidas no Viveiro Refazenda.

A parceria entre a Pick-upau e o MPSP para a pegada ecológica foi assinada em janeiro deste ano pelo Procurador-Geral de Justiça, Dr. Márcio Fernando Elias Rosa e pela presente da organização, Andrea Nascimento.

Pick-upau/Divulgação

 


Da Redação
Com informações do MPSP e da Mata Santa Genebra
Fotos: Pick-upau/Divulgação
 
  Postado às 12h59
 
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  15/05/2014
  PE Xixová-Japuí recebe pegada ecológica do MPSP e Pick-upau
 

Mudas de espécies nativas foram plantadas na UC de São Vicente

15/05/2014 – Ativistas da Agência Ambiental e membros do Ministério Público do Estado de São Paulo estiveram hoje no Parque Estadual Xixová-Japuí, localizado no município de São Vicente, litoral sul paulista para o plantio simbólico de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, em função da Pegada Ecológica do MPSP.

O projeto prevê a neutralização de emissões de gases de efeito estufa referente às atividades antrópicas do Ministério Público de São Paulo em anos pré-determinados. Nesta etapa estão sendo realizados plantios de mudas florestais em diversas regiões do Estado para a compensação do inventário de emissões do ano de 2012. Fizeram parte desse levantamento toda a utilização de papel celulose, energia elétrica, viagens aeroviárias e a frota de veículos automores.

Recebidos pelo gestor da Unidade de Conservação, Paulo Jorge Vasquez Menna, a Promotora de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio ambiente – GAEMA da Baixada Santista, Dra. Flavia Maria Gonçalves, a presidente da Pick-upau, Andrea Nascimento, o CEO da organização, Julio Andrade fizeram o plantio de mudas de palmeira-juçara.

Menna também apresentou as obras do novo centro de visitantes do parque, que segundo ele, deverão estar concluídas até julho deste ano. O encontro serviu ainda para discutirem questões de conflito no parque e da proximidade da votação do Plano de Manejo na Comissão de Biodiversidade, Florestas, Parques e Áreas Protegidas, do Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA. Também participaram do plantio Viviane Reis Rodrigues, bióloga da Pick-upau; Felipe Zanusso, da Fundação Florestal do Estado de São Paulo; Fábio Pimentel, do Instituto Florestal do Estado de São Paulo além de Angélica Garcia, Marcos Sisdeli, Pedro Julião Gimenez, Mariana Sousa e Rudnéia Antonio, do PE Xixová-Japuí.

A parceria entre a Pick-upau e o MPSP para a pegada ecológica foi assinada em janeiro deste ano pelo Procurador-Geral de Justiça, Dr. Márcio Fernando Elias Rosa e pela presente da organização, Andrea Nascimento.

Pick-upau/Divulgação

 


Da Redação
 
  Postado às 19h12
 
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  15/05/2014
  Pick-upau visita Fazenda do Zoo, em Araçoiaba da Serra
 

Ativistas da Pick-upau são convidados para conhecer fazenda mantida pelo Zoo no interior de SP

15/05/2014 – Ativistas da Agência Ambiental Pick-upau estiveram essa semana na Divisão de Produção Rural, também conhecida como Fazenda do Zoo, localizada nos municípios de Sorocaba, Araçoiaba da Serra e Salto de Pirapora. A convite do Diretor Presidente da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, Dr. Paulo Magalhães Bressan e do Prof. Dr. João Batista da Cruz, Diretor Técnico-Científico da Fundação, a Presidente da Pick-upau, Andrea Nascimento, o CEO da organização, Julio Andrade e a bióloga Viviane Reis Rodrigues conheceram os novos projetos da fazenda.

Durante o encontro foram discutidas futuras parcerias entre as instituições nas áreas de biodiversidade com ênfase no Plano Diretor do Centro de Conservação da Fauna – CECFAU. Também participaram da visita técnica Sérgio Saliba, administrador da Fazenda, Gabriela Rosa, Katherine Carolina e Narcibio Caldeira.

Pick-upau/Divulgação

 

 
 

Da Redação
 
  Postado às 18h12
 
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  12/05/2014
  Pegada Ecológica do MPSP chega ao PE do Juquery
 

Parceria entre Pick-upau e Ministério Público promove plantio na região da Cantareira

O Ministério Público de São Paulo e a Agência Ambiental Pick-upau deram início, na última sexta-feira (09/05), a uma série de plantios simbólicos por várias regiões do Estado, começando com o plantio de 150 mudas florestais no Parque Estadual do Juquery, localizado em Franco da Rocha. O plantio faz parte do Projeto “Pegada Ecológica”, realizado em conjunto com a Pick-upau, que tem como objetivo neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) resultantes das atividades exercidas pelo MP-SP, em período pré-determinado.

A Promotora de Justiça Dra. Tatiana Barreto Serra, Assessora da Área de Meio Ambiente do Centro de Apoio Operacional das Promotorias Cíveis e de Tutela Coletiva (CAO Cível), a presidente da Agência Ambiental Pick-upau Andrea Nascimento, o CEO da organização, Julio Andrade e a bióloga Viviane Rodrigues Reis, além de funcionários do parque participaram do plantio das mudas das espécies Angico-vermelho, Canafístula, Capixingui, Embaúba, Urucum e Palmeira-Juçara.

O plantio de todas as mudas previstas no projeto ocorrerá ao longo deste ano nas áreas de atuação do GAEMA (Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio ambiente) - núcleos regionais do Vale do Paraíba, Litoral Norte, Pardo, Baixada Santista, Pontal do Paranapanema, Vale do Ribeira, Médio Paranapanema, Cabeceiras, Campinas e Piracicaba.

A área do Núcleo Juqueri-Cantareira foi a segunda região a receber as mudas, em fevereiro, 40 mudas haviam sido plantadas no Parque Estadual da Cantareira, zona norte da Capital, iniciativa que contou com a presença do Procurador-Geral de Justiça, Dr. Márcio Fernando Elias Rosa.

O evento deu início à terceira fase do Projeto Florestar, criado em novembro de 2012, com o objetivo de estabelecer uma programação de trabalho do Ministério Público, nas áreas de Urbanismo e Meio Ambiente, para o desenvolvimento de ações e estudos referentes à proteção florestal e da biodiversidade após as alterações legislativas, em especial o novo Código Florestal (Lei no. 12.651/2012).
Termo de Cooperação

Por meio de um Termo de Cooperação Técnico firmado em janeiro, os auditores da Agência Ambiental Pick-upau elaboraram um Inventário e Laudo Técnico para Neutralização de Gases de Efeito Estufa (GEE).

O relatório consiste no levantamento das emissões provenientes das atividades antrópicas, ou seja, a ação do homem sobre o habitat e as modificações dela resultantes, exercidas pelo MP no ano de 2012, para, posteriormente, neutralizá-las por meio do plantio de mudas florestais.

O cálculo foi feito considerando a frota de veículos automotivos, a energia elétrica consumida, o consumo de papel e viagens áreas nacionais realizadas no período de janeiro a dezembro de 2012. Essa contabilidade levou a Agência Ambiental Pick-upau a somar o número de 2.215 mudas florestais que serão plantadas pelos Membros e servidores do MP nos próximos meses. Os plantios serão coordenados pelos núcleos do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA) e pela própria Pick-upau em todo o Estado.

Pick-upau/Divulgação

 


Da Redação
 
  Postado às 19h00
 
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  07/05/2014
  Descoberto o mais antigo ancestral dos animais herbívoros terrestres
 

Fóssil encontrado nos Estados Unidos permitiu descrição da espécie.
Esqueleto apresentava características ligadas à linhagem de herbívoros.

Paleontólogos descobriram o mais antigo ancestral dos herbívoros terrestres, com 300 milhões de anos. O espécime ajuda a esclarecer o aparecimento dessa forma de alimentação no mundo animal, determinante para a evolução do ecossistema terrestre atual.

O fóssil parcial deste animal, denominado Eocasea martini, que tinha menos de 20 centímetros de comprimento, representa "o primeiro vínculo entre os carnívoros e os herbívoros", disse à AFP o paleontólogo Robert Reisz, professor da Universidade de Toronto, no Canadá, principal responsável pela descoberta, divulgada em artigo publicado nesta quarta-feira (16) na revista americana "PLOS ONE".

O esqueleto do Eocasea, ainda um carnívoro, apresentava certas características estreitamente relacionadas a uma linhagem de herbívoros, acrescentou Reisz, indicando que apenas uma parte do crânio, o essencial da coluna vertebral, a pélvis e uma pata traseira foram recuperados no Kansas.

Este animal, que viveu 80 milhões de anos antes do aparecimento dos dinossauros, fazia parte da classe Synapsida, que inclui os primeiros herbívoros terrestres e os grandes predadores, ancestrais dos mamíferos modernos.

Antes da emergência dos herbívoros, um pouco depois do Eocasea, os animais terrestres, todos carnívoros, alimentavam-se uns dos outros, ou comiam insetos. O aparecimento dos herbívoros "foi uma revolução da vida sobre a Terra, porque significou que os vertebrados puderam ter acesso diretamente a vastos recursos alimentares oferecidos pelos vegetais", destacou o pesquisador.

Danielle Dufault/Divulgação

Concepção artística mostra Eocasea, o ancestral mais antigo dos herbívoros

Os herbívoros, que se multiplicaram e cresceram, por sua vez, viraram uma fonte importante de nutrição para os grandes predadores, completou.

Assim, o Eocasea foi o primeiro animal a ativar um processo que resultou no ecossistema terrestre atual, no qual um grande número de herbívoros assegura o aporte alimentar de um número cada vez menor de grandes predadores, observou o professor Reisz.

Este fenômeno ocorre depois separadamente em outros grupos de animais, em pelo menos cinco ocasiões, afirmou.

"Uma vez que a via para o mundo da alimentação herbívora foi aberta pelo Eocasea (...), vários grupos de animais continuaram evoluindo para desenvolver os mesmos traços", permitindo-lhes digerir a celulose, um glicídio que é a principal fonte de energia fornecida pelas plantas.

"Os primeiros dinossauros eram todos carnívoros antes que um grande número se tornasse herbívoro" no curso da evolução, revelou o cientista. Mas, ele admitiu, "não compreendemos porque essa evolução de carnívoro para herbívoro não aconteceu mais cedo, nem as razões pelas quais ela ocorreu separadamente em várias linhagens animais".

Do G1/AFP

 
  Postado às 17h52
 
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  07/05/2014
  NASA monitora iceberg que 'nasceu' na Antártica e segue para mar aberto
 

Bloco de gelo gigante se desprendeu da geleira Pine Island.
Segundo a NASA, iceberg é seis vezes o tamanho de Manhattan.

Um satélite da agência espacial americana (NASA) flagrou o iceberg B-31 se desprendendo do glaciar Pine Island, na Antártica, e está se dirigindo para o oceano aberto. Segundo a NASA, o iceberg tem seis vezes o tamanho de Manhattan, em Nova York (EUA), e se dirige para uma área que não é muito usada por navios. As fotos foram tiradas em 38 de outubro e 13 de novembro de 2013.

NASA/Reuters

Fotos tiradas em 28 de outubro (esquerda) e 13 de novembro de 2013 (direita) mostram o iceberg se soltando do glaciar Pine Island


NASA/Reuters

Em outubro de 2013, bloco de gelo começou a se soltar do glaciar na Antártica


NASA/Reuters

Duas semanas depois, o iceberg já aparecia mais distante do glaciar, seguido rumo ao oceano

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 17h45
 
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  07/05/2014
  Filhote híbrido de zebra com jumento nasce em zoológico do México
 

Animal chamado de 'zebrasno' nasceu no zoo de Reynosa.
Khumba tem orelhas de jumento e patas listradas, como da mãe zebra.

Um filhote híbrido de um jumento com uma zebra fêmea nasceu há uma semana no zoológico de Reynosa, no México. O animal que está sendo chamado pelos mexicanos de "zebrasno" tem 70 centímetros de altura e pesa 30 kg. Ele foi batizado com o nome de Khumba.

Divulgação/Zoológico de Reynosa

O filhote brinca com a mãe no zoológico de Reynosa, no México

O animal nasceu da união da mãe Rayas, a única zebra do zoológico, com Ignácio, um jumento albino que circula em áreas comuns a outros animais. Khumba tem orelhas de jumento e as patas listradas, como da mãe zebra.

No ano passado, outro filhote híbrido de zebra e jumento nasceu em uma propriedade rural de Flroança, na Itália.

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 17h40
 
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  07/05/2014
  Elefante-marinho cego ganha novo lar após ser resgatado na Califórnia
 

Coolio, como foi chamado, foi acolhido por zoológico e aquário.
Por ser cego, provavelmente não poderá ser reintroduzido na natureza.

Depois de ser encontrado cego e quase morto em uma praia na cidade de Crescent City, na Califórnia, o elefante-marinho que recebeu o nome de Coolio foi acolhido por um zoológico no estado da Pensilvânia, o Pittsburgh Zoo & PPG Aquarium.

Ele foi resgatado pelo Centro de Mamíferos Marinhos da Costa Norte. De acordo com especialistas do centro, mamíferos marinhos geralmente podem ser reabilitados e reintroduzidos em seu habitat natural. Mas Coolio deve estabelecer o zoológico como seu lar definitivo, devido à cegueira.

AP Photo/Keith Srakocic

Elefante-marinho Coolio nada no Pittsburgh Zoo and PPG Aquarium

Do G1, em São Paulo

 
  Postado às 17h32
 
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  07/05/2014
  Estudo denuncia como 'praga' corte ilegal de árvores na Amazônia do Peru
 

País sul-americano tem política de concessões de terras públicas.
Investigação científica foi publicada no periódico 'Scientific Reports'.

A política do governo do Peru para proteger as florestas do corte ilegal de madeira há 14 anos provocou, de forma indireta, um saque de recursos em larga escala, de acordo com estudo publicado na revista "Scientific Reports".

Os pesquisadores do Centro de Direito Ambiental Internacional em Washington asseguram que o corte ilegal é uma "praga" na bacia do Rio Amazonas, paraíso da biodiversidade e de espécies de madeiras preciosas como o mogno e o cedro.

A legislação vigente no Peru faculta ao governo dar concessões de até 40 anos em terras públicas de 4.000 a 50.000 hectares. Estes contratos incluem condições: os madeireiros devem apresentar uma estratégia de corte de cinco anos, com um plano muito detalhado, que ano a ano identifica cada árvore a cortar mediante um sistema de localização por satélite (GPS).

Ilegalidade
Mas segundo a equipe chefiada por Matt Finer, 'grande parte da madeira que sai da Amazônia peruana se obtém fora das áreas de concessão autorizadas'.

Os pesquisadores rastrearam dados oficiais e descobriram que, em setembro de 2013, as autoridades peruanas só tinham controlado 388 das 609 concessões madeireiras. Em mais de 68% dos casos estudados foram detectadas "grandes violações" da legislação.

As licenças de exploração foram revogadas em 181 casos. Mais da metade dos cortes ilegais registrados foram para cortar árvores em uma área fora da concessão ou para a extração ilegal de mogno e cedro. A verificação destes abusos por satélite confirma a fraude maciça.

A investigação critica o sistema de controle do governo peruano, que se baseia essencialmente em documentos e no controle portuário ao invés de chegar ao próprio local da concessão.

Estas conclusões deixam claro as dificuldades de se proteger as florestas tropicais, que capturam carbono, um dos objetivos da ONU para combater as mudanças climáticas.

Alguns observadores afirmam que a solução seria colocar as florestas sob o controle das populações locais, que poderiam fazer um acompanhamento mais confiável dos recursos.

Divulgação/Nasa

Imagem de satélite mostra desmatamento em parte da Amazônia no Peru devido à extração de ouro naquela região.

Do G1/France Presse

 
  Postado às 17h24
 
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  07/05/2014
  Canadá deve instalar pontos de internet sem fio em parques naturais
 

Iniciativa deve abranger 75 destes locais nos próximos três anos.
Objetivo é buscar viciados em internet para visitar a natureza.

Para aqueles que não conseguem resistir ao exílio das mídias sociais quando viajam para o campo, a agência de parques canadenses, Parks Canada, anunciou que vai oferecer internet "wi-fi" em alguns de seus espetaculares espaços.

A agência federal, que gerencia 44 parques nacionais e 160 locais históricos - da Baía de Fundy, no Atlântico, às Rochosas canadenses e à Ilha de Baffin, no Ártico - quer apelar para aqueles incapazes de desfrutar do silêncio e do sossego sem postar algo sobre sua viagem em tempo real.

Por enquanto, a Parks Canada equipará 15 a 20 destes locais, em um tipo de fase de testes para ver como vai funcionar, explicou François Duclos. A meta é levar a internet "wi-fi" a 75 destes locais nos próximos três anos, acrescentou. "O Canadá é um país muito grande e se urbanizou muito. E para os jovens das cidades, as coisas são diferentes", disse Duclos.

Ele observou que algumas pessoas também precisam permanecer em contato constante com seus locais de trabalho, enquanto fazem caminhadas ou observam baleias.

Gorgo/Wikimedia Commons

Região das Rochosas canadenses, importante cordilheira que fica entre os Estados Unidos e o Canadá. Áreas desse parque podem receber sinal de internet sem fio

Do G1/France Presse

 
  Postado às 17h17
 
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